sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Não seja alvo fácil das facções.



WITZEL SUGERE QUE CARIOCAS EVITEM PONTOS DE ÔNIBUS DURANTE AÇÕES POLICIAIS

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse nesta segunda-feira, após reunião com o vice-presidente Hamilton Mourão, em Brasília, que a polícia irá continuar no combate ao crime organizado. Ele ressaltou que quem mata é o crime organizado, não a polícia..

— O crime manda matar. De cada dez, sete o crime manda matar. Vamos continuar vivendo dessa forma? Quem mata é o crime organizado, não é a polícia — afirmou.

— A polícia vai continuar entrando nas comunidades, vai continuar entrando nos bairros porque a polícia enfrenta o crime organizado nos bairros, na comunidade — acrescentou o governador.

Witzel disse que o governo precisa trabalhar com a população das comunidades durante as operações policiais. Ele afirmou que o governo vai orientar as pessoas em como se comportar nessas situações.

— Se você tá com operação naquele local, não fica no ponto de ônibus. Nós vamos passar isso para a população, já devia ser natural, tem operação ali, não ficar no ponto de ônibus ouvindo tiro, tem que sair, nós vamos trabalhar mais isso com a população. A polícia vai nas comunidades, vamos orientar a comunidade como se comportar numa situação em que há a operação da polícia — disse Witzel. Na semana passada, o jovem Gabriel Alves, de 18 anos, morreu quando esperava por um ônibus para leva-lo à escola, na Tijuca, na Rua Conde de Bonfim, uma das mais movimentadas do bairro da Zona Norte.


Toda a vez que você ler uma machete que diz “jovem trabalhador baleado em troca de tiros” lembre-se disso. Essas pessoas não são baleadas por acaso; seus ferimentos ou morte servem de proteção ao tráfico, e ainda trazem o benefício adicional de demonizar a polícia e levar a sociedade a ter empatia com os narcoterroristas.

Lonk: Nossos "narcoterroristas" de cada dia.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

CARTA ABERTA AO SR EMMANUEL MACRON.




Caro presidente,
Como brasileiro, educadamente não posso deixar de enviar esta carta ao senhor e a todo querido povo francês...
Com respeito a sua mensagem do Twitter, acerca de sua preocupação com a Amazônia, que é um território multinacional (pois é formada por nove nações. Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e a Guiana Francesa), mas que em grande parte (mais de 60%) pertence ao meu país, desde a sua formação como território colonial da nossa “Pátria Mãe” Portuguesa...
Creio que vossa excelência não estudou ou não se lembra mais da “biologia básica”, pois os 7 milhões Km2 de floresta Amazônica não são o “pulmão do planeta terra”, visto que a 98% do oxigênio ali produzido, é consumido quase totalmente pelo próprio bioma amazônico...

Dentro desse mesmo “equívoco estudantil de biologia básica”, esclareço que o “verdadeiro pulmão da terra” é formado pelas algas marinhas em todo o globo há bilhões de anos desde a formação do planeta e a floresta amazônica contribui com menos de 1% da renovação do oxigênio da atmosfera do planeta.


A fotografia “irresponsavelmente colocada em sua mensagem” não é atual (pois foi feita em meados de 2002), e induz maliciosamente a todos os “mal informados” ou “desinformados” da França e de outros países, a mais um equívoco impensável para um chefe de governo como o senhor.

A crise existe sim e é internacional, mas pertence principalmente as nações da América do Sul que fazem parte da Amazônia e um fragmento “ínfimo” pertence à ao povo Francês (Guiana Francesa). 

A França quer realmente ajudar? Ótimo!!! Tenham certeza que serão sempre muito bem vindos ao Brasil! Mas, por gentileza, sem o viés histórico do colonialismo europeu...
Esse tempo já se foi e o Brasil e poucas nações do mundo ainda tem mais de 60% de suas matas naturais preservadas, mesmo com todas as dificuldades...

