sexta-feira, 5 de junho de 2020

Os novos senhores, ou o singular racismo da esquerda mundial.



A esquerda mundial quer se apropriar da história e da vida das pessoas, e acaba por protagonizar situações surreais.

Em um vídeo que circula na internet, uma mulher branca, provavelmente bem nascida,  tenta convencer uma mulher negra que essa é oprimida, não tem consciência racial, e que precisa aprender com ela - branca e "superior" - o que é racismo e como "resistir" a ele.

É hipocrisia e mau-caratismo que se diz?

A mulher branca parece acreditar realmente que está em um estágio superior de consciência e desenvolvimento ao da mulher negra e, paradoxalmente, quer convencê-la  que está ali lutando por ela e contra o racismo. Em seu íntimo, ela deve pensar "veja como sou superior a você, e por isso posso lhe dizer como se sentir, pensar e agir".

Que processo mental é esse onde alguém, ao mesmo tempo em que diz que "Black Lives Matter", se coloca numa posição de superioridade intelectual e moral à uma pessoa negra?

É hipocrisia e mau-caratismo que se diz?

Essa gente não está preocupada com vidas negras, brancas, pardas, vermelhas ou amarelas; mas sim em instrumentalizar pessoas para que sirvam de massa de manobra para seus projetos políticos e ideológicos de dominação; onde eles, evidentemente, como uma "elite iluminada" exercerão o poder.

Esse processo, ao longo da história, já foi operado por diversos sistemas ideológicos, dentre eles o positivismo, doutrina política que defendia que o poder em uma sociedade deveria ser exercido por uma elite superior, mediante um rígido controle social sobre os "menos aptos e
esclarecidos", ou seja, a maioria. Hoje a esquerda assumiu este papel.

Não é sobre negros, não é sobre brancos; mas sobre como os novos senhores de escravos querem se impor sobre todos nós, e tirar nossa liberdade.


A esquerda mundial quer conduzir a todos  - independente da cor da pele - de volta aos navios negreiros, dizendo que eles são bons, e sabem o que é melhor para nós.

É disso que se trata: não é sobre liberdade, mas sobre os novos senhores.

Por Adão Paiani, Advogado em Brasília/DF

Não desistimos!


No começo da semana, alguns amigos preocupados, me mandaram mensagens  dizendo estar desmotivados, caídos, pois agora a oposição tinha ido  para a linha de frente, e que a perseguição a Bolsonaro tinha se intensificado. Era um golpe eminente.

Não se pode mentir que realmente houve, e ainda se mantém, a tentativa  de remover Bolsonaro por um impeachment. Porém,  tudo que eu digo é  calma, não se desesperem pois o pior está passando, e pouca gente está  percebendo.

Para começar, mortes pelo Corona começaram a cair, e  muitos lugares já começam a questionar seus números. A Hidroxocloroquina  voltou aos testes, e até a Lancet que fez o maior estudo clínico do  medicamento colocando em dúvida o tratamento, agora teme ter feito isso  de forma equivocada. Uma auditoria foi convocada. O retorno gradual das  atividades no Brasil começa a ganhar fôlego.

O governador do Rio  provavelmente será preso. Seus apoiadores já o abandonaram. Isso  significa que Witzel, inevitavelmente vai entregar mais gente, e a base  de inimigos de Jair Messias, vai reduzir drasticamente. Isso sem dizer  que a princípio, ele não é o único governador encrencado.

A PL  2630/2020 que era uma afronta à liberdade, foi tirada de pauta, graças a  pressão popular na internet e de alguns deputados no congresso. Trump  qualificou o movimento antifa como terrorista. Isso abriu base legal  para ações jurídicas internacionais contra esses baderneiros, que agora,  terão ainda mais dificuldades em suas ações. Inclusive os deputados e  vereadores que convocaram e participaram de protestos violentos em SP e  Curitiba, estão na mira de possíveis processos.

O Brasil foi  anunciado como possível membro do G8, o que anima a perspectiva  econômica. A bolsa de valores volta a subir, o dólar começa a cair, e  outros países anunciam investimentos no país. Estamos andando. Não é a  toa que estão querendo provocar uma intervenção, pois se passar a  turbulência, Bolsonaro será imbatível.

Então pare de ter medo e  aguente firme aí. Serão mais dois anos de bombardeios, mentiras,  traições e truques sujos. Precisamos de vocês inteiros, fortes e  dispostos, pois a luta será diária. Se posicione! Mil dias de medo, não  valem uma hora de coragem pura.

E se aquele cara aguenta facada,  cuspida, mentira, ofensa, injúria e difamação, violência e agressões, nós também aguentamos um pouquinho de pressão. O vídeo ministerial já  está em 25 línguas, e mudando a opinião de muita gente por todo o  planeta.

Desistir de Bolsonaro, é desistir do Brasil. Não podemos. E não iremos!
Conto com vocês.


