sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Tadinho dos "grafiteiros" (PICHADORES)

Ao contrário do que os veículos informam, os grafiteiros (pichadores) foram pegos pixando e depredando um comercio no SAARA, lógico que não justifica as agressões que sofreram, mas um pouco de tinta na cara foi bem feito.

As palavras escritas como sendo de autoria dos “grafiteiros” tem um vocabulário já bem conhecido e duvido sejam da lavra deles.

“Até quando os pré-conceitos vão oprimir cidadãos trabalhadores pra um mero prazer de satisfação ao ego, até quando pessoas assim ‘vão tomar conta da gente?’ Aliás, tomam conta de quem? De quem eles julgam certo ou errado? E se te julgassem errado ao visto deles? E se fosse com um filho seu? Sabe do que isso serviu? Serviu pra enfatizar o motivo do porquê estamos na rua, do porquê o hip hop existe, muito mais que um entretenimento e um compromisso, uma denúncia contra a raça opressora! Pra insatisfação de opositores só tenho a dizer que o movimento VAI CONTINUAR E MAIS FORTE QUE NUNCA!”


Sabemos bem a origem ideológica destas palavras, como também, chamar os supostos seguranças do SAARA de milicianos.

HORROR NO RIO DE JANEIRO GRAFITEIROS SÃO TORTURADOS POR MILICIANOS

Link: Milicianos?
O caminho para percorrer da Lapa a Central do Brasil (acesso ao Morro Santa Tereza), de onde os “grafiteiros relataram que vinham, pode ser bem mais curto se evitado o SAARA, percorrendo-se outras ruas quase que numa linha reta. Atá, mas eles preferiram andar bem mais àquela hora da noite, enfrentando o perigo de ruas escuras.
De imediato “direitos dos mano” saíram em defesa destes “artistas”, mas como bem disse Isabele Benito, do SBT RJ, não se preocuparam com o Direito dos comerciantes do SAARA em não ter seu comércio pichado e depredado.
O Jornal SBT Rio mostrou imagens da loja pichada recente e com depredações em sua fachada.


Primeiro Intervenção, depois Bolsonaro Presidente.


Quando Bolsonaro Entrar existirão ainda bandeiras verde amarelas com azul de anil? Acho que não.


Mesmo superando as urnas fraudáveis conseguirá ele se manter no cargo? Como com este Congresso venal? Vai governar com os mesmos critérios de corruptor do Executivo atual, contrariando tudo que almejamos com sua eleição? Ou vai governar como um ditador provocando seu impeachment em tempo recorde?


De nada adiantar eliminar um ninho de ratos (executivo) se outros ninhos não perecerem (legislativo e judiciário).

Dificilmente Bolsonaro conseguirá transpor as urnas fraudáveis, aconteceu antes com a conivência de Toffoli e pode acontecer de novo se nós, povo brasileiro que apoiamos sua eleição, ideias e ideais não estivermos nas ruas comprovando isso. Com nossa ausência as urnas serão novamente fraudadas, elegendo quem não desejamos.



Enquanto a fantasia ilusória do impeachmente de Dilma anda a passos de tartaruga, o patrimônio da Nação continua e continuará sendo vendido para tapar os rombos bilionários feitos no Tesouro Nacional. Adiante, pagaremos o restante, pois são insaciáveis e por Decreto a CPMF virá arrancar mais dos nossos já falidos bolsos.


“É um contra-senso anunciar um programa e depois “desanunciar”, mas a Petrobras não tem saída. A empresa vive um momento difícil, com alto endividamento em dólar. A empresa tinha dívida com um dólar cotado entre R$ 1,60 e R$ 2,60 e agora a moeda está em R$ 4,11 (fechamento de ontem). A empresa precisa reajustar o fluxo de caixa, engavetar investimentos e melhorar a gestão. É praticamente impossível a petrolífera manter um programa (Promef) que induza a empresa a fazer mais investimentos de curto prazo”, destaca o economista do Conselho Federal de Economia (Cofecon) e pós-doutorando em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luciano D’Agostini.



