terça-feira, 31 de março de 2020

Ordem do Dia Alusiva ao 31 de Março de 1964.


O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. O Brasil reagiu com determinação às ameaças que se formavam àquela época.
O entendimento de fatos históricos apenas faz sentido quando apreciados no contexto em que se encontram inseridos.  O início do século XX foi marcado por duas guerras mundiais em consequência dos desequilíbrios de poder na Europa. Ao mesmo tempo, ideologias totalitárias em ambos os extremos do espectro ideológico ameaçavam as liberdades e as democracias. O nazifascismo foi vencido na Segunda Guerra Mundial com a participação do Brasil nos campos de batalha da Europa e do Atlântico. Mas, enquanto a humanidade tratava os traumas do pós-guerra, outras ameaças buscavam espaços para, novamente, impor regimes totalitários.
Naquele período convulsionado, o ambiente da Guerra Fria penetrava no Brasil.  Ingredientes utópicos embalavam sonhos com promessas de igualdades fáceis e liberdades mágicas, engodos que atraíam até os bem-intencionados. As instituições se moveram para sustentar a democracia, diante das pressões de grupos que lutavam pelo poder. As instabilidades e os conflitos recrudesciam e se disseminavam sem controle.
A sociedade brasileira, os empresários e a imprensa entenderam as ameaças daquele momento, se aliaram e reagiram. As Forças Armadas assumiram a responsabilidade de conter aquela escalada, com todos os desgastes previsíveis.
Aquele foi um período em que o Brasil estava pronto para transformar em prosperidade o seu potencial de riquezas. Faltava a inspiração e um sentido de futuro. Esse caminho foi indicado. Os brasileiros escolheram.  Entregaram-se à construção do seu País e passaram a aproveitar as oportunidades que eles mesmos criavam. O Brasil cresceu até alcançar a posição de oitava economia do mundo.
A Lei da Anistia de 1979 permitiu um pacto de pacificação. Um acordo político e social que determinou os rumos que ainda são seguidos, enriquecidos com os aprendizados daqueles tempos difíceis.
O Brasil evoluiu, tornou-se mais complexo, mais diversificado e com outros desafios.  As instituições foram regeneradas e fortalecidas e assim estabeleceram limites apropriados à prática da democracia. A convergência foi adotada como método para construir a convivência coletiva civilizada. Hoje, os brasileiros vivem o pleno exercício da liberdade e podem continuar a fazer suas escolhas.
As Forças Armadas acompanharam essas mudanças. A Marinha, o Exército e a Aeronáutica, como instituições nacionais permanentes e regulares, continuam a cumprir sua missão constitucional e estão submetidas ao regramento democrático com o propósito de manter a paz e a estabilidade.
Os países que cederam às promessas de sonhos utópicos ainda lutam para recuperar a liberdade, a prosperidade, as desigualdades e a civilidade que rege as nações livres.
O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. Muito mais pelo que evitou.

Fernando Azevedo e Silva, Ministro de Estado da Defesa

Desespero com coronavírus é coisa de hipocondríaco.


Essa histeria em torno da doença está parecendo muito hipocondríaca. O vírus é altamente contagioso sim, mas não tem a letalidade da gripe comum. A China pode provar isso, o país tem 1,4 bilhão de habitantes, registrou pouco mais de 3 mil mortes e já está baixando o contágio, já está praticamente sob controle. "A histeria em torno do coronavírus está diminuindo. Na China não há casos novos da doença. Os patologistas estão reiterando que esse vírus é muito fraco e não é letal. Se a gripe comum mata mais gente, por que a gente não tomou essas mesmas providências que estamos tomando agora? O coronavírus é mais contagioso, mas também é uma virose leve. Essa doença está atingindo pessoas que já tem sérios problemas em pelo menos um dos órgãos vitais. As pessoas não morreram de coronavírus e sim por conta desses problemas anteriores. Aproveitou-se para vender álcool em gel e máscaras. Além disso, superamos até as crises nacionais. Entre elas, a que houve depois que veio a público o áudio entre Joesley batista e Michel Temer, naquela época a bolsa caiu 12% em dois dias. Teve também a queda de 20% da Bolsa por causa da greve dos caminhoneiros. Mas nós nos recuperamos. O prazo histórico de recuperação do país é de três a cinco meses por isso o ministro Paulo Guedes está tranquilo. 

Alexandre Garcia

segunda-feira, 30 de março de 2020

Comportamentos irracionais.



Num documentário da National Geographic sobre felinos da África, dois guepardos machos , loucos por acasalar, engalfinharam-se na disputa por uma fêmea. Nisso, um leão, pesando cinco vezes mais que qualquer dos brigões, entrou em cena. Mas os guepardos subestimaram a ameaça e não interromperam a luta. E, minutos depois, a câmera mostrou o leão.... com o cadáver da fêmea disputada na boca.

Eles não reconheceram o inimigo comum e mais forte. E perderam ambos. A conduta básica dos guepardos é determinada pela genética. Eles não são racionais nem tem discernimento, mas reagem por instinto. E o apetite de acasalar venceu o instinto de evitar o perigo. Tudo muito natural.

Antinatural é, entre nós, ignorar que a pandemia é o inimigo comum,  usando o sofrimento da população para politizar a crise. De olho em 2022 e raciocinando como feras, desde figurões como João Doria, Rodrigo Maia e coronéis da esquerda, até aos aloprados que batem panela, todos só pensam em nocautear o governo, com grave prejuízo para o país.