Texto de Victor V. Serran 

Convite à Anarquia - A rua não tem dono


O presidente Jair Bolsonaro qualificou como “marginais” e “terroristas” os grupos que se denominam “antifascistas” e que foram às ruas no fim de semana passado para protestar contra seu governo. É assim que o presidente da República resolveu tratar movimentos que, a despeito das restrições impostas pela pandemia de covid-19, começam a sair de casa para expressar seu repúdio a ele e a seu sistemático desrespeito à democracia.
Até agora, as ruas pareciam ser um território francamente dominado pelos camisas pardas do bolsonarismo. Hostis à quarentena imposta em quase todo o País para conter a pandemia, esses celerados desafiaram autoridades e realizaram frequentes protestos ao longo dos últimos meses, promovendo aglomerações em locais públicos e, assim, contribuindo para a disseminação do coronavírus, em claro atentado à saúde pública.
Em diversas ocasiões, o presidente da República, em pessoa, participou desses atos, estimulando seus apoiadores a continuar a afrontar governadores de Estado que haviam adotado medidas restritivas – tratados publicamente como inimigos por Bolsonaro. O presidente tampouco pareceu incomodar-se com as faixas de teor golpista que infestavam esses protestos contra o Judiciário e o Legislativo e demandavam “intervenção militar”.
A insolência dos bolsonaristas jamais foi objeto de crítica ou censura por parte do presidente, nem mesmo quando se soube que havia armas no acampamento de seus apoiadores em Brasília – cujos integrantes se apresentam como o “exército que vai exterminar a esquerda”. A líder desse bando chegou a divulgar um vídeo na internet em que faz ameaças diretas de violência contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, dizendo que iria “infernizar a vida” do magistrado.
Além disso, tem sido frequente, nas manifestações bolsonaristas, a presença de símbolos de um grupo paramilitar ucraniano de extrema direita que se identifica com o nazismo. Houve até um deputado bolsonarista que disse que “está na hora de ucrânizar (sic) o Brasil”, referindo-se aos confrontos que derrubaram o governo ucraniano em 2014, especialmente ao momento em que os manifestantes jogaram um deputado em uma caçamba de lixo – sonho de dez em dez bolsonaristas, hostis à política e à democracia representativa.
Para Bolsonaro, esse é o “povo” que “quer liberdade, quer democracia”. Já os cidadãos que, cansados de tanta afronta à democracia, resolveram deixar o confinamento para demonstrar seu absoluto repúdio a essa escalada autoritária, estes são chamados de “terroristas” pelo presidente. “Não podemos deixar que o Brasil se transforme no que foi há pouco tempo o Chile”, disse Bolsonaro, aludindo aos protestos contra o governo chileno em 2019, que em vários momentos se tornaram violentos.
“Não podemos admitir isso daí. Isso, no meu entender, é terrorismo. A gente espera que esse movimento não cresça, porque o que a gente menos quer é entrar em confronto com quem quer que seja”, acrescentou o presidente, em ameaça explícita de violência contra seus opositores – exatamente como fez seu ídolo, o presidente americano, Donald Trump, que também chamou os manifestantes que tomaram as ruas dos Estados Unidos de “terroristas” e ofereceu o Exército para enfrentá-los.
Com isso, Bolsonaro reivindica para seus fanáticos devotos o exclusivo usufruto das ruas como local de manifestação. Quem quer que ouse ocupá-las para questionar seu governo, apontar sua inépcia diante da pandemia e da crise econômica e denunciar seus frequentes atentados à democracia é, aos olhos do presidente, um delinquente.
Nada disso é por acaso. Premido pelo coronavírus e seu monumental impacto na vida nacional, obrigado a negociar cargos com a bancada da boquinha no Congresso para evitar um impeachment e assombrado por investigações policiais contra si mesmo e contra os filhos, Bolsonaro parece disposto a derrubar o tabuleiro de xadrez diante do xeque. O presidente inventa um confronto, que tão avidamente deseja, não só para intimidar seus opositores, mas principalmente para desviar a atenção de sua clamorosa incapacidade de governar.
No que depender dos brasileiros decentes, não vai conseguir nem uma coisa nem outra.

Comentário DefesaNet

A narrativa adotada pelo jornal O Estado de São Paulo é típica de Gremio Estudantil imbuído em fazer a revolução mundial.


DefesaNet

quinta-feira, 4 de junho de 2020

O Modelo Bolsonaro conseguirá realizar a sua “PERESTROICA”?