Ou seja, mais desemprego.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

"Brasil é uma bagunça"

"Brasil é uma bagunça", diz Goldman Sachs em NY, conta a 'Bloomberg'

"Brasil era 10 por causa do Pelé, mas agora é 10 de inflação, desemprego e etc..." completa ele.


Matéria publicada nesta quarta-feira (27) pela Bloomberg, por  Ben Bartenstein, comenta que depois que Goldman Sachs Group Inc. previu que a crise no Brasil ainda vai piorar antes de melhorar. vale lembrar que no ano passado o banco alertou após que a maior economia da América Latina estava sendo arrastada para uma depressão.
"O Brasil é uma bagunça", disse Alberto Ramos, economista-chefe da Goldman Sachs da América Latina, em um evento organizado pela Câmara Brasileira de Comércio em Nova York, nesta quarta-feira (27). " Antes o Brasil era  nota 10, por causa do Pelé, mas agora é 10 de taxa de inflação, desemprego, impopularidade da presidente..." 
A reportagem  fala que, apesar da fala do executivo da Goldman Sachs, a taxa da presidente Dilma Rousseff está entre as menores em impopularidade, se comparada a qualquer outro presidente brasileiro, ainda mais se consideramos as acusações de corrupção de alguns membros de seu partido, a inflação acima de 10 por cento e a tensão com o desemprego que assola o país. A nação está indo para sua recessão mais profunda em um século e sofre a ameaça de novos rebaixamentos de classificação de crédito depois de ser comparado a sucata no ano passado.
A crise econômica também está sendo refletido nos mercados financeiros, onde o real apresenta uma das maiores quedas entre as principais moedas do mundo, nos últimos 12 meses e a Ibovespa está enfrentando seu pior início de ano em duas décadas.  

Os desfalques no FUSPOM e suas vitimas

Tal qual os criminosos que diariamente fazem da PM seu alvo preferido, sejam criminosos ou políticos criminosos, há também o criminoso gestor.
Eles sem nenhuma preocupação com o resultado, meteram a mão no dinheiro que deveria custear a Saúde PMERJ, dinheiro descontado no contra cheque de cada policial militar. Segundo a Legislação sobre o assunto, de cada centavo descontado do policial militar, o Estado deve entra com uma contrapartida de igual valor, mantendo saudáveis as finanças que custeiam a saúde dos policiais e suas famílias. Mas não é isso que acontece, o Estado há décadas não faz esse repasse, se apropriando de quantia que não lhe pertence para outros setores, ou seja, seus bolsos.

Em noticia recente, Jorge Picciane (PMDB) surge como suspeito nestes desvios, acusado após apresentação de áudio onde o nome do Presidente da ALERJ é citado.


Não só praças estão expostos a deficiência dos Hospitais PMERJ, os danos também atingem Oficiais Superiores, colegas dos gestores ladrões.
A Ten Cel Carla Andréia sofreu mutilação em seu braço quando em atendimento no HCPMERJ. Erro médico ou carência de recursos?
E vamos seguindo, com os PMs morrendo dia a dia, seja nas ruas, seja nos hospitais falidos (roubados) da PMERJ.

"Devo esta mutilação aos meus nobres companheiros que, mediante suas ações criminosas, sucatearam o HCPM"


Eles escolheram os MILITARES.

Eles escolheram os MILITARES. Contra a imposição do politicamente correto, contra a corrupção e contra a politicagem profissional.

Diante da crise de credibilidade que assola a classe política brasileira nos últimos anos, de maneira cada vez mais explícita a sociedade têm apelado para que os militares assumam cadeiras políticas e até a direção do país. A multidão que exalta Bolsonaro por onde passa é uma evidência disso. A credibilidade de generais como Heleno e Mourão é outro sinal muito claro.
Em Brasília, em 15 de novembro passado, milhares de manifestantes pediam a volta dos militares ao poder. O atual comandante do Exército chegou a dizer que manifestações como essa representam um retorno dos valores que as instituições militares representam.