Para derrotar a pandemia, o Brasil é instado a fazer um esforço de guerra, cobrando, de todos, união e boa dose de sacrifício. É assombroso, pois, que oportunistas estejam empenhados em dividir a nação como tática rasteira de disputa política, acarretando fatalmente maior sacrifício para os mais pobres.

Ah, quer dizer que Bolsonaro não pode ser criticado? Ora, antes pelo contrário: convém que o seja. Mas que não se tome por crítica a incessante e desmedida guerra movida por uma coalizão formada por alguns dos principais órgãos de imprensa, pelos parasitas do Centrão e pelas mhienas da esquerda. O país está pagando por essa guerra.

A crítica tem, sim, que ser livre, para o cidadão e para a imprensa. Aliás, um dos inúmeros motivos por que, em 2018, elegeu-se Bolsonaro e se repudiou a candidatura de Fernando Haddad foi estar previsto no programa de governo do petista promover o "controle social da mídia", isto é, a blindagem do governo às críticas - como na Venezuela.

O inaceitável é usarem a liberdade de expressão para desinformar a população, gerando pânico e, nalguns casos, desespero. Tudo para matar a esperança e vergar a coragem das pessoas, suscitando uma sensação de desamparo e revolta, estado de espírito que costuma voltar-se contra o presidente do país. Quem ganha com isso? E quem efetivamente perde?

A população terá que dar uma resposta razoável à alta ralé e aos batedores de panela, usando, diferentemente das feras, o discernimento e ,agindo com responsabilidade. É hora de união, não de politização.


Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

quarta-feira, 25 de março de 2020

SOBRE O PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE.


"Boa noite! Desde quando resgatamos nossos irmãos em Wuran na China" (sim, fiz uma missão militar para trazer e controlar o vírus antes dele entrar no Brasil e sim foi sugerido que os carnavais fossem interrompidos... mas já viram o que aconteceria né?).

"surgiu para nós o sinal amarelo" (mas mesmo assim os governadores que hoje reclamam investiram em seus carnavais e transmitiram o vírus, tanto que o primeiro caso é de um Italiano que veio pular o carnaval no RJ e em SP).

"Nosso ministro da saúde se reuniu com quase todos os secretários de saúdes dos estados para que o Planejamento Estratégico de enfrentamento ao vírus fosse construído" (Então a reclamação que os estados não foram ouvidos ou capacitados, chorado por Dória - Witzel e outros é mentira).

"Mas o que tínhamos que conter era o pânico, a histeria e ao mesmo tempo traçar a estratégia para salvar vidas e evitar o desemprego em massa" (Sim, é fato que o Pânico vai matar mais que o vírus. Que a histeria trancou a população em casa e isso já gerou desemprego... e de acordo com a XP investimentos pode chegar a 40 Milhões de Desempregados, ou seja, 4 em cada 10 Brasileiros em idade produtiva desempregado... já pensou nisso?)

"Grande parte dos meios de Comunicação espalharam exatamente a sensação de pavor" (SIM, temos 40 Mortes em 30 dias... menos que de gripe comum)

"Tendo como carro chefe o grande número de vítimas na Itália"(Sim, já falei há 20 dias que a Itália é diferente em clima, idade, espaço geográfico, costumes... só idiotas não querem ver isso e ficam criando pânico)

"Verdadeira histeria se espalhou pelo nosso país" (pessoas confinadas, brigas por álcool gel, super inflação nos preços de luvas...)

"Brevemente passará"(definitivamente é mais pânico que realidade, pois 40 mortos em uma população de 220 Milhões é irrelevante, desculpem, mas morre mais gente escorregando em casa do que de CoronaVírus... e sim vai passar em 2 ou 3 meses... matando no máximo, dados da OMS, 4 Mil pessoas no Brasil (menos que overdose por ano).


Pronunciamento de Jair Bolsonaro sobre crise do coronavírus.


"O país tem que continuar, os empregos devem ser mantidos, o sustento das famílias devem ser preservados...devemos sim voltar a normalidade" (Alguém em sã consciência discorda disso? Leitores, fechamos comércios, proibimos pessoas de ganhar seu sustento e matamos nesses 15 dias de histeria coletiva muito mais de 40 Mil pessoas no longo prazo: de fome, de desespero, de infarte...)

"A proibição de transporte" (Inacreditável não entenderem que transportar mercadorias, remédios e pessoas é de vital importância até em uma guerra, quiçá em um país precisando produzir), fechar fronteiras dentro de um país é contrário ao preceito de Federação no qual nossa democracia se baseia.

"O Fechamento de Comércio" (Irresponsável que solicitou isso, pois está demitindo pessoas e gerando mais problemas no futuro... é óbvio que não é para ter aglomerações gigantes mas o que impede a loja de ventilador de atender as pessoas que ordeiramente vão lá? A loja de roupa? O estabelecimento de conserto de Notebook?...

"O confinamento EM MASSA" (Fica em casa quem acha que é grupo de risco, que não acha que está contaminado ou que quer correr o risco... não podemos restringir o direito de ir e vir... Mas terão os paternalista que dirão: "O brasileiro não tem maturidade para isso" e nem nunca terá se não o colocarmos em situação para tal... engraçado brasileiro joga lixo no chão no Brasil nos USA aprende sem tomar multa. Brasileiro tem que, por lei, andar de capacete. Nos USA usa quem quer, quem não quiser paga uma taxa 60$ e não pode usar hospital público se cair. Simples o estado não tem que ficar bancando o papai do povo.