As tendências políticas, econômicas e sociais apontam para a emergência, na política e na sociedade, de indivíduos ou pequenos grupos extremamente poderosos unidos pela devoção às suas causas, mais do que ao desenvolvimento econômico e sucesso das políticas públicas, que visam bem atender a população.
A campanha nas eleições majoritárias de outubro de 2018, mostrou uma tendência nova e, para muitos, preocupante sobre a histórica polarização da luta política entre direita e esquerda no Brasil, a tentativa da grande mídia de influenciar nas eleições em favor da esquerda.
Bolsonaro chegou à Presidência conquistando 55,13% dos votos válidos, contra 44,87% de Fernando Haddad (PT). As esquerdas e as grandes redes de comunicação sentiram o importante revés.
Lá vem a martelada![2] “Todo mundo martela para baixo, um prego que sobressai.”[3] Um grupo de pessoas e a imprensa cooptada não consegue suportar o sucesso político da direita liberal no Brasil, e gastam tempo e energia para denegrir, manchar a honra de quem foi o condutor da vitória política em outubro de 2018.
A grande mídia, após a posse do governo Bolsonaro, ampliou sua participação na polarização da política, ao tomar partido da oposição, usando seus canais de notícia como ferramenta para os ataques, sem convidar participantes independentes, profissional e politicamente falando, de modo a dar direito ao contraditório.
Com um Parlamento muito fragmentado, mas com uma perspectiva de grande sintonia com Washington e em meio a uma generalizada onda direitista no continente, o primeiro ano de mandato teve importância não só para o Brasil, mas também provavelmente para toda a região. Pelo peso do Brasil e pela tendência da América Latina ao rápido contágio transfronteiriço de experiências políticas, como mostram o movimento pendular continental para a esquerda na primeira década deste século, com a posterior maré generalizada à direita.
A vida democrática pressupõe, ao mesmo tempo, um grau de estabilidade política e da aceitação das mudanças ordenadas e legitimas do Poder, caso contrário, o chamado regime democrático de direito, mergulha em um agitado período de crise e disputa política.
Na era da informação o conhecimento passa a ser um recurso econômico e político crucial, as redes e meios de comunicação atuais (De massa e eletrônicos) se convertem em estrutura crítica, aqueles que dominam o conhecimento e os meios de comunicação se apoderam de um grande Poder Político.
No Brasil os meios de comunicação buscaram influenciar os resultados eleitorais e procuram explorar crises constantes, uma atrás da outra, buscando determinar, a agenda diária do governo e obrigar ao Poder Político a enfrentar uma corrente de crise e controvérsias.
O efeito tem sido uma aceleração da vida política que força o governo a tomar decisões sobre matéria cada vez mais complexa, em um ritmo que se faz mais rápido dia a dia, convertendo-o em vítima, por assim dizer, do apoderamento de Poder daqueles que dominam o conhecimento e os meios de comunicação.
No momento a luta pelo Poder se trava entre Executivo, Legislativo, Judiciário e representantes dos meio de comunicação (Grande mídia) que não foram nem eleitos, nem nomeados, mas escolheram um lado na atual polarização política.
No passado recente não foi diferente o difícil relacionamento das principais redes (Grande mídia) com o governo, senão vejamos:
Fernando Collor de Mello promoveu uma relação complicada, a imprensa foi dura com Collor. Seu impeachment começou com uma denúncia a Veja, e a imprensa atuou como instigadora política, fustigando o então presidente. A relação foi complicada.  (Avesso a críticas, governo Lula vê imprensa livre como adversário. Veja - 20 set 2010)
Fernando Henrique Cardoso diz que "Folha" promovia campanha de "desmoralização" durante seu governo. Para ele, alguns colunistas visavam tirá-lo do cargo. "É uma nostalgia de impeachment, como se houvesse uma imprensa capaz de derrubar pessoas". (Portal IMPRENSA  20/10/2015)
- Sobre a Rede Globo FHC afirmou, ainda, “e por mais que sejam nossos amigos os que estão lá hoje, e são até bastante amigos meus, Merval [Pereira], Ali Kamel, não há quem controle as coisas." 
- Quanto ao Partido dos Trabalhadores não pode passar despercebido que, alçado ao Poder, Lula e o PT concentraram artilharia pesada contra a imprensa livre, pilar da democracia, buscando miná-la. Em oito anos de governo, foram várias as tentativas de cercear a atividade jornalista. (Avesso a críticas, governo Lula vê imprensa livre como adversário. Veja - 20 set 2010)
Com a Crise do Coronavírus a luta pelo Poder exacerbou a busca do protagonismo na solução do problema pelos Chefes dos Poderes da República e de Governadores que pretendem viabilizar futuras candidaturas a Presidente, e de importantes redes de comunicação buscando desacreditar e desestabilizar o governo e as autoridades federais com a intenção de apoiar a esquerda na polarização política, com isso a sociedade se vê desprotegida e presa num triplo laço de interesses.
Conclusão:
- É importante que as autoridades brasileiras tenham uma visão estratégica e pensem no futuro do nosso país e não nas próximas eleições.
- Vemos hoje o legislativo, judiciário e os governadores operando independentemente da atuação da Administrativa Federal, em busca de sua própria agenda e projetos.
- É imprescindível a atenção e a participação da sociedade no momento político e social que o Brasil está vivendo, para que as ações no combate ao coronavirus sejam articuladas para bem atender as necessidades da saúde e da economia, para que as ações de polarização política não possam passar despercebidas na busca de seus objetivos, e adquirir uma posição vantajosa antes que as  autoridades comprometidas com a defesa da democracia e a sociedade possam perceber a situação e reagir para  se contrapor a essa atividade de desestabilização do governo.
- Por fim repetir J R Guzzo no artigo Resistentes”. “Não se trata simplesmente de fazer oposição. Trata-se de anunciar ao Brasil que os derrotados não aceitam o resultado estabelecido pelos eleitores”
Carlos Alberto Pinto Silva.[1]