Os parâmetros de preservação e reflorestamento, que a maioria dos países ricos do planeta (incluindo a França) querem impor ao Brasil e outros países com florestas nativas, refletem simplesmente o remorso, a hipocrisia e, principalmente, o poder econômico dos seus países que, em séculos de história da humanidade, destruíram e devastaram suas florestas nativas e suas paisagens, e infelizmente têm poucas ou quase nenhuma condição de recompô-las...

Presidente Macron, o Brasil é uma nação independente de Portugal há quase de 200 anos, portanto não queiram transformá-la em território internacional, retirando nossa soberania...Seria um erro irreparável e uma agressão sem precedentes na história humana...

Imagine Presidente, se invadíssemos o Palácio de Versailles, o Arco do Triunfo e disséssemos que agora é “patrimônio mundial” e portanto a França não pudesse mais preservá-los e protegê-los e assim fizéssemos aí uma invasão internacional...
Será que França ficaria simplesmente assistindo ou faria uma retaliação cívico-militar à altura da mesma agressão? 

Se necessitam de nossos recursos naturais e biodiversidade, encontrem no caminho do diálogo, da cooperação e do comércio internacional, pelas vias diplomáticas e da organização mundial do comércio, mas jamais tutelem ou tentem recolonizar nossa nação, pois, mesmo o Brasil sendo uma país de tradições pacíficas e não bélicas, responderíamos à altura de qualquer tipo de agressão...

Relato ainda ao senhor que, de acordo com os dados oficiais brasileiros do INPE, os períodos de maior desmatamento da Amazônia ocorreram em 1995 (Governo Fernando Henrique Cardoso) e em 2004 (Governo Luís Inácio Lula da Silva, atualmente preso por corrupção e lavagem de dinheiro, no maior esquema de roubo e evasão de divisas de um país, na história contemporânea) e o desmatamento voltou a crescer a partir em 2013 (Governo Dilma Roussef, que foi deposta do cargo por crime de responsabilidade definido e ratificado pela constituição e pelo parlamento brasileiro) e continuou a crescer nos anos seguintes, passando pelo Governo complementar de Michel Temer.

Dessa maneira pergunto ao senhor, onde os governos (incluindo a França) que hoje estão “extremamente preocupados” com o desmatamento da Amazônia estavam nestes anos anteriores de devastação ou de aumento das mesmas a partir de 2013? 
Não me recordo deste ter sido um “tema prioritário e urgente” de nenhuma das cúpulas do G7 ou do G20 nestes anos de crise de desmatamento...Por que só agora? Existe algum fato tão novo e tão grave assim?

Presidente Macron, primeiramente informe-se adequadamente, sobre o que vai escrever nas redes sociais ou demita sua assessoria de comunicação, porque, ou são completamente despreparados para escreverem sobre assuntos dessa natureza ou publicam de forma mentirosa, maliciosa e insensata para algum ganho publicitário, eleitoral ou para outros interesses escusos...

Finalizando, aceite o convite do Presidente Jair Bolsonaro, para visitar a Amazônia e veja com seus próprios olhos a situação atual e os bons projetos de preservação e utilização sustentável da floresta, que são mantidos por algumas entidades não governamentais sérias, além de governos municipais, estaduais e pelo governo federal do Brasil.

Aguardamos ansiosos por sua visita e também do primeiro ministro Èdouard Philippe, pois serão muito bem-vindos, bem tratados e respeitados pelo povo caloroso, amistoso e fraterno do Brasil, que deseja paz e prosperidade para o mundo e também para a nossa querida nação Francesa...

Respeitosamente,
Marco Aurelio Cândido de Melo, Médico de Família, Escritor, Pesquisador e Professor Universitário, Doutor em Ciências Biomédicas-IUNIR e Pós Doutor em Docência Universitária e Investigação-IUNIR.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Macron, parabéns!!

Com sua babaquice conseguiu que milhões de pessoas ficassem sabendo:
Que a França está cheia de favelas.

Que você não controla nem os incêndios na França.

Que sua mulher é horrível .

Que você é frutinha.