"O Grupo de Risco é o de pessoas acima de 60 anos" (Não significa que os outros não peguem, mas significa que a morte - que devemos evitar - pois 100% dos brasileiros irá pegar em algum momento o coronavírus - não é comum para menores de 60 com histórico saudável)

"Porque fechar escolas?" Também não entendi... ouvi "especialista-de-nada" falando que as crianças passam para os avós... Meu Deus, em que mundo vocês vivem? Basta isolar os idosos e deixar as crianças estudarem. Pedagogicamente as férias no meio do processo educacional tem uma função de descanso, o que não terá esse ano, comprometendo a qualidade da aprendizagem - mas isso ninguém pensa.

"90% de nós, não teremos qualquer manifestação caso se contamine" Verdade, no site da Johns Hopkins acompanhamos que no mundo inteiro 90% dos contaminados não desenvolve e dos 10% que desenvolve somente (em média) 0,9% fica grave e 0,03% morre.

"Preocupação em não transmitir o vírus para os outros" Sim, os jovens podem pegar, curar em casa e não passar... é melhor ficar 7 dias curando do que 90 trancados evitando pegar.

"o FDA americano e o hospital Albert Einstein em SP, buscam a comprovação da eficácia da Cloroquina no tratamento do Covid19" (Em momento nenhum ele falou que está provado, que é definitivo, que pode ficar doente que tem cura... mas tem gente já postando esse tipo de baboseira como se o presidente tivesse dito)

"O nosso governo tem recebido notícias positivas sobre esse remédio..."Sim hoje o FDA comprovou o uso como positivo no tratamento E NÃO NA IMUNIZAÇÃO com vários "experts" estão falando.

"Acredito fielmente em Deus que capacitará cientistas e pesquisadores" (Professou a fé dele... eu prefiro acreditar só na ciência para isso... mas não tem nada demais, mesmo alguns dizendo que o Presidente botou Deus na frente da ciência - como se isso fosse um insulto à ciência)

"Homenagem aos profissionais de Saúde" (Não foi uma crítica, como já li agora pouco, aos profissionais de outras áreas, apenas um reconhecimento a quem está na linha de frente e por isso deve ser valorizado)

"Sem Pânico e histeria venceremos o vírus" (Perfeita colocação, não é necessário se trancar, olhar as pessoas de cara amarrada, achar que vão roubar seu álcool gel... Calma. H1N1 mata mais, Denge mata mais, Zika mata mais... Take it easy.

"Estamos juntos e cada vez mais unida"(No meu entendimento foi um agradecimento ao Congresso por ter dado velocidade nas votações -mas posso estar enganado)

Leitores, saibam ouvir para entender e não para criticar.
Se vc não gostou, respeito, mas vai ver o que o Boris Johnson disse ontem, o que Rei da Bélgica disse ante-ontem, o que o Primeiro Ministro canadense disse, o que o Macron disse sobre os refugiados... Se vc for ver... saiba que perceberá que o Bolsonaro está fazendo o certo.

Mas inicio dizendo que não tenho nenhuma ilusão de convencimento nem vontade de ter razão... pense como quiser.

Josmar Machado Barbosa



Quando agosto chegar...


UM PONTO DE VISTA DE UM....Formado em Informática pela Universidade Católica de Pelotas, é especializado em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas e em Gestão pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e tem MBA em Administração pela Wharton School, da Universidade da Pensilvânia. Ao deixar o Banrisul em 2011, se tornou presidente da Falconi Consultoria de Resultados, onde ficou até 2017. Hoje integra os Conselhos de Administração do Banco Pan, do Terra Santa Alimentos, um dos maiores grupos agrícolas do país, e do Hospital Moinhos de Vento.

Por: Mateus Bandeira

O mundo vai crescer menos em 2020, não há dúvida. O que devemos nos perguntar, nestes tempos em que o vírus do pânico, da desinformação e da obstrução do debate se alastra, é o que nos assusta mais. As perdas humanas pelo coronavírus, que vai durar algumas semanas, ou as mortes, quebradeiras e desempregados pela recessão, que podem durar anos?

Se exercermos duas qualidades que considero intrínsecas ao ser humano, a honestidade e racionalidade, ajudaremos a responder uma das perguntas cruciais nestes tempos de coronavírus. O que causará mais mortes e mais prejuízos: o vírus ou a iminente crise econômica?

Da resposta rápida dependerão as decisões que governantes em todo o mundo têm que tomar nos próximos dias. Para encontrá-la, fundamental buscarmos sem medo as informações que, ao contrário do novo coronavírus, não estão circulando.

O vírus fala mandarim

Sem receio do patrulhamento, comecemos pela origem. O vírus não é italiano, não é brasileiro. O vírus é chinês, como tem repetido o presidente dos EUA, Donald Trump, apesar da patrulha do politicamente correto.

Assim como a crise econômica de 2008 nasceu nos EUA, a partir da bolha imobiliária, o coronavírus, até que se prove o contrário, originou-se na China. Esta não é questão de somenos importância.

Ora, assim como compreenderemos melhor a estrutura da matéria a partir da física quântica, na busca incessante da ciência para chegar à partícula mínima, precisamos saber a origem do microinimigo. "Se não descobrirmos o que falhou na China podemos enfrentar outra pandemia desastrosa no futuro", ponderou Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA.

A crise de 2008, a partir da quebra do Lehman Brothers, foi exaustivamente estudada, pois suas consequências ultrapassaram, e muito, as fronteiras norte-americanas. Igualmente o vírus chinês merece análise de igual ou maior amplitude. Saber a origem das coisas é um princípio elementar da ciência.

Comprou por quê? Por que comprou?

A falta de informação e do uso da lógica para administrar os dados disponíveis, aliás, provocou uma nova crise. Parece que não é permitido questionar, apenas repetir o mantra: fique em casa.