Na manifestação os militantes ergueram um boneco inflável de doze metros de altura representando o General Hamilton Mourão, então comandante Militar do Sul. Poucos dias depois uma multidão enfurecida de militantes de esquerda rasgou o boneco.
Heleno

Um dos primeiros militares “escalados” pela sociedade para assumir um cargo político foi o General Heleno. Quando Comandante Militar da Amazônia o general ousou criticar a política indigenista do governo federal, chamando-a, entre outros adjetivos, de caótica.  Ainda na ativa Heleno também não hesitou em fazer declarações ousadas que criticavam o pensamento dos esquerdistas brasileiros, que tentam até hoje se fazer de heróis democráticos e desprestigiar a ação das Forças Armadas na interrupção do projeto comunista no Brasil.  
Hoje, fora do contexto, é fácil falar sobre abusos na luta contra a subversão. Como deveriam ter agido as forças legais? Saibam os que nos condenam, muitos deles ex-terroristas e ex-guerrilheiros, hoje ocupando altos postos da República, e que jamais defenderam ideais democráticos, que nossa paz teve um preço. Ela é um legado daqueles que cumpriram sua missão e não fugiram ao dever, nem à luta
Em pouco tempo Heleno foi transferido para a reserva. Contudo, não cedeu aos pleitos para que fosse  candidato a presidência do país.

Mourão

Outro militar que ainda na ativa se destaca cada vez mais é o ex-Comandante Militar do Sul, General Hamilton Mourão. O general, à exemplo de Heleno, ainda na ativa criticou duramente o governo e, em palestra para membros da reserva, teria dito que a saída de Dilma do cenário político seria o “descarte da incompetência”. Mourão também permitiu que um militar recentemente falecido e ligado a repressão contra a esquerda terrorista fosse homenageado em quartel sob seu comando.
Logo chegaram reclamações e pedidos de explicação para o Ministro da Defesa, que não hesitou em dizer publicamente que tomaria providências.
Não temos qualquer duvida que, se assim desejasse, o general Mourão reuniria sob o seu comendo uma multidão de alguns milhares de manifestantes no Planalto Central a exigir que Dilma renuncie de seu cargo.

Mourão foi exonerado.
Na cerimônia de passagem, aparentemente cedendo a pressões da tropa, que cobra um posicionamento em relação ao reajuste de salário, que não cobriu a inflação acumulada em 2015, o Comandante do Exército – pela primeira vez esse ano – falou sobre a questão salarial. Villas Bôas disse:

Em função da crise econômica, viveremos grandes dificuldades materiais, do ponto de vista orçamentário e do ponto de vista salarial“.
O Comandante disse ainda, segundo o site MONTEDO, que conta com Mourão para a obtenção de um reajuste salarial para a tropa.