Que a Europa inteira não te suporta.
Que você é mentiroso .
Que o seu país é bem menor do que você desenha.
Que realmente a França fede!! 

Que os carros franceses são um lixo.
E ainda ajudou o Bolsonaro a tomar o controle da Amazônia Brasileira com as Forças Armadas!!
Quero ver vocês virem roubar o que é nosso agora !

E o resultado da reunião do G7!! 😂😂
Segue :

Trump manifestou apoio ao Brasil e se comprometeu a levar a posição brasileira ao G7.
Merkel, por meio de seu porta-voz, disse não se tratar de um problema o que acontece na Amazônia.
Embaixador chinês manifestou confiança nas leis ambientais brasileiras. Disse que o país é modelo nessas questões e que todo o noticiário sobre a Amazônia é "fabricado".
Reino Unido não quer se indispor com o Brasil por algo que eles entendem ser corriqueiro.
Espanha, Argentina e Chile também se manifestaram em solidariedade ao Brasil.
Itália apoiará o Brasil no G7, fechando com Alemanha, Reino Unido e EUA o bloco de apoio ao Brasil.
Macron, com isso, foi surrado pelo Brasil na questão diplomática. Com ele, apenas Justin Trudeau, o fanático esquerdista Primeiro Ministro do Canadá.
Diplomaticamente, após tudo isso:
A França diminuiu. O Brasil aumentou.

Padre Paulo Roberto de Oliveira

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Teoria sem prática é apenas teoria.

Major PMERJ Elitusalem Freitas, Vereador Rio de janeiro.

O programa Fantástico, da Rede Globo, quando fala sobre saúde, ouve médicos; quando fala de direito, ouve advogados; quando fala de construções, ouve engenheiros, mas quando fala de segurança pública, ouve uma cientista política.

Quantas ocorrências Ilona Szabo já atendeu? De quantas operações em comunidade ela já participou? Quantas vezes ela já viu um colega morrer ao seu lado ou teve que socorrer algum colega baleado? Quantas vezes ela já trocou tiros? Quantas pessoas ela já prendeu? A quantos assaltos ela já reagiu?

Por que insistem em ouvir os teóricos num assunto tão importante?
Teoria sem prática é a apenas teoria.
Por Thiago Azevedo faço minhas as suas palavras!

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Baderneiros estão tacando fogo na Amazônia!


Na manhã de hoje (21), o presidente Jair Bolsonaro declarou que ONGs podem estar por trás das queimadas na região amazônica para “chamar atenção” contra o governo do Brasil.
Bolsonaro não apresentou nomes nem provas, porém uma moradora de uma reserva indígena publicou um vídeo nas redes sociais ontem à noite.
Aos prantos, a índia diz que os ‘baderneiros’ estão tacando fogo em tudo.

O índios sabem quem são os agricultores e pecuaristas do local, mas fizeram questão de citar que os criminosos são baderneiros.
Eu te pergunto, caro internauta:
“Que grupo de baderneiros tem por praxe tacar fogo pelo país em suas manifestações?”

Bolsonaro quase acertou … logo, logo irão aparecer imagens de ‘vermelhinhos’ tacando fogo em áreas de reserva ambiental … é só uma questão de tempo.
Assista o depoimento da índia:


quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Já pensou se Marcelo Freixo fosse o governador?


“O governador Marcelo Freixo chegou por volta das 9h à Ponte Rio-Niterói, a bordo de um veleiro movido a energia solar – que demorou mais que o previsto porque o dia estava nublado e sem vento. Sua assessoria divulgou que o deslocamento gerou crédito de carbono.

Mais cedo, a Light (agora incorporada à Secretaria de Segurança Pública) havia espalhado postes por toda a Ponte, para evitar novos sequestros.

Agentes se posicionaram em pontos estratégicos com livros de filosofia e história. Como os atiradores de elite foram dispensados no início do governo, seus substitutos, os atiradores das classes marginalizadas, acabaram acionados para a eventualidade de uma ação mais delicada, sendo municiados com teses da UFF sobre ideologia de gênero e surubas em banheiros públicos de supermercados.

