quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Estamos cegos e não conseguimos ver?


Uma convivência entre traficantes e terroristas, foi assim que tudo começou até chegar ao estágio em que se encontra o crime organizado no Brasil e em especial no Rio de Janeiro, onde num curto período seis pessoas foram mortas por "balas perdidas" durante confrontos entre narco terroristas e a polícia.

O Rio de Janeiro teve pelo menos seis jovens mortos em comunidades carentes ou perto delas em cinco dias - desde a última sexta-feira (9) até esta quarta. As vítimas foram atingidas por balas perdidas ou baleadas diretamente - a maioria enquanto aconteciam operações policiais. Segundo parentes de todas as vítimas, nenhuma delas tinha qualquer envolvimento com o crime.
Na época, década de 60, uma intima relação entre os chamados "presos políticos" e "vagabundos" em geral, possibilitou troca de informações onde um grupo poderia se beneficiar com a atividade de outro. Assim o tráfico passou a sustentar a militância esquerdista que se infiltrou nas comunidades e o tráfico assimilou conhecimentos da "militância", que "os fins justificam os meios" e qualquer iniciativa é válida quando o objetivo é conquistar algo importante para eles. Neste caso matar um inocente durante confronto armado para culpar as Forças de segurança Pública.


Dificilmente o culpado dessas mortes serão apontados, projéteis de fuzis além de causar grande estrago não é encontrado para pericia, continuou seu trajeto após atingir sua vítima.


Há décadas existem relatos em que traficantes em sua correria pelas vielas das comunidades, na iminência de serem presos, disparam contra pessoas para que a polícia deixe de persegui-los para fazer o socorro do ferido, hoje a situação não é diferente, dentro do "slogan" de desmilitarizar a Polícia Militar, a arma selecionada para este objetivo é provocar um confronto armado para quando houver a reação da polícia, um inocente ser alvejado e a polícia ser culpabilizada.


as emissoras de televisão são acionadas, moradores mibilizados para incendiar ônibus em protesto e vários "policiólogos" formados nos porões de universidades infestadas por militância esquerdistas se apressam em dar entrevistas dizendo que a polícia se precipitou, que fez disparos sem alvo específico, que não houve planejamento.
Ora, uma simples análise põe fim a esse discurso! Os narco traficantes-terroristas não têm nenhum compromisso com o destino do projétil disparado por seus fuzis, não possuem treinamento especifico para lidar com armamento de guerra e seu objetivo é sempre culpar a polícia por mortes ocorridas nesses confrontos. O policial tem treinamento, discernimento e sabe o momento certo de efetuar disparos.


Visualizando imagens e vídeos que circularam nas redes sociais é possível perceber a real intenção desses confrontos, carros perfurados por dezenas de projéteis, granadas encontradas dentro da casa de moradores, que só não causou mais mortes por terem falhado. A intenção é desestabilizar a segurança pública perante a sociedade, mas, será que estamos tão cegos assim que não conseguimos ver?

Nenhum comentário:

Postar um comentário