Jair Bolsonaro


Nessa terça-feira o deputado Jair Bolsonaro (26/91/2016) fez questão de prestigiar a passagem de comando do General Mourão. Ele não ficaria de fora por dois bons motivos. Mourão agora é ícone da oposição, ganhou até um boneco em sua homenagem. E, segundo motivo, o General Pujol, novo comandante do Sul, é um colega de turma na AMAN. Posando junto com o mesmo, e lembrando que são da mesma turma, Bolsonaro implicitamente diz que se estivesse na ativa seria hoje um general de quatro estrelas.
O início
Após algumas crises com o Exército, Bolsonaro entrou para a política graças ao voto principalmente dos graduados das Forças Armadas, sempre massacrados no quesito soldos. Foi eleito vereador em 1988 e logo em seguida, 1990, foi eleito deputado federal.
Diante da exclusividade que o governo federal possui para legislar na questão salarial das Forças Armadas, Bolsonaro não conseguiu nenhuma vitória concreta nessa área. Contudo, em questões como defesa da família natural, luta contra a imposição do gayzismo, remessas de dinheiro para países governados pela esquerda e a pretendida reversão da anistia para membros das Forças Armadas, o deputado é um adversário forte e que cria problemas reais para o atual governo.
Foi justamente isso que o projetou em nível nacional. Tornando-o o deputado mais votado do Rio de Janeiro e provável candidato a presidente do país nas próximas eleições.
O Rio de Janeiro é considerado como “fazedor da tendência nacional”, e a “cara do Brasil”. Possui um eleitorado jovem, 50% têm menos de 44 anos de idade, e a cidade é atual domicílio eleitoral de grande  ícones da esquerda, como Jean Wyllys e Jandira Feghali. Por conta disso tudo, o feito de Jair Bolsonaro se tornou num verdadeiro cataclisma sobre aqueles que consideravam o brasileiro como libertino e despreocupado com questões relacionadas à família, liberdade de expressão e economia.
Na CAPITAL do estado, incluindo ZONA SUL e periferia da cidade, Bolsonaro ganhou mais que 50% dos votos que o elegeram.
Mesmo somados, os votos de Feghali (68.531) e Wyllys (144.770) não superariam o total obtido por Jair Messias Bolsonaro, 464 mil votos.
Jair Messias Bolsonaro
464.572

Jean Wyllys 
144.770

JANDIRA FEGHALI
68.531

Mudança de mentalidade

A aceitação dos posicionamentos políticos/sociais do MILITAR, foi algo tão DEVASTADOR que a imprensa, em choque, fez questão de omitir dados importantíssimos, que indicam que pode haver uma mudança de mentalidade em curso no Brasil.  Por sua vez, cientistas políticos famosos e já consagrados desprezaram todos os dados acima citados. Afinal, dificilmente endossariam essa reviravolta que vai contra a imposição de comportamentos politicamente corretos, sempre de acordo com a visão esquerdista.
Se Bolsonaro for candidato a presidente em 2018, acredita-se que só o Rio de Janeiro poderá eleger mais de cinco militares para o Congresso Nacional e, quem sabe, até um general para o SENADO.
Outros estados também já ensaiaram candidaturas. Como não são políticos profissionais, a maior parte dos militares, principalmente os da ativa, evita falar sobre política e expor-se aos holofotes da mídia. Mas, sabe-se que São Paulo e Minas Gerais, por exemplo, que tiveram vários generais, oficiais, sargentos e familiares de militares concorrendo em 2014, já preparam candidaturas fortes para o próximo pleito.
Candidatos Militares 2016 e 2018
As candidaturas de 2018 precisam ser embasadas, já em 2016, pela eleição de vários candidatos militares, familiares e membros reais da oposição para cargos nos legislativos municipais. Por isso é normal que surjam candidaturas em vários locais do país.
Robson A.DSilva – Sociedade Militar

Como trabalhar no CARNAVAL?

Como trabalhar no CARNAVAL? Policiais do Rio de Janeiro reclamam da situação financeira.




Enquanto o governador não consegue sequer fechar acordos para  o pagamento dos salários do funcionalismo a família militar permanece em suspense. Sem saber se poderão pagar as dívidas do início do ano os policiais já se perguntam sobre qual será a MORAL DA TROPA trabalhando no carnaval.
Site e blogs policiais do Rio expressam o pensamento corrente dentro dos quartéis.
“Anônimo em 27 de janeiro de 2016 07:42 

Me pergunto até quando a tropa vai aturar isso inerte eles fazem o que querem e fica tudo por isso mesmo, graças á divisão de classes que eles implantaram na PMERJ com as gratificações, enquanto isso vamos trabalhar duros igual um coco no carnaval e ainda rindo pró turista vê que aqui a polícia trabalha mesmo sem 13 salário e etc…”

O policial militar apanha, apanha e não aprende, só pensa no seu salário e vantagens, mas não pensa na causa de todas as suas mazelas, que é a política. Como mercenários atenderam a chamada dos Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro com esta chamada:

Enquanto era por Dignidade e Respeito poucos compareciam. Mas a manifestação dos Militares do Rio de Janeiro teve um desfecho trágico, centenas de militares BMs e alguns PMs foram recolhidos arbitrariamente a um presidio de segurança máxima, uns foram excluídos e outros ficaram respondendo a PADs com o mesmo risco de exclusão. A situação só se normalizou quando a anistia foi concedida a todos.
Durante o tempo em que centenas de componentes BMs estiveram excluídos, receberam ajuda financeira cotizada entre o efetivo, chegando a R$ 2,000,00 BM para cada excluído. Neste mesmo tempo, a PMERJ, com efetivo superior, cotizava menos de R$ 100,00 para cada PM excluído, que eram bem menos que os BMS.
Demoram muito a enxergar que o momento não é ficar chorando pela migalha não recebida, é trabalhar na união por um ideal de futuro, que nem eles mesmos, os PMs, sabem qual é.

Presidente da Alerj é citado por lobista preso durante investigação sobre fraudes na Saúde da PM


                      Picciani e Orson Welles em foto postada pelo lobista no Facebook

Link: EXTRA


Ladrões saquearam verbas da Saúde PMERJ, policiais morrem e famílias sofrem para ter atendimento digno. No momento surge noticia de que, além da divida de mais de R$ 200.000.000,00 da contrapartida do Estado para com o FUSPOM, políticos também estão envolvidos nesta maracutaia criminosa que mata tanto quanto os traficantes e seus fuzis.

É certo que morram PMs neste carnaval, mas não estão nem ai, só estão preocupados com dinheiro. DIGNIDADE e RESPEITO é a primeira exigência.



Operação visibilidade foi sucesso, Missão Cumprida!


Em todas as manifestações que fazemos a intenção é que o resultado esperado seja alcançado, nos preocupamos com resultados e não com multidões. Lógico que o resultado alcançado nos chega através de informações de dentro da caserna, já que dela nunca nos afastamos. 

Com o público externo não precisamos de informações, nos vemos e sentimos a recepção que nos é dada. Não precisamos ofertar nosso material, eles é que param para pegar, eles que pedem a adesivação Intervenção, eles que nos saúdam com as buzinas de seus carros e motos.


Isso nos faz muito feliz, tão felizes que esquecemos os insultos de uma parcela insignificante de esquerdistas que, na impossibilidade de argumentos, só xingam e fazem sinais ofensivos.
Nosso objetivo foi alcançado, distribuímos mais de 2.000 prospectos informativos e adesivamos cerca de 120 veículos, ressaltando que nada foi imposto, eles é que pediam.


Crescemos em participantes, o que nos faz crer que conseguimos passar o “Despertar Patrióticos” aos que nos procuram, não fazendo de manifestação uma fonte de renda, pois, nada pedimos, só o Amor pela Pátria e preocupação com as gerações vindouras.


Aos presentes, agradeço do fundo do meu coração, pois a dedicação pela causa me impressionou e, como eu sempre digo, a qualidade é o que interessa. Quantidade sem qualidade pode ser prejudicial.



Agradecemos a PMERJ, que dentro de suas atribuições, que são muitas, não dispensou atenção, fazendo dentro de seus roteiros de patrulhamento passagens constantes em nosso evento, dando-nos sensação de segurança. Agradecemos também a PE que também nos deu atenção fazendo rondas no local com sua viatura ostensiva e, lógico, também com a reservada, de onde a luzinha no interior mostrava que os registros estavam sendo feito. Os relatórios foram gerados e como sempre, vão percorrer todas as esferas de Comando.

Qualquer que seja o político, que tenha as melhores das intenções, não conseguiria governar o Brasil.
A casa precisa ser limpa!
Sendo assim, após a limpeza, certamente eu apoiaria o Senhor Bolsonaro. Mesmo que ele ganhe hoje, com o ciclo vicioso que adentrou no Brasil, sofreria um impeachment relâmpago !
Intervenção Militar é a solução até que a casa seja arrumada!


Link demais fotos do evento: Operação Visibilidade - Deodoro

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