[1] Carlos Alberto Pinto Silva / General de Exército da reserva / Ex-comandante do Comando Militar do Oeste, do Comando Militar do Sul, do Comando de Operações Terrestres, Ex-comandante do 2º BIS e da 17ª Buda Inf. Sol, Chefe do EM do CMA, Membro da Academia de Defesa e do CEBRES.
[2] Livro “Livre-se dos “Corvos”. Luiz Marins
[3] Ditado japonês.

VIVEMOS UMA HIPER DEMOCRACIA?


1. PARA REFLEXÃO
As finanças do Brasil, os seus recursos naturais e sua capacidade produtiva foram roubadas de forma abusiva por alguns políticos e empresários corruptos, e usados para fazer valer sua vontade. Contrastando, as forças de reação democráticas são muitas vezes descritas como muito fracas, incapazes, não comprometidas, e muitas vezes desaminadas.
Observa-se, na atual conjuntura brasileira, a eclosão de um Ponto de Ruptura (Falta de ética na política, má gestão,  corrupção generalizada, e falta de segurança pública), que propicia uma reação que faz com que uma mudança (Social, política e ética), radical, seja esperada, e com o passar do tempo aconteça e vire numa certeza para nossa sociedade. Pontos de Ruptura desafiam a sociedade a ver, ouvir, pensar e reagir.
A percepção da influência de uma extensa “classe média não engajada” é capital para chegar ao sucesso, de forma que esses não engajados se tornem, mais cedo ou mais tarde, soldados da luta na defesa da democracia.

2.  A REBELIÃO DAS MASSAS

     Segundo José Ortega y Gasset em seu livro “A Rebelião das Massas”:
- O povo já sabia que era soberano; mas não acreditava nisso. Os direitos niveladores da generosa inspiração democrática se converteram, de aspirações e ideais, em apetites e supostos inconscientes. (Eliane Souza da Silva)
- Se, portanto, o nível médio da população se encontra hoje onde antes só chegavam as aristocracias, isso significa que o nível da história subiu de repente, num pulo, em uma geração. A vida humana ascendeu na totalidade.
Diríamos que o soldado de hoje tem muito de capitão; o exército humano já é composto de capitães. Basta ver a energia, a resolução, a facilidade com que qualquer indivíduo de hoje atravessa sua existência, agarra o prazer que passa, impõe sua decisão. Tudo tem sua causa e sua origem na elevação geral do nível histórico.
- Vivemos uma época de nivelações: nivelam-se as fortunas, nivela-se a cultura entre as diversas classes sociais, nivelam-se os sexos. Portanto, vista deste ângulo, a manifestação[2] das massas significa um fabuloso aumento de vitalidade e possibilidades. O homem médio aprende que todos os homens são legalmente iguais.
- De repente a multidão tornou-se visível e instalou-se nos lugares preferenciais da sociedade.
- É evidente, até acaciano, que a formação normal de uma multidão implica a coincidência de desejos, de ideias, de modo de ser dos indivíduos que a integram. Contudo, a massa não atua por si mesma. Veio ao mundo para ser dirigida, influída, representada, organizada, até para deixar de ser massa. Mas não veio ao mundo para fazer tudo isso por si. Necessita referir a sua vida à instância superior, constituída pelas Lideranças[3].
- Nunca lhe ocorreu opor às “ideias” do político outras suas, nem se quer julgar as “ideias” do político através do tribunal de reflexões que acredita ter.
- Numa boa organização das coisas públicas a massa não atua por si mesma. Essa é sua missão. Veio ao mundo para ser dirigida, influída, representada, organizada, até deixar de ser massa, ou pelo menos, aspirar a isso.
- O homem não permanece imune a repercussões originárias dos deslocamentos e crises do imperar e do Poder. Mas como é social fica transtornado em sua índole privada pelas mudanças que, a rigor, só afetam imediatamente a coletividade.
 
