sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Intervenção não é meio de "ganhar" a vida.


Todos nós ficamos confusos quando anos atrás, o General Villas Bôas disse que “as instituições estão funcionando”. Uma enxurrada de críticas a esse pronunciamento foram feitas, negando suas palavras. Mas quem somos nós, simples espectadores, para fazer críticas? Já imaginaram o somatório de conhecimentos adquiridos nos diversos cursos feitos por um militar antes de galgar o ultimo posto? Hoje tivemos a certeza de que há instituições em funcionamento e, para que este funcionamento surta efeito, é preciso apoio, confiança e cooperação.

Cooperação principalmente dos ditos intervencionistas, dos que pedem dinheiro para suas ações sem comprovar os gastos, estes já ditaram diversas datas em que a Intervenção Militar aconteceria, desprezam a candidatura de um militar que se sabe ser objeto da Intervenção, desacreditaram a Justiça Federal postando que Lula seria absolvido.


Agora estão propagando que a condenação de Lula é mera "ilusão". Não é mera ilusão, é o Estado Democrático de Direito sendo respeitado! Ainda existem obstáculos, recursos e ignorar isso nos iguala a eles. A cada ação uma reação se desenvolve, o estrago feito não se conserta em dias, levarão alguns anos.

Alimentar uma Intervenção como em 64, é mero “meio de vida”, é ativismo profissional, é usar os que preferem delegar competência pagando para outros façam, é ganhar dinheiro de otários. A Intervenção já acontece, estamos no século XXI e, se os “intervencionistas” propagam confiar em nossas Forças Armadas, não duvidem que tenham capacidade de neutralizar as “urnas fraudáveis” e fazer disso uma verdadeira e reconhecida Intervenção respeitada no mundo todo e com reconhecimento da ONU.

Do mais, quem não concordar, estude um pouco mais sobre os cursos das Escolas de Comando de Estado Maior. Lembrem-se! A Justiça não os alcança enquanto tiverem a "imunidade".

A Esquerda Acabou. Saiba Por Quê.


A esquerda sempre precisou de dinheiro, de muito dinheiro para se sustentar.
A direita por sua vez, não.

Isso porque a direita é composta de adolescentes que estudaram quando estudantes, trabalharam quando jovens, pouparam quando adultos, e portanto se sustentar não é um grande problema.

A direita progride, enquanto a esquerda protesta nas Ongs e nos cafés filosóficos.

A esquerda sempre viveu do dinheiro dos outros.

Karl Max é o seu maior exemplo, sempre viveu às custas de amigos, heranças e do companheiro Friedrich Engels.

Não conheço um esquerdista que não viva às custas do Estado, inclusive os empresários esquerdistas que votam no PT e PSDB e vivem às custas do BNDES.

Nos tempos áureos a esquerda tomou para si até países inteiros.

China, União Soviética, Cuba, por exemplo, onde a esquerda se locupletou anos a fio com Dachas e Caviar.

Essa esquerda gananciosa foi lentamente sugando a totalidade do Capital Inicial usurpado da sua direita, até virar pó.

Foi essa a verdadeira razão do fim do muro de Berlim.

A esquerda faliu os Governos que eles apoderaram.

No Brasil, a esquerda também aparelhou e tomou Estados e Municípios, e também conseguiu quebrá-los.

Socialistas Fabianos como Delfim Netto, FHC, Maria da Conceição Tavares ainda vivem às custas do Estado com duas ou mais aposentadorias totalmente imorais.

Só que o dinheiro grátis acabou.

Sem dinheiro, a esquerda brasileira começou a roubar, roubar e roubar com uma volúpia jamais vista numa democracia.

Mas graças à Sergio Moro, até esse canal se fechou para a esquerda brasileira.

Sem a Petrobras, as Estatais, o BNDES, o Ministério da Previdência, o Ministério da Educação, a esquerda brasileira não tem mais quem a sustente.

O problema da esquerda hoje é outro e muito mais sério.

Como esquerdistas irão se sustentar daqui para a frente?

