segunda-feira, 5 de agosto de 2019

O Instituto "Che Guevara"


Com essa gritaria da bandidagem contra a indicação de Eduardo Bolsonaro para cargo diplomático nos EUA, mais pessoas se informaram sobre o Instituto Rio Branco, outrora ambiente de aceitação e formação de nossa elite intelectual.


As pessoas estão descobrindo que o Instituto Rio Branco foi transformado, após quatro governos consecutivos da máfia esquerdista, em Instituto Che Guevara para formação de vagabundos lulalivristas e maduristas, que saem de lá disfarçados de diplomatas.


É deprimente ver um Instituto que formou alguém como José Guilherme Merquior ter uma turma de formandos, por exemplo, que escolheu a psolista Marielle Franco como patrona.


Pensem bem: o que esperar de um bando de mentes infectadas que se reúnem e escolhem uma factoide esquerdista como patrona? Porém, o aparelhamento do Ex-Instituto Rio Branco não se resume ao "acidente" desses apaixonados pelo "símbolo" Marielle.


Para acomodar os militantes esquerdistas, durante quatro governos a máfia foi destruindo o Instituto. Entre outras coisas, substituíram provas dissertativas em inglês e francês por provas com "multiplas escolhas", para os retardados conseguirem admissão e depois gritarem dentro do Instituto: "Marielle Vive"; "Lula, guerreiro do Brasil"; "Em defesa da nossa 'soberania' ".

Para transformar o Instituto Rio Branco em Instituto Che Guevara, os mafiosos também atacaram os sólidos planos de carreira que caracterizavam a instituição; e em muitos documentos trocaram o exigente e justo "obrigatório fluência total em inglês e espanhol" para o relativo "desejável conhecimentos de inglês e espanhol".


Em estágios menos ou mais graves, todas as instituições importantes do Brasil continuam em processos de cubanização, os quais precisam ser interrompidos.



São esses cubanizadores que são contra o Brasil ter um fortíssimo aliado em Washington.


Apressam-se em desmentir a mudança de nome do Instituto Rio Branco, mas é notório que a mudança não está no nome e sim Na formação ideológica inserida pela esquerda durante décadas. (Não mudou de nome, mas é esquerdista!)

3 comentários:

  1. Quando o ministro das Araujo os enviar para CUBA, VENEZUELA, ANGOLA, BOLIVIA, COREIA DO NORTE E VIETNAM, saberemos se REALMENTE se identificaram com o nome da turma. Aposto que a maioria quer ir para outros lugares onde o comunismo foi banido.
    Faça sua parte Ministro, enviem esses "defensores dos direitos humanos" para os paises que implantaram aquilo que defendem.

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    1. Para sua informação o Itamaraty não obriga nenhum diplomata a ir para determinado país, não é assim que funciona.

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