3. SITUAÇÃO DO BRASIL E A HIPER DEMOCRACIA[4]

“Democracia não consolidada: existe uma propriedade que se destina a avaliar se as autoridades eleitas exercem seus mandatos no que diz respeito ao genuíno poder de governar sem que sejam ofuscados por atores políticos não eleitos. Se as eleições são livres e limpas, mas elegem um governo que não consegue controlar algumas das principais arenas políticas pela causa, então esse regime político não apresenta uma democracia consolidada”[5].
“A composição dos poderes do Estado brasileiro, que adotou a teoria de Montesquieu em sua Constituição, funciona da maneira tripartite: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, independentes e harmônicos entre si. Cada um desses Poderes tem sua atividade principal e outras secundárias”[6].
A função mandar e obedecer é decisiva em toda sociedade principalmente quando se tratar da relação entre os poderes. Sempre que esta questão não estiver bem definida, tudo o mais funcionará mal, diferente e de forma lenta.
É necessário que, de início, se reúna dados para saber como anda em nosso país a consciência de mando e obediência, o que, certamente, mostraria a grande dose de desmoralização íntima, de aviltamento, que produz no homem médio de nosso país o fato de ser uma nação que vive com a consciência pesada no que se refere a questão de mando obediência. Como, também, não é possível converter em normalidade sadia o que é criminoso e anormal em sua essência, o indivíduo opta por se adaptar ou reagir.
Hoje, assistimos ao surgimento de uma hiper democracia na qual a massa atua diretamente sem uma norma que a legitime, por meio de pressões materiais, impondo suas aspirações e seus gostos.
A massa presumia que, afinal contas, com todos os seus defeitos e imperfeições, as minorias políticas entendem um pouco mais dos problemas políticos do que ela.
Agora em vez disso, a massa acha que tem o direito de impor e dar força de lei aos seus problemas do dia a dia. Duvido de que em qualquer outra época da história a multidão tenha tentado a governar tão diretamente como em nossa época. Por isso se falar em hiper democracia.
hiper democracia que tudo indica iniciamos a viver, paradoxalmente, dificulta a realização do bem comum, porque dificulta o trabalho de governar.

4. CONCLUSÃO

Podem-se discutir à vontade quais são as lideranças capazes de opor às ideias do político; mas que sem elas - sejam umas ou outras - as mudanças políticas não acontecerão. “As minorias pensantes é que são capazes de opor às ideias do político outras suas, que representem as tendências e desejos das massas”. 
“Os componentes dessa multidão não surgiram do nada. Os indivíduos que integram essas manifestações já existiam, porém, não como multidão. Espalhados em pequenos grupos, ou solitários, levavam pelo visto, uma vida diversa, dissociada, distante, passavam despercebidos, ocupavam o fundo do cenário político, agora se anteciparam às baterias, tornaram-se o personagem principal.  Já não há protagonistas: só há coro (A voz da massa)”.
É uma ingenuidade as pessoas pensarem que os Poderes da República irão se contentar sempre em agir para impor leis e ordens que elas queiram.     
É normal que eles acabem por definir e decidir por eles mesmos as ações que irão realizar e instituir, e que sejam naturalmente para atender os objetivos do Estado e os interesses da sociedade. O que leva a hiper democracia e a pontos de ruptura, e que deveria ser combatido, é quando são estabelecidas aquelas ações convenientes às autoridades para atender interesses próprios, algumas vezes escusos.
Permitam-me reafirmar que não é um problema do momento que vivemos, não se trata somente de defender um partido ou um governo.  A luta é pela vida, por liberdade, pela defesa de instituições republicanas, democráticas e com legitimidade e sem apoio do crime organizado. Se não houver mudanças na maneira de atuar e compromisso com o futuro dos principais atores institucionais a problemática continuará a existir em governos futuros.
Carlos Alberto Pinto Silva.[1] 

[1] Carlos Alberto Pinto Silva / General de Exército da reserva / Ex-comandante do Comando Militar do Oeste, do Comando Militar do Sul, do Comando de Operações Terrestres, Ex-comandante do 2º BIS e da 17ª Buda Inf. Sol, Chefe do EM do CMA, Membro da Academia de Defesa e do CEBRES.
[2] Subversão.
[3] Lideranças formadas de cidadãos possuidores de representatividade, social, legal, ou pertencentes à iniciativa privada capazes de opor ideias aos Poderes constituídos. Ex: federação das indústrias; federação da agricultura; grupos de serviços.
[4] Ideia de José Ortega y Gasset em seu livro “A Rebelião das Massas” adaptadas para o atual momento.

Hamilton Mourão: Opinião e princípios


A apresentação das últimas manifestações contrárias ao governo como democráticas constitui um abuso, por ferirem, literalmente, pessoas e o patrimônio público e privado, todos protegidos pela Democracia. Imagens mostram o que delinquentes fizeram em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Registros da Internet deixam claro o quão umbilicalmente ligados estão ao extremismo internacional.