Como artistas plásticos, professores de Filosofia e Estudos de Gênero da FFLCH, apadrinhados políticos, vão se sustentar sem saberem como produzir bens e produtos que a população queira comprar?

Que triste fim para todos vocês que se orgulhavam de pertencer à esquerda brasileira.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Que tiro foi esse?


Que tiro foi esse?
Que escolas se fecham para abrirem presídios. Que as estatísticas da violência vale mais para que os governos consigam dinheiro.

Que tiro foi esse?
Que certos e determinados políticos acham que a miséria do povo é o melhor caminho para se ter voto mais fácil.

Que tiro foi esse?
Que a "globosta" coloca de goela abaixo das famílias brasileiras, onde todos se reúnem para assistir.

Que tiro foi esse?
Que os políticos, todos, sem exceção, iludem todo mundo com promessas ilusionistas e com sorrisos maquiavélicos.

Que tiro foi esse?
Que nos municípios, especialmente aqueles que não tem geração de emprego e renda, fazem os jovens deixarem suas famílias.

Que tiro foi esse?
Que os eleitores brasileiros ainda não aprenderam a votar e se vendem por sacos de cimento, caco de telha, dose de cachaça e dentadura.

Que tiro foi esse?
Que deram nos cérebros brasileiros roubando-lhes a capacidade de pensar sobre o que cantam e não proclamar o que encanta.

Que tiro foi esse?
Que acertou os tímpanos do nosso povo fazendo-os ouvir lixo achando que é música.

Que tiro foi esse?
Que acertou os olhos de uma nação fazendo-os cegos às mazelas do nosso país.

Que tiro foi esse?
Que paralisou o nosso povo impedindo-os de reagir aos constantes assaltos aos cofres públicos.

Que tiro foi esse?
Ah, Brasil! Que tiro foi esse que nos acertou em cheio, que roubou o nosso brilho e que nos fez retroceder?


Esse é o tiro do desatino do povo brasileiro?
É verdade que nós não sabemos de onde veio o tiro, mas é bem certo que esse tiro já derrubou muita gente, especialmente aqueles que tem preguiça para pensar.

Pense nisso!



quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Beba Bolsomito!


A esperança de reverter os anos de desempenho ruim da empresa Open Creative, especializada em produtos de beleza, está no deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Mas o sócio Fabio Bezerra da Silva, 42 anos, se apressa em dizer que isso não significa que ele seja um apoiador do pré-candidato à Presidência.

Sua companhia lançou no final do ano passado a bebida energética Bolsomito, inspirada em Bolsonaro, com o objetivo de vender mais e superar um momento de baixa no mercado, diz. “O propósito de toda ideia comercial é venda, queríamos simplesmente vender, adquirir lucro, lançar novos produtos e dar continuidade aos nossos planos.”
A companhia, criada em 2013 em São José do Rio Preto (SP), conta com 11 profissionais e possui linha de 22 produtos cosméticos, vendidos para salões de cabeleireiro e via internet. Silva diz que ter outras linhas de produtos estava nos planos da empresa desde seu lançamento, porém os sócios decidiram ter um portfólio mais completo de itens de beleza antes de entrar em novos mercados.
A ideia para a nova marca veio quando o sócio de Silva, Frederico Peres Michel, 28 anos, viajou para Brasília para visitar parentes. Os dois começaram a brincar que ele deveria também passar pelo gabinete de alguns deputados. Daí veio a ideia que Silva chama de tacada de mestre: “Enquanto ele estava lá, começamos a trocar mensagens sobre isso. Eu logo mandei a foto de um rascunho da marca para ele”, conta.
Não é preciso ser um grande publicitário para perceber que a marca “BOLSONARO” é um sucesso!


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Helicóptero da Globo cai e deixa dois mortos


Um helicóptero da TV Globo caiu na manhã desta terça-feira (23) na praia do Pina, na Zona Sul do Recife, de acordo com informações do portal G1. O acidente aconteceu por volta das 6h15 com o Globocop da emissora que fazia imagens para o jornal Bom Dia Pernambuco.