Uma ciranda foi organizada em torno do ônibus, com todas, todos e todas de mãos dadas e pés descalços, cantando “Imagine”, abraçando o coletivo e pedindo Lula Livre.

Uma deputada do PSOL sugeriu que o sequestrador não usasse gasolina, mas etanol, que é mais sustentável, e que os reféns não tivessem as mãos atadas com lacres sintéticos, levam séculos para se degradar e podem poluir os oceanos com microplásticos. Em troca, ofereceu cordas de fibra de cânhamo produzidas artesanalmente numa comunidade da Praça São Salvador.

Numa plenária, realizada na praça do pedágio, os comitês de Cidadania, Historicidade, Horizontalidade de Gestão, Inclusão Trans e Anticanabisfobia deliberou que as ações de resgate, se necessárias, deveriam ser pautadas pelas diretrizes de gênero, etnicidade, empoderamento lésbico (com ênfase na não performação da feminilidade) e participação em ovulários de sororidade e encontros de detox da masculinidade.

Um comitê elaborou uma pesquisa (patrocinada pela Capes) para definição da escala pantone dos cidadãos em situação de ônibus e do marginalizado em situação de máscara e garrafas pet supostamente inflamáveis. Esse estudo permitiria fornecer subsídios à equipe de negociadores para determinação da prioridade daquilo que a extrema imprensa burguesa insistia em chama de “libertação de reféns”.


Marcelo Freixo PSOL X Governador Witzel - Ônibus na ponte Rio Niterói.


Foram feitas propostas de que os veganos deveriam deixar a condição de ônibus para a condição de ponte antes dos demais, gerando intenso debate com os que lembravam que o pagamento da dívida histórica com os afrodescendentes deveria ter precedência. Trabalhadores em situação de informalidade, mulheres oprimidas pelos padrões estéticos da sociedade e pela balança, e minorias sexuais também foram pontuadas, até que o próprio governador lembrou que a verdadeira vítima era o afrodescendente portador de máscara, que se levantara às 5 da manhã, possivelmente sem um desjejum como aquele do Copacabana Palace que ele mesmo havia acabado de tomar.

Foi organizado no vão central um show de solidariedade à vítima da sociedade branca opressora que mantinha o controle do ônibus, com participação de Zélia Duncan, Maria Gadú, Anavitória, Tico Santa Cruz, apresentação de Tatá Werneck e Bruno Gagliasso, e performances das axilas de Bruna Linzmayer, com fundos revertidos para a ONG SVS (Sequestradores Vítimas da Sociedade) e transmissão ao vivo pela GloboNews.

Após 14 horas de negociação, com fornecimento de quentinhas veganas ao sequestrador, entrevistas exclusivas à Mônica Bérgamo e à Carta Capital, os cidadãos reclusos no coletivo se amotinaram, tomaram a chave, deram um cavalo de pau e retornaram a São Gonçalo, sob saraivadas de livros da Márcia Tiburi, Foucault, Boff, Gramsci, Nina Lemos, Althusser, Judith Butler, Bagno, Habermas, Chauí, Sartre e Kéfera.

Um dos líderes do motim a bordo declarou pelo zap que ninguém aguentava mais ouvir o Programa da Fátima Bernardes (no ar das 7 da manhã às 7 da noite na tevê de bordo) e que, por unanimidade, preferiam se jogar no mar. Antes de despencar pela mureta, libertaram o sequestrador – que foi recebido com soquinhos no ar pelo Governador Freixo e convidado a jantar no Fasano.

A direita problematizou a comemoração do governador e achou falta de decoro os soquinhos no ar. Em Nota Oficial, o Palácio Guanabara declarou que a missão foi um sucesso, com o salvamento do sequestrador e que manda condolências à empresa que perdeu um ônibus.”

By Eduardo Affonso.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

GENERAL FAZ PRONUNCIAMENTO IMPACTANTE DIANTE DO PRESIDENTE.

