terça-feira, 19 de novembro de 2019

OS PORTÕES DO INFERNO SE ABRIRAM.


Soltaram um preso, ele é apenas um criminoso condenado que lesou a sociedade e destruiu vidas. Mas ele se crê acima da lei, ele se crê a lei e os seus crimes assim o são porque ainda não mudaram as leis para torná-lo honesto.
Embora ele se creia algo maior, é apenas um bandido.
E o soltaram, tanto fizeram que o soltaram!

Ao sair da fétida cela que ele empestiou, nenhum dos seus familiares estava na porta da prisão para abraçá-lo, para mostrar amor e aceitação. Nenhum dos seus filhos foi visto depois de preso ou lhe dirigiu a palavra, nem mesmo quando apenas um processado. Sua familia o abandonou como a um rato sarnento.

Ao sair, ver a luz do sol nas ruas onde agora pode caminhar, não buscou o seio da família nem em seus netos ou nos consanguíneos mais distantes. Ele abandonou a família na negação que todo canalha faz.

O psicopata esqueceu até dos túmulos da defunta esposa, do irmão morto enquanto na prisão, da mãe de quem disse se orgulhar e do neto, dito amado neto, a quem mentiu ter chorado a morte. Ele nunca chorou lágrimas de verdade por ninguém.

Solto, embarcou no luxo de um jato de bajulador comparsa, foi para caro jantar escolhido e dormir em colchas rebuscadas, como se a vida acontecesse em um cabaré.

E o mundo é seu palanque, os desvalidos a lenha da sua fogueira que gera o vapor que movimenta a máquina da sua doença ambiciosa. Todos e tudo valem apenas o que lhe aprouver, tudo e todos para lhe servir.


Esse ser é mais vazio do que o poço no deserto, mais importante que um balde furado. E é ele, agora, que incita a nação à uma guerra entre irmãos, uma convulsão sanguinária sem nenhum fim além da sua satisfação.
Esse ser, enquanto vivo, atenta contra a vida de todos. Um criminoso, um bandido, um canalha de quem teremos que nos defender a qualquer custo.

Gilnei Moraes
Grupo Agora Chega





Um comentário:

  1. É uma honra ter meu texto aqui divulgado. Os homens livres e de bons costumes tem que incisivamente se expressarem nesse momento tão delicado da amada nação.

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