Poucos gestos exemplificam melhor a irracionalidade instalada do que a compra para estocagem doméstica de papel higiênico. Não estamos nos tempos do cólera, então por que estocar o produto? Perguntadas, as pessoas não sabem responder.

Ou seja, vivemos momentos de pânico. Pânico, de acordo com o Aurélio, é o "que assusta sem motivo". Portanto, péssimo conselheiro. A desinformação e a obstrução aos questionamentos legítimos alimentam esta irracionalidade.

Se velhos e doentes são o alvo...

Vale a pena, então, rever o que se sabe neste momento. A China, especialmente Wuhan, mostrou que o vírus não é invencível.

A Coreia do Sul e o Japão demonstraram que é possível evitar a escalada geométrica do contágio. E a Itália, até aqui recordista de fatalidades, o que nos ensina?

O Brasil tem mais leitos de UTI do que países mais afetados.

Busquemos os dados oficiais do Ministério da Saúde italiano de 17 de março último. Primeiro, as mortes se concentraram na Lombardia (71,1% do total no País), que demorou a adotar as medidas preventivas, apesar do alerta vindo da China e do rigoroso inverno europeu sugerirem precaução.

Na Itália, a idade média dos mortos pela covid-19 foi de 79,5 anos (homens) e 83,7 anos (mulheres). Apenas 30% das vítimas eram mulheres.

Em média, as vítimas já tinham 2,7 outras enfermidades graves, como câncer, diabetes ou doenças cardíacas. Até esta data (última terça), somente 5 mortos tinham menos de 40 anos, sendo que todos eram homens e tinham doenças graves anteriores. Ninguém com menos 30 anos morreu.

Os dados disponíveis no Brasil e nos EUA indicam quadro semelhante. O perfil da pessoa vulnerável é o de idosos e com doenças graves - gente perfeitamente identificável.

... que tal cuidar dos velhinhos?

Sabe-se, também, que a covid-19 tem um pico e, depois, uma queda. Quem bem explica isto é o médico e deputado federal Osmar Terra.

Terra foi secretário de saúde do Rio Grande do Sul na crise de outro vírus letal, o H1N1. Ele explica que a contaminação vai crescer até atingir mais de metade da população, quando, então, as mortes começarão a decrescer.

"A epidemia vai diminuir quando a maioria estiver contaminada", explica ele. Por este processo natural, Terra não vê necessidade do isolamento.

Segundo ele, fechar o comércio, suspender aulas e proibir o transporte público não resolve, apenas assusta as pessoas. Mais efetivo seria cuidar das pessoas vulneráveis.

Entre as medidas mais eficientes, ele cita focar nos asilos, isolar os idosos (separando-os temporariamente dos netos e filhos) e ampliar o número de leitos em hospitais. Para os demais, a receita é adotar com rigor máximo as normas de higiene.

Se ele fez, eu faço

Por que, então, os governantes estão adotando medidas drásticas? Voltamos ao componente mais perverso desta crise, qual seja, a irracionalidade, por mais bem-intencionados que sejam.

Pelo ineditismo da situação, a tendência das autoridades públicas é adotar as ações de maior amplitude ao seu alcance. À medida que um as adotou, os demais fazem o mesmo, com receio de parecer lenientes. Assim é a política.

Os governantes estão agindo como se todos os lugares do mundo fossem Wuhan, o epicentro da crise, ou a Lombardia, um caso particular. É como se as infecções pelo ebola, que atingiram regiões específicas na África, levassem o mundo todo a adotar as mesmas medidas restritivas.

Lembram da aids, até hoje sem cura? Não há necessidade que todos abandonem a vida sexual, uma das maneiras mais seguras de evitar o vírus.

Basta identificar os grupos de risco e adotar as medidas de prevenção. O Brasil, como se sabe, foi exemplo para o mundo no combate à aids.

Há diferenças nestes dois exemplos, mas o princípio é o mesmo.

O coronavírus da economia

Agora, no momento em que o pânico já está instalado, o que fazer? Tentar voltar à razão e não ter medo de questionamentos.

Como, por exemplo, o levantado pelo Wall Street Journal na última quinta, 19. Em editorial (Rethinking the Coronavirus Shutdown), ele propõe repensar o colapso que pode advir da paralisação da economia por conta do coronavírus.

O prestigiado periódico prevê um "tsunami que vai destruir a economia e provocar a perda de milhões de empregos, já que o comércio e o setor produtivo simplesmente pararam".

Nada muito diferente do que se vislumbra aqui no Brasil. "Não existe dinheiro suficiente para compensar perdas desta proporção que estamos vendo caso esta paralisação continue por mais semanas", alerta o WSJ.

O jornal acrescenta que os EUA, que já despenderam U$ 1 trilhão, se preparam para gastar outro U$ 1 trilhão. Somente na semana passada, 2,25 milhões de norte-americanos perderam os empregos.

Objetivamente. O desemprego no Brasil vai aumentar e pequenas e microempresas vão fechar. Se os EUA, a maior economia do planeta, terá dificuldades para evitar a recessão, o que dizer do Brasil, cujo PIB vem se arrastando desde 2014?

Na recessão, o câncer mata mais

Bem, mas o importante agora é salvar vidas, rebatem de boa-fé pessoas enclausuradas no medo e na desinformação. Sem dúvida, é papel do Estado salvar vidas.

Mas todas as vidas. As das vítimas do coronavírus e das vítimas da recessão econômica. Ou, pior, da depressão que vem aí, nada invisível.