Bolsonaro na Cerimônia de entrega de Espadim aos Cadetes da Turma Bicentenário da Independência do Brasil.
O Comandante das Agulhas Negras, Gen Brig Gustavo Henrique Dutra de Menezes, fez um discurso impactante.
“Sun Tzu, General e Filósofo Chinês da Antiguidade, escreveu, em ‘A Arte da Guerra’, que o sucesso custa muito caro e que a habilidade de alcançar a vitória mudando adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada genialidade. Espelhando-se nos ensinamentos de Sun Tzu, em busca das habilidades que conduzem ao sucesso, a formação inclui disciplinas indispensáveis (…) em consonância com as mais complexas demandas de nossa época”, pontuou o oficial.

“O futuro líder militar da Força Terrestre, inclui um substancial culto aos valores e tradições de nossas tropas. (…) Ser fiel aos valores militares e dignificar o espadim implica cumprir rigorosamente o nosso código de honra. Cultuar a verdade, a lealdade, a probidade e a responsabilidade”, asseverou.
“Orgulhem-se por pertencerem à instituição do braço forte e da mão amiga, que sempre guardou a nossa pátria”. Informações Folha Politica.

Leia o texto na íntegra:
Sun Tzu, general e filósofo chinês da antiguidade, escreveu em “A arte da Guerra” que o sucesso custa muito caro, e que “a habilidade de alcançar a vitória, mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo, é chamada de genialidade”.
 Espelhando-se nos ensinamentos de Sun Tzu, também a formação do Oficial da linha de ensino militar bélico do Exército Brasileiro, em busca das habilidades que conduzem ao sucesso, inclui o estudo prolongado de disciplinas indispensáveis ao exercício das funções de comando no campo de batalha e também fora dele, em consonância com as mais complexas demandas de nossa época.
 Ampliando a extensa gama de conhecimentos adquiridos por intermédio do estudo das matérias do ensino universitário e do técnico-profissional, a formação do Oficial, futuro líder militar da Força Terrestre, inclui um substancial culto aos valores e tradições de nossa Instituição, que constituem o genuíno amálgama de nossas tropas.
 Em tal sentido, nossa Academia torna-se uma Organização ambidestra, atenta à modernidade que nos impulsiona a enfrentar os desafios do futuro, sem jamais desprezar nossa história e os ensinamentos do passado.
 Este culto aos valores, às tradições e suas liturgias, faz com que nossa Instituição, secular, permaneça sempre norteada pelos mesmos ideais.
 Seguindo os ritos castrenses, hoje participamos de uma jornada de singular importância para o nosso Exército, pois estes 411 jovens integrantes da Turma Bicentenário da Independência do Brasil recebem, com a máxima vibração, a réplica do invicto e glorioso sabre de Caxias, imbuídos da grande responsabilidade de dignificá-lo.
 Com orgulho ímpar, terão o direito de cingi-lo no uniforme que os caracteriza, mantendo uma das mais simbólicas tradições, de forma que estarão para sempre unidos aos cadetes de todos os tempos, formados em nossa querida AMAN, que neste ano, comemora 75 anos de instalação em Resende, totalmente integrada à cidade.
 Caros Cadetes, sintam-se privilegiados por serem Cadetes de Caxias! Lembrem-se, entretanto, de que o sucesso particular e o êxito de todos nós juntos está perenemente vinculado aos valores militares.
 Eles são referenciais fixos e fundamentos imutáveis que influenciam o comportamento e a conduta pessoal de cada um de nós, herdeiros do legado de Caxias, nosso Patrono.
 Ser fiel aos valores Militares e dignificar o espadim implica cumprir rigorosamente nosso Código de Honra: cultuar a VERDADE, a LEALDADE, a PROBIDADE e a RESPONSABILIDADE.