Segundo informações do Samu, três pessoas estavam na aeronave. Duas morreram e a outra foi encaminhada para o Hospital de Restauração, no centro da capital. Há informação de um quarto tripulante, que ainda não foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros.

De acordo com informações preliminares, uma das causas pode ter sido a chuva forte que caía no local na hora do acidente. A aeronave prestava serviços para a emissora há mais de 15 anos.



As vítimas foram identificadas como o piloto Daniel Galvão, 37 anos, a 1º sargento da Aeronáutica Lia Maria Abreu de Souza, 34, e o operador de sistemas Miguel Brendo, 21 - esse último o único sobrevivente do acidente. 


Carreata dia de São Sebastião


Como combinado há cerca de um mês, com chamadas diárias para que intervencionistas comparecessem, cerca de 15 se fizeram presentes, em quatro carros, um carro de som e duas motos.




Onde estão estes intervencionistas que se dizem serem mais de 50% da população? Acho que estão delegando competência a outros “intervencionistas” aproveitadores da situação que sabedores desta desmotivação presencial, recebem dinheiro sem prestação de contas para “representar” os ausentes. Mas existe intervencionista por delegação? Claro que não!

É por isso que os ditos “lideres” de certos grupos rejeitam qualquer referencia com Jair Bolsonaro, ele não bancou os aproveitadores, não lhes deu um tostão. Sabe que são ativistas profissionais.


Sou sim pela eleição de Jair Bolsonaro e vejo ele como um instrumento de Intervenção. Todo intervencionista que diz confiar em suas Forças Armadas deve confiar que esta eleição não será como as outras, a capacidade de nossas Forças é suficiente para ultrajar as urnas fraudáveis.


Mas voltando a carreata, poucos estiveram lá, deixando seu lazer, suas obrigações familiares para se dedicar a Nação, a Sociedade, ao bem estar no futuro das gerações vindouras. Sem nada pedir, só a presença física, já que não há delegação.


Me senti honrado em fazer parte deste seleto grupo, que demonstraram com suas falas estar preocupado com o Brasil e não com mesquinhes de interesses.



A concentração foi em frente a oficina de trens em Deodoro e entre carro enguiçado que contou com a solidariedade dos demais, todos partiram juntos com destino ao Centro do Rio, onde se fizeram ver e ouvir.


“A BATALHA DE PORTO ALEGRE”


Longínqua é a época em que o PT se vestia de defensor de outra forma de participação política, procurando seduzir não somente os incautos do Brasil, mas também os do mundo. A soberba já naquele então desconhecia limites, mas apresentava-se com as sandálias da humildade.

Era o mundo da dita “democracia participativa” e da mensagem, no Fórum Social Mundial, de que um “outro mundo era possível”. Porto Alegre tornou-se o símbolo que irradiava para todo o País, e para além dele, transmitindo a imagem de uma grande solidariedade, de uma paz que o partido encarnaria.

Para todo observador atento, contudo, a farsa era visível. Porém foi eficaz: levou o partido a conquistar três vezes a Presidência da República. Mas deixando um rastro de destruição, com queda acentuada do PIB, inflação acima de dois dígitos, mais de 12 milhões de desempregados e corrupção generalizada. Dirigentes partidários foram condenados e presos a partir do “mensalão” e do “petrolão”. Antes, o partido tinha um currículo baseado na ética na política; hoje, uma folha corrida.

No dito orçamento participativo das administrações petistas de Porto Alegre já se apresentavam o engodo, a enganação e, sobretudo, o desrespeito à democracia representativa, tão ao gosto dos petistas atuais. Reuniões de 500 pessoas em bairros da cidade, nas quais um terço dos participantes era constituído por militantes, decidiam por regiões inteiras de mais de 150 mil ou mesmo 200 mil habitantes. Impunham uma representação inexistente, numa espécie de autodelegação de poder. O partido tudo instrumentava, arvorando-se em detentor do bem, o bem partidário confundido com o público.