Mas como saber quantos vão morrer no futuro? Novamente, dados.

A respeitada revista The Lancet publicou estudo, em 2016, com base em dados de mais de 75 países, com população total de mais de 2 bilhões de pessoas. No período da recessão de 2008-2010, o estudo estima que 260 mil pessoas morreram a mais de câncer, apenas nos países da OCDE.

Ou seja, a recessão mata. E não estamos falando da fome, do desalento, do aumento da criminalidade, das falências, de mais uma década perdida.

Não, leitor, não se trata de escolher entre uma e outra tragédia. Mas de colocar os pés no chão, analisar os dados com serenidade, mas presteza, e minimizar os danos que certamente virão.

Assim como os médicos apontam as mortes por coronavírus como inevitáveis, os óbitos por conta da recessão econômica também são reais - sem falar em tragédias pessoais e famílias destruídas. Se a paralisação imposta pelos governos não for cautelosamente dosada, a recuperação econômica pode durar anos, pois 2020 já está perdido.

E quem não pode ficar em casa...

Portanto, não se fala aqui de teorias da conspiração. Muito menos de desprezar o inimigo invisível. Eu e minha família queremos continuar vivos, por isto ampliamos os cuidados com a higiene.

Mas o que dizer dos trabalhadores informais, que ocupam uma grossa fatia de nossa economia? E os 11,6 milhões de desempregados, número que certamente aumentará?

E os milhões de microempreendedores que vão assistir seu negócio esfarelar-se, depois de anos de labuta e investimento? E o setor do turismo (hotéis, companhias aéreas etc.), que irá minguar?

Assim como o funcionalismo estável e privilegiado, a maioria dos leitores talvez não tenha dificuldade de sobreviver por um ou dois meses confinados em suas residências. Mas boa parte dos brasileiros arrecada de manhã para comer à tarde.

Para pobres e miseráveis, o sofrimento não cessará com a queda das mortes pelo coronavírus. Ao contrário, vai se agravar.

Do lado estatal, a arrecadação terá queda brusca, afetando, entre outras áreas, a saúde pública. Como o Estado, que estava tentando se recuperar a duras penas, vai reagir a este nocaute?

Sim, o mundo vai acabar um dia, mas não precisamos antecipar o fim.

No Rio Grande, no começo do inverno, tempo de mortes em consequência do frio inclemente, se diz, com humor, que, caso os mais velhos cheguem até agosto, ganham mais um ano de vida. Se, quando agosto de 2020 chegar, continuarmos nesta toada irracional, talvez estejamos apenas no começo de um longo, depressivo e mortífero inverno econômico.

Mateus Bandeira foi CEO da Falconi, presidente do Banrisul, secretário de Planejamento do RS e candidato ao governo gaúcho._

Coronavírus vai arrasar nossa economia igual a greve dos caminhoneiros.


O mundo inteiro, menos a China, se mobilizando para o Coronavírus. Agora já com o know-how da China, a China está fornecendo know-how para a Itália. A China já resolveu, os casos estão diminuindo, a economia chinesa já voltou a trabalhar, aliás, com grandes vantagens já que está comprando tudo mais barato, inclusive empresas ocidentais. A França, a Alemanha e os Estados Unidos adotando medidas restritivas para impedir a expansão do coronavírus, que é muito contagioso embora muito mais fraco que os vírus das gripes, a Itália apavorada e o número de UTIs não é suficiente para as pessoas mais debilitadas.

Aqui no Brasil só se fala nisso. É bom lembrarmos que os especialistas estão pedindo calma porque o pânico e o medo do desconhecido enfraquecem as defesas e o nosso organismo se defende de vírus e quando estamos com as defesas enfraquecidas, o vírus se dá bem. Com nosso organismo em plena defesa, o vírus entra e no máximo faz um "barulhinho" e é eliminado. Nós somos um  País tropical e isso nos ajuda em muito, mas, vamos ter as conseqüências econômicas.


Estão lembrados da greve dos caminhoneiros que durou onze dias? O Brasil estava voltando a crescer e foi interrompido, estava voltando a recuperar empregos e cessou, as exportações despencaram, a inflação foi a mais alta no mês seguinte, a mais alta dos ultimos vinte anos no mês de junho de 2018. Então há consequências sim! A industria do turismo, coitada, essa está sendo atingida sim. São milhões de empregos mo mundo inteiro que estão sendo atingidos. Companhias aéreas, empresas de turismo, os hotéis, os cruzeiros.

Aqui no Brasil os bancos já anunciaram que podem renegociarem com setores que estão sofrendo mais, renegociar vencimentos. O Congresso disse que vai continuar trabalhando, mas,  já avisou que vai ser um trabalho à distância, então não vai ter votação, tribunais estão transferindo para o fim do mês, para junho as audiências, o Tribunal do Trabalho disse que vai trabalhar, mas se tiver alguém com sintomas vai ser retirado e que só devem vir as partes e está havendo muitas restrições.

Agora quem está se dando bem são so fabricantes de álccol gel, tem um aí que já multiplicou por 50 sua produção, produzia 120 mil frascos pçor mês e vai produzir 6 milhões de frascos por mês. Tá dando emprego e está trabalhando 24 horas, só que não é preciso, basta lavar as mãos com água e sabão. Assim também com as mascaras, que custavam alguns centavos e foram multiplicadas por dez em seu preço. Os especialista dizem que ficar com a mascara sem necessidade pode ser desvantagem, pode fixar o vírus na mascara e o álcool também fixa e resseca a pele, retira as defesas da pele.