É um abuso esquecer quem são eles, bem como apresentá-los como contraparte dos apoiadores do governo na tentativa de transformá-los em manifestantes legítimos. Baderneiros são caso de polícia, não de política.

Portanto, não me dirijo a eles, sempre perdidos de armas na mão, os que em verdade devem ser conduzidos debaixo de vara às barras da Lei. Dirijo-me aos que os usam, querendo fazê-los de arma política; àqueles que, por suas posições na sociedade, detêm responsabilidades institucionais.

Aonde querem chegar? A incendiar as ruas do País, como em 2013? A ensanguentá-las, como aconteceu em outros países? Isso pode servir para muita coisa, jamais para defender a Democracia. E o País já aprendeu quanto custa esse erro.

- As cenas de violência, depredação e desrespeito que tomaram as manchetes e telas nestes dias não podem ser entendidas como manifestações em defesa da Democracia (Opinião e princípios, publicado no OESP, 03/06/20) LINK: https://www.gov.br/planalto/pt-br/conheca-a-vice-presidencia/discursos-pronunciamentos-artigos/opiniao-e-principios 
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A legítima defesa da Democracia está fundada na prática existencial da tolerância e do diálogo. Nesse sentido, Thomas Jefferson, o defensor das liberdades que, como presidente eleito, rejuvenesceu a nascente democracia norte-americana em momento de aparente perda de seu elã igualitário, deixou-nos uma citação preciosa: “toda diferença de opinião não é uma diferença de princípios”.

Uma sociedade que se organiza politicamente em Estado só pode tê-lo verdadeiramente a seu serviço se observar os princípios que regem sua vida pública. Cabe perguntar se é isso que estamos fazendo no Brasil.

É lícito usar crimes para defender a Democracia? Qual ameaça às instituições no Brasil autoriza a ruptura da ordem legal e social? Por acaso, supõe-se que assim será feita algum tipo de justiça?

As cenas de violência, depredação e desrespeito que tomaram as manchetes e telas nestes dias não podem ser entendidas como manifestações em defesa da Democracia, nem confundidas com outras legítimas, enquanto expressões de pensamento e dissenso, essenciais para o debate que a ela dá vida. Desde quando, vigendo normalmente, ela precisa ser defendida por faces mascaradas, roupas negras, palavras de ordem, barras de ferro e armas brancas?

Não é admissível que, a título de se contrapor a exageros retóricos impensadamente lançados contra as instituições do Congresso e Supremo Tribunal Federal, assistamos ações criminosas serem apoiadas por lideranças políticas e incensadas pela imprensa. A prosseguir a insensatez, poderá haver quem pense estar ocorrendo uma extrapolação das declarações do Presidente da República ou de seus apoiadores para justificar ataques contra a institucionalidade do País.

Cabe ainda perguntar qual o sentido em trazer ao nosso país problemas e conflitos de outros povos e culturas.

A formação de nossa sociedade, embora eivada de problemas contra os quais lutamos até hoje, marcadamente a desigualdade social e regional, não nos legou o ódio racial e nem o gosto pela autocracia. Todo grande país tem os seus problemas, proporcionais a seu tamanho, população, diversidade e complexidade. O Brasil os tem, não precisa importá-los.

É forçar demais a mão associar mais um episódio de violência e racismo ocorrido nos Estados Unidos com a realidade brasileira. Como também tomar por modelo de protesto político a atuação de uma organização nascida do extremismo que dominou a Alemanha no pós-Primeira Guerra Mundial e a fez arrastar o mundo a outra guerra. Tal tipo de associação, praticada até por um Ministro do STF no exercício do cargo, além de irresponsável, é intelectualmente desonesta.

Finalmente: é razoável comparar o regime político que se encerrou há mais de 35 anos com o momento que vivemos no País?

Lendo-se as colunas de opinião, comentários e até despachos de egrégias autoridades, tem-se a impressão que sessentões e setentões nas redações e em gabinetes da República resolveram voltar aos seus anos dourados de agitação estudantil, marcados por passeatas das quais eventualmente participaram e pelas barricadas em que sonharam estar.

Não há qualquer legislação de exceção em vigor no País: política, econômica ou social; nenhuma. As Forças Armadas, por mais malabarismo retórico que se tente, estão desvinculadas da política partidária, cumprindo rigorosamente seu papel constitucional. Militares da reserva, como cidadãos comuns, trabalham, até para o governo, enquanto os da ativa se restringem às suas atividades profissionais, a serviço do Estado.

Se o País já enfrentava uma catástrofe fiscal herdada de administrações tomadas pela ideologia, ineficiência e corrupção, agora, diante da social que se impôs com a pandemia, a necessidade de convergência em torno de uma agenda mínima de reformas e respostas é incomensuravelmente maior. Mas para isso é preciso refletir sobre o que está acontecendo no Brasil.

Quando a opinião se impõe aos princípios, todos perdem a razão. Em todos os sentidos.