 Estas atitudes traduzem, na essência, o que esperamos de vocês, que são nossos sucessores e futuros responsáveis por manter nossa Instituição sempre una, coesa e motivada pelos mais nobres propósitos.
 Sintam-se compelidos a balizar seus passos no caminho do bem e jamais esqueçam que: ser VERDADEIRO está diretamente relacionado ao valor de tudo quanto, de fato, é real e concreto. É a ausência de mentira, é a honestidade em ato, independentemente do contexto ou da situação; ser LEAL é ter a intenção de não enganar, é ser sincero, franco e fiel aos compromissos; ser PROBO é agir sempre em consonância com princípios éticos e sem abertura para o desengajamento moral; ser RESPONSÁVEL é saber o que deve ser feito e fazê-lo, no tempo oportuno, assumindo todas e quaisquer consequências de seus atos.
 “Cadete ides comandar, aprendei a obedecer!” A inesquecível frase, que emoldura o nosso pátio, externa o mais nobre dos valores morais: o exemplo!
 Jamais se afastem deste caminho e nunca negligenciem nosso Código de Honra, pois ele é o sustentáculo e a alma de nosso querido Exército.
 Esse momento de comemoração não seria possível sem o trabalho incansável dos integrantes do Corpo Permanente desta Academia, personificado pelos Instrutores, Professores, Capelães, Monitores, Militares da Administração, e nossos Cabos e Soldados; aqui externo meus agradecimentos pelo trabalho profícuo que todos desempenham, nas incríveis jornadas, seja nos exercícios no terreno ou nas salas de aula, tudo em prol de nossos jovens cadetes, contribuindo, de maneira decisiva, para a formação intelectual e moral de cada um deles.
 Observando a eficiência, a efetividade e a eficácia refletidas na competência e no entusiasmo das ações de cada um dos senhores, sinto muito orgulho em poder fazer parte dessa equipe. A vocês, o meu ‘muito obrigado’!
 Caros pais, mães, responsáveis e familiares, quero lhes transmitir meus agradecimentos por terem formado jovens de caráter, educados e obstinados.
 Nos dias em que vivemos, árdua tem sido a tarefa de educar, pois parcela de nossa sociedade insiste em tentar desqualificar ou redefinir valores morais e os princípios éticos que sempre balizaram os bons costumes e ainda norteiam o desenvolvimento saudável de uma Nação.
 No entanto, graças ao trabalho dos senhores e à educação transmitida a seus filhos, hoje em forma neste histórico pátio, temos um legítimo grupo de jovens do bem, que representam a “esperança de um Brasil inteligente, liderança do Continente”.
 Muito obrigado por nos confiarem seus filhos, que aqui em nossa Academia os tratamos como nossos filhos.
 Meus Cadetes da turma Bicentenário da Independência do Brasil, celebrem essa vitória! A AMAN orgulha-se pela garra, determinação e entusiasmo que cada um de vocês tem demonstrado nas atividades acadêmicas.
 Orgulhem-se por pertencerem à Instituição que possui o Braço Forte e a Mão Amiga, que guarda e ampara a nossa Pátria e que sempre pautou seus objetivos e propósitos na defesa, no progresso e nos interesses de nosso amado Brasil. 
 Novos e mais complexos desafios lhes serão apresentados.
 No entanto, temos a certeza de que continuarão sendo vitoriosos e manterão o brilho nos olhos, a cada objetivo conquistado.
 Que o Bom Deus continue a iluminar seus caminhos e a abençoar seus passos. Sejam sempre muito felizes!!

1º ano, Tudo por um ideal!!!


Se o governador fosse do Psol.


Já pararam para pensar como teriam sido as orientações para o negociador do sequestro do ônibus, se o governador do Rio fosse do Psol?

Não?!

[07:00 AM]
- Coronel, de quem foi a ordem para colocar um sniper em cima da ambulância?
- Foi minha, governador.
- Pode ir tirando, já!

[8:00 AM]
- Coronel, enviaram água gelada e frutas para o sequestrador?
- Sim, governador, do jeito que o representante do seu partido orientou.