Enfim, o Presidente Bolsonaro vai fazer um novo teste, ele já fez um teste e vai fazer outro porque tinha muita gente na equipe dele que deu teste positivo e o dele deu negativo, a primeira dama deu negativo, mas deu positivo no Embaixador do Brasil em Washington, deu no Secretário de Imprensa, deu negativo no pessoal do Itamaraty que estava aqui, mas deu positivo no comissário de bordo do avião deles.

Infelizmente vamos ter essa propaganda de um vírus, que tem a boa intenção de fazer com que as pessoas tomem cuidados, parece um exagero e que vai dar efeitos econômicos muito negativos. É um vírus que não tem a mesma virulência de uma gripe ou de um sarampo, mas é muito contagioso e as pessoas começa a apresentar sintomas e já é tratada com preconceito, um "apartheid", e isso é um problema.

Alexandre Garcia

terça-feira, 24 de março de 2020

Texto para entender.


Eu não sou empresário, tenho uma situação relativamente confortável por ser funcionário público e diga-se, sou um dos que esta na linha de frente TRABALHANDO normalmente (sou Policial Civil). porem não consigo me calar e ver a parte da "imprensa" (Globo, Bandeirantes e outros) trabalhando para o caos no País, a medida que foi tomada era de um entendimento que foi deturpado fazendo exatamente o que esta mídia de MERDA queria, manchetes de que o presidente voltou a trás.

Não compre merda nenhuma da China, valorize o produto nacional gerando e mantendo empregos.


Para facilitar o entendimento:

👉Zezinho tem uma empresa e emprega 20 funcionários.
👉Cada funcionário ganha 2500,00.
👉Logo, Zezinho tem um gasto de 50.000,00 mensais com sua folha salarial.
👉Com a quarentena do Corona Vírus, Zezinho vai ficar 4 meses sem poder abrir sua empresa.
👉O presidente perguntou: " Zezinho, você vai conseguir arcar com 4 meses de salário dos seus funcionários (200 mil reais) se a sua empresa não estiver produzindo?"
👉Zezinho: "Infelizmente não, senhor presidente".
👉Para Zezinho não falir e deixar 20 pessoas desempregadas, o presidente sugeriu a suspensão temporária dos contratos de trabalho dos funcionários na seguinte condição: "Cada funcionário receberá um salário mínimo. O governo custeia a metade e a empresa a metade."
👉Lembrando que após o restabelecimento da normalidade, os contratos de trabalho serão retomados com as mesmas condições atuais.
👉Pedrinho é funcionário de Zezinho e durante a quarentena está 24 horas com a TV ligada na Globo.
👉Pedrinho achou um absurdo ganhar só um salário mínimo durante esse período.
👉Acendeu seu baseado e foi pra varanda bater panela e gritar "Fora Bozo".
👉Com a repercussão negativa da imprensa golpista que enganou Pedrinho, o presidente cancelou a MP.
👉Trajado com sua camisa do Che Guevara, Pedrinho pergunta ao presidente: "Como fica minha situacão a partir de agora? Quem poderá me salvar, Bozonaro?"
👉"A partir de agora, Pedrinho, você irá negociar diretamente com o seu patrão."
👉Pedrinho então pega o Seu iPhone que comprou em 20 parcelas no último natal e manda um zap pro Zezinho: "bom dia, Seu José"
👉"Bom dia, Pedrinho. Estava mesmo querendo falar com você. Por favor, venha ao escritório"
👉Ao chegar no escritório com máscara cirúrgica, Pedrinho se senta na mesa do patrão, limpa as mãos com álcool em gel e ouve:
👉"Infelizmente não vou conseguir pagar o salário de todos vocês. Pra não fechar a empresa, vou manter somente a Paula, a Fernanda e o Ricardo. O restante infelizmente vou ter que demitir. Assine aqui."

Texto bem explicativo até petista entenderam....

Luis Alberto Da Silva Debus

sexta-feira, 20 de março de 2020

Nossa angústia e o instinto da fera.



Quem não estará com o coração fragilizado? Quem, com esta maldita pandemia, não foi tomado pela angustia? É humano e até sinal de sanidade sentir tristeza nesta hora.

Por razões que não vêm ao caso, estava eu desconectado pelo dia inteiro, fato que deu causa à surpresa. Fui atraído pelos gritos e parei para entender. Imaginei hienas. Já explico.

Hienas têm instinto aperfeiçoado para identificar um animal ferido e, por conseguinte, vulnerável. Hienas são oportunistas. E tiram proveito da fragilidade de suas vítimas. É seu jeito de sobreviver.



Fui à janela averiguar. Na noite de 18/03/2020, o Centro Histórico de Porto Alegre foi assombrado por hienas que, farejando a fragilidade emocional de toda a gente, mostraram o seu oportunismo. Num ponto determinado, próximo do meu edifício, Usando uma trombeta e batendo
panelas, havia um grupo aos gritos de "Fora Bolsonaro!".

Lembrou o horrendo espetáculo da noite do dia 28/10/2018, que esta coluna registrou, quando Jair Bolsonaro foi eleito. O Centro Histórico parecia, então, como também desta vez, um hospício. Na ocasião, como agora, vozes femininas gritavam "Ele não!". Só que, naquele dia, havia uma alegria generalizada que neutralizou o desvario.

Fui para a internet. E só aí compreendi. As hienas sentiram o cheiro da nossa tristeza, da angústia, da incerteza e do medo. E, como sempre, foram oportunistas: organizaram um panelaço. Era o que faltava...