Antonio Hamilton Martins Mourão, Vice-Presidente da República

quarta-feira, 3 de junho de 2020

O que você precisa saber sobre os protestos violentos para não ser idiota


Na década de 1930 do século passado, uma milícia paramilitar chamada Sturmabteilung intimidava e espancava violentamente qualquer pessoa que se manifestasse contra a ideologia nazista. Seus métodos serviram de modelo para camisas negras que aterrorizaram a Tailândia dez anos atrás e para a ANTIFA que tumultuou o a vida dos americanos e brasileiros nos últimos dias.
Thaksin Shinawatra

Até 2008 a Tailândia tinha um primeiro ministro de ascendência chinesa que era extremamente corrupto, Chamava-se Thaksin Shinawatra. A família fez fortuna com comércio. Para se eleger, ele prometeu mundos e fundos para a elite comercial. Mas após se eleger, resolveu roubar sozinho e promoveu mudanças nas leis para ficar com o monopólio da telefonia celular.
Em setembro do mesmo ano, quando ele foi participar da abertura da Assembleia Geral da ONU em Nova York, os tailandeses tomaram o aeroporto de Bangkok, ele não pôde retornar. Com a sua deposição, Abhisit Vejjajiva assumiu o posto de Primeiro Ministro da Tailândia.
Thaksin provavelmente deve ter deixado muito dinheiro nos bancos dos países do Golfo Pérsico, de onde ele permaneceu financiando manifestações de rua na Tailândia. No começo, era gente simples do campo que ia para Bangkok em troca de uns trocados, sem saber direito o que estavam apoiando, todos de camisas vermelhas, e assim foram aos poucos tomando quarteirões inteiros, inclusive nos bairros mais chiques e caros da capital. Os organizadores ofereciam dinheiro para eles ficarem lá, e tinha até uma tabela de valores que eram pagos em dinheiro por dia ou por noite que passassem na cidade.
Com o tempo, eles passaram a preparar intimidantes barricadas de bambu com as pontas afiadas bloqueando as ruas. Nem mesmo os moradores podiam passar. Isso durou semanas e acontecia, inclusive, próximo ao setor das embaixadas de Bangkok.
A partir de 2010, Thaksin passou a financiar os bestiais "Black Shirts", todos mercenários estrangeiros, normalmente (australianos, neozelandeses, russos...). Depois disso, a violência cresceu de forma exponencial e a população ficou assustada.   Ao identificar a importação de arruaceiros, as Forças Armadas passaram uns três dias tentando recolher os camponeses que haviam sido levados em ônibus fretados sem saber direito o que estavam apoiando, coisa bem parecida com os militantes do PT que saíam do interior em ônibus fretados em troca de cinquenta reais e um pão com mortadela sem saber que ideia estavam apoiando.
As viaturas do Exército Tailandês passavam de noite e, pelo megafone, convidavam os camponeses a sair dos abrigos que ocupavam e avisavam que tinham organizado transporte para levá-los de volta para suas aldeias. Muitos saíram, mas outros tiveram medo, porque quando entravam nos ônibus para irem para o centro de triagem, tinham que apresentar suas identidades, e ficaram medo de represália. Mas enfim, quando os militares concluíram que tinham retirado os inocentes úteis das manifestações, o Estado Tailandês resolveu demonstrar que detinha o monopólio legítimo do uso da força e reprimiu vigorosamente os mercenários em apenas um dia, restabelecendo a lei e a ordem em Bangkok. Durante os confrontos violentos, os “black shirts” incendiaram mais de quarenta edificações da capital tailandesa, incluindo um shopping center e um secular teatro de madeira.
Tudo indica que a orquestração internacional das manifestações violentas está de volta e procurando gatilhos como pretexto para legitimar suas ações, dessa vez, no continente americano. Nos Estados Unidos, desde o dia 25 de maio, policiais brancos de Mineápolis estão presos e responderão na justiça por causa da divulgação de um vídeo que mostrava o negro chamado George Floyd sendo imobilizado por oito minutos com o joelho no pescoço e a cara no chão, após desmaiar, foi levado de ambulância e morreu a caminho do hospital.
Mesmo com a rápida ação do Estado americano na repressão aos policiais, uma onda de protestos violentos foi desencadeada. O grupo que está por trás das ações extremistas é a ANTIFA, organização de extrema esquerda, que normalmente também usa camisas negras e é patrocinada pelo especulador e globalista internacional George Soros para disseminar ódio e violência. Nesse caso, o que interessa é promover o caos, não interessando se talvez o mesmo tipo de abordagem desastrada poderia ter sido feito em um branco, o importante é divulgar uma narrativa de que houve racismo. 
Em represália, Donald Trump pretende rotular a ANTIFA como organização terrorista porque eles usam os mesmos métodos que a SturmAbteilung (juventude nazista) do Adolf Hitler usavam para intimidar quem se opunham a eles, um grupo de uns dez espanca quem estiver usando ostensivamente uma camisa que simbolize um movimento de ideologia contrária, tudo sempre na base da violência, para intimidar e acovardar quem se opões a eles.