[9:00 AM]
- Coronel, esses policiais estão muito perto do ônibus.
- Governador, o sequestrador matou uma idosa, estuprou uma jovem passageira, mostrou o pênis na janela e agora está tentando fugir com o veículo.
- Providencie uma escolta.

[10:00 AM]
- Coronel, que fogo é esse?
- O sequestrador incendiou o ônibus com todo mundo dentro, e agora está colocando dinamite na estrutura da ponte.
- Chame o esquadrão anti-bombas. Esse menino está colocando a própria vida em risco.

[11:00 AM]
- Coronel, não consigo mais ver a ponte. O que houve?
- A ponte caiu, governador.
- E o rapaz, estava com colete salva-vidas?



O “PL do poliamor” e a vitória da reação.


Seria votado hoje (21/8) em Comissão da Câmara dos Deputados em Brasília, DF, um Projeto de Lei (PL) que vinha sendo popularmente chamado de “PL do poliamor”. O PL nº 3369/2015, de Orlando Silva (PCdoB), reconheceria como família “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas” e “independente de consanguinidade”. O Projeto, cujo texto pode ser lido aqui, pretendia instituir o “Estatuto das Famílias do Século XXI” e trazia a seguinte justificativa: “Há tempos que a família é reconhecida não mais apenas por critérios de consanguinidade, descendência genética ou união entre pessoas de diferentes sexos. As famílias hoje são conformadas através do amor, da socioafetividade, critérios verdadeiros para que pessoas se unam e se mantenham enquanto núcleo familiar.”

A polêmica foi grande nas redes sociais justamente pelas brechas e más interpretações que o texto apresentava. Talvez seus proponentes não esperassem tamanha repercussão e quisessem aprovar o PL na surdina, mas a sociedade está alerta e a internet veio dar voz às pessoas comuns. A reação veio e, para evitar maiores problemas, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Helder Salomão (PT), publicou às 19h24 de hoje uma nota no site da Câmara dos Deputados explicando por que o PL não mais será votado amanhã, e diz que retirou o PL da pauta, a pedido do relator Túlio Gadêlha (PDT), “para aprimoramento de sua redação por meio da elaboração de substitutivo”.
Antes da retirada do projeto da pauta, o deputado Orlando Silva chegou a argumentar que as reações contrárias se tratavam de fake news, no que foi seguido por perfis ideológicos no Facebook e outras redes sociais. Por isso é muito bem-vinda a admissão de que o texto precisa de aprimoramento, pois não estava claro, o que é justamente o que muitos youtubers e blogueiros conservadores e defensores da família tradicional estavam destacando.