Estamos tristes. É natural. Mas haveremos de achar um sentido para o sofrimento. Faremos a dura travessia e, no final, sairemos mais fortes.
E não entregaremos a alma às hienas.

Entre corona vírus e comuna vírus... Sei lá o que acarreta maior angústia neste momento.


Renato Sant'Ana, Advogado e Psicólogo.

terça-feira, 17 de março de 2020

Texto apócrifo.


"Eu vou me cuidar porque eu te amo": essa frase que resume o momento que vivemos.



É agora que a gente vai saber o que fala mais alto em uma comunidade. O meu problema ou a nossa proteção.

Já ficou mais que provado que, para cerca de 80% dos pacientes de coronavírus, a doença nada mais é que uma gripe, que nós, ranhentos do sul, que passamos o inverno todo gripados, tiramos de letra.

Mas não é o momento de pensarmos nos 80%. É hora de pensarmos nos 20. Na sua avó que neste momento está com a saúde fragilizada. Na sua amiga que neste momento passa por uma quimioterapia. No seu pai que tem problemas respiratórios.

"Porque eu te amo, vou cuidar de nós." Se, hipoteticamente, duas mil pessoas se contaminarem em minha cidade, e dessas duas mil, umas cem precisarem de atendimento hospitalar ao mesmo tempo, vai faltar leito.
Vai atingir pessoas frágeis nas filas de atendimento médico. Vai virar um caos.

Pelos outros, eu vou me cuidar. Pelos outros, caso eu apresente sintomas e haja circulado por áreas de risco, eu vou procurar o sistema de saúde.
Pelos outros, eu vou ficar em casa, em isolamento, se eu for um caso suspeito. Pelos outros, eu vou me privar de viajar, se meu destino for de livre circulação do vírus. Vou evitar festas com grandes aglomerações. Vou lavar minhas mãos, vou evitar compartilhar o chimarrão, vou evitar abraços e até mesmo os apertos de mão. Pelos outros, eu vou fazer minha parte.

E quando cada um faz sua parte, todos ganham. O coronavírus é um exercício real de empatia. E empatia é igual leito de UTI. Não é em todo o lugar que a gente encontra.

Este texto, de autoria não identificada, está circulando nas redes sociais e é um forte apelo ao bom senso.

segunda-feira, 16 de março de 2020

Ser bonzinho ou responsável, é uma escolha.



A maioria dos brasileiros tem boa inclinação moral. Será suficiente?
Não! É preciso ser mais do que "bonzinho", sob pena de virar só um facilitador da maldade articulada. Querem ver?

Para alegria dos traficantes, a deputada socialista Luciana Genro está chamando para a "marcha da maconha", dizendo que a atual política antidrogas é "guerra aos pobres". É demagogia, claro! Mas muitos bonzinhos acreditam na falácia e vão marchar pela erva...

"dePUTAda" socialista Luciana Genro chamando para a "marcha da maconha".

Essa esquerda coprofílica investe na pobreza, não nos pobres. Para quê?
Para tocá-los como gado (marcha da maconha em favor da periferia...). E investe no sentimentalismo do bonzinho, que, quando tem cabeça oca, engole a retórica populista e vira massa de manobra.

Por muitos anos, isso colou. Só que, hoje, tem muito brasileiro abandonando o comodismo, pensando a política como adulto e deixando de "ser bonzinho" para "ser responsável": sim, o Brasil está mudando!

E os que não querem mudanças, apostando no desânimo dos bonzinhos, usam as redes sociais para difundir crenças como "oh, não adianta!", "que tolice, achar que os políticos ligam para a opinião pública!", etc.

Na real, tudo que a coalizão do atraso não quer é o povo nas ruas e o patriotismo despertado em 2013!


Que cada brasileiro escolha entre ser um bonzinho amestrado ou alguém que abraça com responsabilidade  o Brasil!


Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

quinta-feira, 12 de março de 2020

Façam suas análises!


O presidente da Petrobrás no governo do PT, foi preso;
O presidente dos Correios no governo do PT, foi preso;
O presidente do Banco do Brasil no governo do PT, foi preso;
O presidente da Eletrobras no governo do PT, foi preso;
O presidente da Nuclebras do governo do PT, foi preso;
O presidente da Valec do governo do PT, foi preso;
O presidente da Caixa Econômica Federal do governo do PT, foi preso;
O presidente do BNDES do governo do PT, foi preso;
3 presidentes do PT, foram presos;
3 tesoureiros do PT, foram presos;
5 secretários do PT, foram presos;
O líder do PT na Câmara dos Deputados, foi preso;
O líder do PT no Senado Federal, foi preso;
O presidente da República do PT, foi preso;
A presidente da República do PT sofreu impeachment, perdendo o cargo;
Vários empresários, doleiros, advogados, servidores públicos e militantes do PT, foram presos.

Mesmo com uma folha corrida dessa o PT acha que vai enganar o povo mais uma vez.

O PT é uma organização criminosa disfarçada de partido político!

#PTNuncaMais!

quarta-feira, 11 de março de 2020

"A PMERJ NÃO COMPACTUA COM DESVIOS DE CONDUTA". SERA?



Após vir a tona a notícia de que o governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel e o comando da polícia militar do RJ estão dispostos a excluir da corporação o soldado e youtuber Gabriel Monteiro pelo fato do mesmo ter "batido boca" com um ex-comandante geral e funcionário do partido PSOL na ALERJ, acusado pelo mencionado soldado de ter amizades com traficantes, diversos questionamentos foram feitos nas redes sociais a respeito de alguns oficiais de alta patente da PM que também estiveram envolvidos em desvios de conduta graves, mas, que continuam nos quadros da polícia militar e que são acobertados pelo comando da corporação. E o perfil oficial da PM no twitter resolveu se pronunciar, alegando que a corporação não compactua com desvios de conduta dos seus membros. Mediante está manifestação do perfil oficial da PM no twitter, nós fazemos a seguinte pergunta: Será?