Num Fórum Social Mundial, os narcoterroristas das Farc foram recepcionados no Palácio Piratini, sob o governo petista de Olívio Dutra. Lá, numa das sacadas do prédio, em outra ocasião, discursou, com sua arenga esquerdizante, Hugo Chávez, líder do processo que está levando a Venezuela a um verdadeiro banho de sangue, com a miséria e a desnutrição vicejando como uma praga – a praga, na verdade, do socialismo do século 21.

Eis o “outro mundo possível”, louvado pelos atuais dirigentes do PT. A vantagem hoje é a de que a máscara caiu. O partido, pelo menos, tem o benefício da coerência.

A máscara caindo mostra com mais nitidez que a democracia representativa nada vale e que a violência é o seu significante. A mensagem de paz tornou-se mensagem de sangue. A presidente do partido não hesitou em afirmar que a prisão de Lula levaria a “prender” e a “matar gente”. A tentativa de conserto posterior nada mais foi do que um arremedo.

Conta o fato de ter ela expressado uma longa tradição marxista-leninista de utilização da violência, da morte, acompanhada, segundo essa mesma tradição, de menosprezo pelas instituições democráticas e representativas, na ocorrência atual, sob a forma de desrespeito aos tribunais. A democracia, para eles, só tem valor quando os favorece. Desfavorecendo-os, deve ser liminarmente deixada de lado. Mesmo que seja sob a forma jurídica de pedidos de liminares, para que a luta continue.

Não sem razão, contudo, o PT e seus ditos movimentos sociais consideram este dia 24 como decisivo, o de seu julgamento. Para eles, tal confronto se exibe como uma espécie de luta de vida e morte. Nela, ao jogar-se a candidatura de Lula à Presidência da República e caindo, em sua condenação, o ex-presidente na Lei da Ficha Lima, está em questão a “vida” do candidato e do seu partido. Este, aliás, escolheu identificar-se completamente com seu demiurgo, selando com ele o seu próprio destino. O resultado é uma batalha encarniçada, o seu desenlace constituindo-se numa questão propriamente existencial.

A imagem da “morte”, segundo a qual os militantes fariam sacrifício por seu líder, por não suportarem a prisão dele, nada mais faz do que revelar o profundo divórcio entre o partido e a democracia representativa, com as leis e suas instituições republicanas. Pretendem sujar a Lei da Ficha Limpa com o sangue de seus seguidores.

Assim foi na tradição leninista: os líderes mandavam os seguidores para o combate e a morte, permanecendo eles vivos; e depois, uma vez conquistado o poder, usufruindo suas benesses. O sangue do ataque ao Palácio de Inverno e a vitória da revolução bolchevique levaram aos privilégios da Nomenklatura, dominando com terror um povo que veio a ser assim subjugado.

Segundo essa mesma lógica “política”, sob a égide da violência, Lula e os seus dividem apoiadores e críticos nomeando os primeiros como “amigos” e os segundos, “inimigos”. Sua versão coloquial é a luta do “nós” contra “eles”, dos “bons” contra os “maus”, dos “virtuosos” do socialismo contra os “viciados” pelo capitalismo. Ora, tal distinção, elaborada por um teórico do nazismo, Carl Schmitt, é retomada por esse setor majoritário da esquerda, expondo uma faceta propriamente totalitária. Lá também a morte, o sangue e a violência eram os seus significantes.

O desfecho do julgamento do dia 24, estruturante da narrativa petista, será vital para o destino do partido. Em caso de condenação, o que é o mais provável, o partido continuará correndo contra o tempo, numa corrida desenfreada por meio de recursos jurídicos, procurando esgotar os meios à sua disposição do Estado Democrático de Direito.

Assim fazendo, tem como objetivo produzir uma instabilidade institucional que venha a propiciar-lhe a reconquista do poder, produzindo um fato consumado numa eventual eleição sub judice. Seria consumar a morte da democracia representativa, solapando seus próprios fundamentos.


Resta saber se o partido conseguirá, para a concretização de seu projeto, realizar grandes manifestações de rua. Se lograr, a democracia representativa correrá sério risco. Se malograr, o partido estará fadado a divorciar-se ainda mais da sociedade. A narrativa soçobraria na falta de eco.

Denis Lerrer RosenfieldProfessor de filosofia na UFRGS