A professora de direito da USP e deputada estadual Janaína Pascoal comentou: “Eu não sei o que se pretendeu com o PL 3369/15. Só sei que a redação dá margem a situações bem problemáticas. […] Da maneira como escrito, o texto legal normaliza o incesto e, no limite, pode até favorecer a pedofilia. Acredito não ter sido esse o fim. Mas penso que seria melhor retirar o projeto. Peço, encarecidamente, que os parlamentares federais olhem com cautela.” A advogada e parlamentar teria, também, propagado fake news? Obviamente que não.
O advogado Arthur Albuquerque explica que, “na prática, o projeto traduz-se num reconhecimento de uniões incestuosas entre duas ou mais pessoas, interpretação a que se chega facilmente sem nenhum rodeio, com a simples leitura do teor da propositura”. E diz mais: “Pela ótica jurídica, em rápida análise, percebe-se que a proposta se choca frontalmente com os impedimentos para o casamento elencados no art. 1521 do Código Civil brasileiro, e com a lei nº 9.278/1996. Conflito que certamente é de conhecimento do deputado e de sua assessoria, haja vista sua experiência no Parlamento, o que nos impede de considerar a propositura como mera ingenuidade.”
A jornalista Débora Carvalho diz que “levantar esse assunto é uma questão de responsabilidade, e uma evocação para ficarmos atentos! O texto do referido PL apresenta termos que facilmente podem ser utilizados como ‘brecha na lei’, como dizem os advogados, para que interessados reclamem seu garantido direito de legalizar ‘toda forma de união’ para constituir família ‘independente de consanguinidade’. E isso significa exatamente o que você entendeu: casamento entre parentes próximos, incesto… e todo o resto que você está imaginando. Sendo ou não intenção genuína ou original do autor do PL, o fato em questão é que o texto claramente dá margem para uma interpretação pertinente a casamento incestuoso. Ao fazer uso do contexto ‘todas as formas de união’ para constituir família, vinculada às palavras ‘independente de consanguinidade’, o PL traz, em seu subtexto, uma intenção implícita – e pode confirmar com qualquer professor de redação – de levantar a discussão sobre o incesto e a poligamia, e até mesmo incesto com poligamia.”
A jornalista questiona: “Ao deixar essa lacuna, o PL abriria brechas na lei. Qual foi a intenção de escolher justamente o termo utilizado para casamento? Qual o objetivo de vincular a esse termo as palavras ‘independente de consanguinidade’? Não sejamos tão ingênuos e complacentes a ponto de acreditar cegamente que o subtexto do PL é maldade na cabeça de quem leu, muito menos que a intenção do Projeto seria o de amparar mães solteiras.”
Atualmente, a Constituição Federal prevê o conceito de “família”, em seu artigo 226, como “a união estável entre homem ou mulher e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”. No caso de casais homossexuais, a união estável não é reconhecida em lei, mas se trata de um direito garantido na Justiça após decisão do Supremo Tribunal Federal em 2011. Sabendo disso, por que parlamentares experientes tentaram, assim mesmo, aprovar o “PL do poliamor”? Por que usar uma linguagem ambígua em um Projeto de Lei (tão ambígua que agora precisa de revisão)?
Se a intenção era mesmo a de passar despercebido, não deu certo, pois tem gente atenta e fazendo o que todo cidadão pode e deve fazer: cobrar responsabilidade e coerência de seus representantes. Continuemos atentos. [MB]

terça-feira, 20 de agosto de 2019

A Polícia tomando as decisões inerentes a sua formação.


Diferente do desfecho do sequestro do ônibus 174 no ano 2.000, onde a interferência política do então governador Anthony Garotinho não deixou a polícia tomar as decisões de sua alçada, o desfecho de hoje foi coroado de sucesso tendo a polícia neutralizado iminente perigo a vida de 37 pessoas sequestradas e mantidas dentro de um ônibus recheado de inflamáveis.


Ponto para o Governador Wilson Witzel que deixou decisões serem tomadas no momento oportuno, agradecimento da sociedade do Rio de Janeiro a todos Policiais de diversas Corporações e Bombeiros que participaram desta empreitada arriscada onde o que estava em jogo eram 37 vidas diretamente ameaçadas e outras milhares "ilhadas" na Ponte Rio-Niterói.

Governador Witzel chegando na Rio-Niterói.


Vozes da esquerda e dos "direitos dos manos" se apressam em dizer que foi uma morte desnecessária, mas foi sim necessária a neutralização/eliminação do perigo, já que o tomador de reféns ao sair do ônibus, não se entregou, fez menção de novamente adentrar no coletivo, onde estavam instalados vários recipientes com liquido inflamável, ligados por cordões e que poderiam ser inflamados em série culminando com a carbonização do ônibus com todos os seus ocupantes.


O tomador de reféns não era assim tão inofensivo. Decisão de neutralizar/eliminar acertada e tomada no momento certo!

Quanto a quantidade de disparos efetuados contra o sequestrador, se fez necessária tendo em vista que o único sniper em condições de disparar foi o que estava no helicóptero e já que a aeronave oscila, disparos se perderam e outros se fizeram necessários para que o meliante não voltasse para dentro do ônibus.


Um novo repensar aos bandidos que infestam o Estado do Rio de Janeiro, temos polícias preparadas para neutralizar/eliminar que ouse colocar em risco a sociedade ordeira! Tomando suas próprias decisões.

População comemora o desfecho na Ponte Rio-Niterói.