Será mesmo que o comando da PM e o governador do estado não compactuam com desvios de conduta de seus policiais? Vamos provar que sim.

A polícia militar compactua sim com desvios de conduta de policiais, principalmente quando se trata de desvios praticados por oficiais da corporação!

Vamos a alguns casos já conhecidos pela população através da mídia, em que oficiais de alta patente da corporação praticaram crimes graves, porém, até hoje não tiveram sequer seus processos de exclusão, os chamados "Conselho de Justiça" ou "Conselho de justificação", iniciados.

Tenente-coronel Claudio

O primeiro e mais conhecido é o caso do Tenente-Coronel Claudio, condenado a 36 anos de prisão pela morte da juíza Patrícia Acioli, em São Gonçalo. O mencionado oficial da PM encontra-se preso desde o início do processo, já foi condenado e mesmo assim seu processo de expulsão dos quadros da polícia militar não avança. Já se passaram 9 anos desde a morte da juíza e o oficial ainda continua nos quadros da polícia e recebendo um salário de R$ 22 mil. Ou seja, o cidadão fluminense honesto e pagador de impostos, continua pagando o salário para um oficial da PM, assassino.

Coronel Pedro Chavarry

O segundo caso: Coronel PM Pedro Chavarry. Condenado a 11 anos de prisão pelo estupro de uma criança de 2 anos de idade. Há suspeitas de que o mesmo tenha praticado diversos outros estupros contra crianças. Pedófilo. Caso que foi muito noticiado na imprensa. Seu processo de expulsão dos quadros da PM continua parado. Ou seja, o cidadão pagador de impostos continua pagando um salário de R$ 36 mil a um coronel da PM estuprador e pedófilo.

 Coronel Kleber dos Santos Martins

O terceiro caso: 2 coronéis PM e 1 tenente-coronel PM foram condenados a 8 anos de prisão cada por desviarem mais de R$ 4 milhões do hospital central da PM (HCPM), através do Fuspom. Os coronéis Kleber dos Santos Martins e Décio Almeida, mais o tenente-coronel Marcelo de Almeida, entre outros oficiais envolvidos no escândalo do HCPM continuam nos quadros da PM e recebendo seus salários normalmente. Sequer estão presos. Processos de expulsão não se tem noticia se iniciados ou não.

 Tenente-coronel Dayzer Corpas

Quarto caso: Tenente-coronel Dayzer Corpas. Ex-comandante do 17°BPM ( Ilha do Governador). Condenado a 11 anos de prisão por roubo qualificado e extorsão, juntamente com outros 11 oficiais. Processo de expulsão não se tem notícia se iniciado ou não. Também continua nos quadros da polícia militar, recebendo seu salário que passa dos R$ 20mil, normalmente.

Coronel PM Alexandre Fontenele

Quinto caso: Coronel PM Alexandre Fontenele. Condenado a 6 anos de prisão por lavagem de dinheiro proveniente de ações criminosas, juntamente com outros oficiais superiores. Processo de expulsão parado. Continua recebendo seus mais de R$ 20 mil normalmente.

Tenente-Coronel Anderson Albuquerque

Sexto caso: Tenente-coronel Anderson Albuquerque. Preso por assassinar um dono de padaria por ciúmes da mulher. Sua prisão durou apenas 1 mês. Processo de expulsão não se tem notícias se iniciado ou não. Continua recebendo salário.

Esses são apenas alguns exemplos, dentre outros vários casos, que comprovam que essa história publicada pelo perfil oficial da PM no twitter, de que não compactua com desvios de conduta dos seus policiais, não passa de "história pra boi dormir". 
Compactua sim. Principalmente quando se trata de oficiais de alta patente. Seus processos de exclusão - os chamados "CJ - Conselho de Justiça ou Justificação" - sequer são iniciados em alguns casos. E quando são iniciados, se arrastam por uma eternidade ou nunca chegam à demissão do oficial criminoso. Na maioria dos casos, quando tais processos de expulsão são julgados internamente, os mesmos são inocentados por seus colegas também coronéis, mesmo que condenados pela justiça comum. É um coronel passando a mão na cabeça do outro. É assim que funciona na PMERJ quando um oficial de alta patente comete crimes.

O comando da polícia militar e o governador só não toleram desvios de conduta quando se trata de processos disciplinares e desvios de conduta praticados por praças da corporação. Em alguns casos tais processos são julgados em até 30 dias. Aí sim o comando da PM age de forma rápida.

Quando se trata de oficiais criminosos, tais processos se arrastam e o cidadão pagador de impostos fica pagando os salários destes oficiais por anos e anos.
É necessário que a sociedade cobre dos parlamentares e do governador do estado que se altere a forma com que os processos de exclusão de oficiais da PM são julgados e o trâmite do processo. Atualmente se leva anos e anos para expulsar um oficial da PM. Tais processos precisam ser mais rápidos para que o cidadão fluminense não continue pagando salários para verdadeiros bandidos que desonraram suas fardas e usaram a polícia militar apenas para enriquecer de forma ilícita ou cometer outros crimes e ficarem impunes.

Mas, acima estão alguns casos citados, para que todos vejam que o perfil da polícia militar no twitter mente ao dizer que o comando da corporação não tolera, não compactua com desvios de conduta.
Compactua sim !