Coronel Fernando Montenegro, Forças Especiais do Exército Brasileiro, Comandou a Ocupação do Complexo do Alemão no Rio de Janeiro e Professor na Academia da Força Aérea de Portugal

Filho do deputado do PT foi preso com 40 quilos de maconha.


Rogério Bordalo, que é filho do deputado Carlos Bordalo (PT-PA), foi preso em flagrante em estrada do Maranhão

Em operação realizada pela Polícia Civil do Maranhão, foi preso na cidade de Açailândia, no Maranhão, por tráfico de drogas, Rogério Alves Bordalo, 34 anos, natural do Pará.
O "ele não" também é traficante. Trafico de drogas e PT, sempre juntos de pai para filho.

 Monitorado pela polícia, através de interceptação telefônica, Rogério Bordalo foi preso na terça-feira (26) em uma barreira montada pela polícia próximo à comunidade de Pequiá, no município de Açailândia ao dirigir um veículo H20 de cor preta.

terça-feira, 2 de junho de 2020

Jogadas do STF



"Se o árbitro valida um gol de mão do atacante adversário, você aceita?"
A resposta é unânime: "Não!" Ninguém admite semelhante irregularidade.
Agora, se for em benefício do clube do seu coração, a maioria aceita como natural - embora sejam raros os que têm a franqueza de confessá-lo.

Mas não haveria problema em desdenhar princípios e regras do futebol, se essa atitude não refletisse aquilo que, no mais das vezes, o sujeito é na vida. Na média, as pessoas só são rigorosas na observância de princípios e regras enquanto não são contrariadas em suas conveniências.

Foram muitos os que aplaudiram quando, na qualidade de atacante do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Morais fez um "gol de mão". Mas aplaudiram só porque a defesa vazada é adversária.

O início da jogada foi em abril de 2019, quando o ministro Dias Toffoli matou no peito e mandou apreender edições da revista Crusoé e do site O Antagonista por causa de certa matéria que o atingia pessoalmente.

Ato contínuo, Toffoli instaurou um procedimento para investigar "fake news" que, segundo a sensibilidade dos ministros, ofendem o STF. A iniciativa de Toffoli levou Raquel Dodge, então procuradora-geral da República, a comparar o STF a um "tribunal de exceção", o que é próprio, asseverou ela, de regimes totalitários.


O procurador da República Bruno Calabrich, como tantos outros, advertiu que, como "vítima" dos supostos ataques e ameaças, o STF está impedido de investigar os crimes de que se queixa.

Com efeito, dizendo-se vítima de "fake news", o STF está conduzindo o inquérito, fazendo a acusação e, por fim, julgando. Ou seja, ele acumula as funções de delegacia de polícia, de Ministério Público e de julgador, sendo que, num processo regular, um terceiro imparcial é que julga. É óbvio que a "vítima" não tem imparcialidade.

Todo estudante de direito (exceto a maioria...) sabe que a separação desses papéis é o sistema nervoso central de um regime democrático.

Assim, quando Alexandre de Morais, em 27/05/2020, acumulando as funções de investigador, de acusador e de julgador, mandou apreender computadores de empresários, deputados, jornalistas e, pasmem, até de um 
comediante, praticou um lance irregular que afrontou o sistema penal brasileiro, desrespeitou fundamentos da Constituição da República, desconheceu o sentido da democracia e ofendeu o próprio STF, instituição permanente e maior que seus ministros, que são temporais.

Saliente-se que não existe "crime de fake news". O Código Penal prevê, isto sim, os crimes de "injúria", "calúnia" e "difamação". E se estes forem praticados, será de bom critério que sejam esclarecidos e punidos,desde que na  observância rigorosa da lei vigente.

Hoje os ministros do STF não podem se expor em público, correm o risco de serem linchados.


Ora, admitir que as regras sejam fraudadas para atingir adversários lembra o ensinamento do nefasto Juan Domingo Perón (hoje incensado pelas esquerdas latino americanas): "Aos amigos, tudo; aos inimigos, nem a justiça". Não foi por nada que o peronismo aniquilou a Argentina, que era a nação mais rica e mais civilizada do hemisfério sul. Hoje é o quê?

O desenvolvimento de um país passa pela afirmação de valores, como a integridade, que é testada em atos como o de ser rigoroso na observância das regras, respeitar adversários, buscar ser justo apesar das próprias conveniências, etc.

Que futuro esperar para o Brasil, enquanto forem numerosos os que, guiados pelo próprio egoísmo, acham natural um "gol de mão"?


Renato Sant'Ana, Advogado e Psicólogo.