terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Segundo os “especialistas”



1 – A criminalidade acontece devido a exclusão social, ainda que 90% de moradores de comunidades sejam trabalhadores, e não por má índole!

2 – Morrem muitos marginais por culpa da polícia que “é violenta e despreparada”, e não por serem eles psicopatas agressivos.


3 – Cadeia não resolve, pena de morte também não resolve, a solução para criminosos violentos é oficina de miçanga e concurso do passinho.

4 – A culpa é da vitima que ostentou bens, não compreendeu o processo de expropriação e a divida histórica para com os pobres coitados vitimas do sistema.

É Bala no peito deles!!!

Em contrapartida a isso o que o vagabundo pensa......

#AEsquerdaEOCrimeUniãoPerfeita
#AcordaBrasil
#BandidoBomÉBandidoMortoSim
Major PMERJ Elitusalem Gomes Freitas

Não era um "jovem", era um CRIMINOSO!

Quando afirmamos que essa emissora, seus blogs, jornais e afiliados, têm uma relação íntima, de afinidade e "protencionismo" com o crime, não é achismo ou perseguição ideológica!
Não é possível que no atual cenário de violência, com a criminalidade controlando bairros inteiros, matando inocentes, chacinando policiais, a mídia mantenha essa postura carregada de valores invertidos e sem qualquer compromisso moral!


Não era um "jovem" que carregava um granada, não Jornal Extra!!! Era um M.A.R.G.I.N.A.L, UM C.R.I.M.I.N.O.S.O!!!
Quem por qualquer razão carrega consigo um artefato explosivo incide no artigo 16, parágrafo único, III da lei 10.826/2003, ou seja, é um B.A.N.D.I.D.O e não "jovem", FICA A DICA!!!
#MídiaCanalhaMídiaVermelha

POBRE DE TI, BRASIL!



O que dizer das medidas propostas pela Procuradoria-Geral da República, solicitando que o STF retome a discussão sobre o alcance da Lei da Anistia para, com certeza, canonizar os terroristas e criminalizar os agentes da lei e da ordem que os combateram?

Entretanto, não ficamos por aí, pois anuncia-se também, parece que de forma orquestrada, que uma juíza de Minas Gerais determinou que as praças e ruas das VILAS MILITARES tenham seus nomes trocados, no caso de homenagearem autoridades ou combatentes que lutaram o bom combate e evitaram que nos tornássemos uma grande e miserável Cuba. Suprema ousadia!

Tudo isso, meus amigos, justo no momento em que as Forças Armadas, para desespero dos seus eternos algozes vistas como a instituição de maior credibilidade no País, são usadas e abusadas de Norte a Sul do Brasil, em funções estranhas à sua vocação, como a última esperança para garantir um mínimo de segurança e de ordem nesta Nação devastada por uma longa sequência de governos irresponsáveis e corruptos.

Há que se pensar que é preciso fazer um grande esforço para continuar sendo uma pessoa normal neste sofrido Brasil!

General Gilberto Rodrigues Pimentel, Presidente do Clube Militar


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

A realidade das favelas.


A REALIDADE DAS FAVELAS
NARRADA POR UMA MORADORA ANÔNIMA
                             Os "dimenó" do tráfico armados.
"Olá, escrevi um texto de desabafo acerca desses hipócritas que defendem os bandidos, mas por favor, quero continuar no anonimato por viver em uma favela e isso me priva muito de mostrar os meus pensamentos, segue o texto:
Sou censurada todos os dias, vivo em uma prisão pelo simples fato de morar em uma comunidade e não poder defender o lado justo da causa, pois, caso contrário, não somente eu, quanto minha família, correríamos risco de vida por defender o correto. Por isso escrevo no anonimato, mas com revolta pela forma como as coisas estão se seguindo.
Vi posts e matérias revoltas contra a ideia do Exército revistar a mochila das crianças. Quanta, hipocrisia. Não vejo esses reclamando dos homens amplamente armados que ficam na entrada das favelas, cheirando, fumando, tomando posse da área como se fossem reis. Eu não vejo mal algum nisso, sabe por que? Porque cresci em escolas públicas, vi muitos dos meus colegas de turma se tornarem bandidos – por escolha própria –, vi as diretoras da escola dando advertências em alunos por levarem drogas, bebidas, vídeos criminosos e, até mesmo, armas (mesmo que de brinquedo) para a escola.
Oras, então vocês preferem que seus filhos acostumem-se com fulano e beltrano carregando arma pelo beco da sua casa, exibindo um poder que não deveriam ter, e desejando ser como eles? Meus primos não vêem mal algum em serem revistados, pelo contrário, o mais novo um dia apontou para um Militar e disse, quando tinha apenas cinco: Tia, eles estão procurando bandidos, né? Os bandidos é que faz coisa errada; E ele, mesmo novo, não temeu, porque sempre soube que bandido é bandido, estando de terno ou com uma arma contrabandeada tirando vida de inocentes nas ruas.
Esta foto de militares revistando mochila de criancas da favela Kelson's na Penha esta gerando polêmica. Qual a sua opinião?
Não sejam hipócritas, essas crianças que vocês estão tão revoltados por estarem sendo revistadas, já estão ACOSTUMADAS com isso antes mesmo dessa intervenção, antes mesmo da polícia subir no morro. Ou vocês acham que eles são cegos e surdos quando vêem os seus queridinhos portando arma, cantando músicas que fazem apologia ao tráfico? Off course not, babie.
Bem, se é assim que pensa, então meus parabéns, você está contribuindo com o governo que quer criar marginais. O vírus já está impregnado nos morros há muito tempo, com ou sem exército, CONVIVO COM ISSO TODO DIA, e você, seu defensor dos direitos humanos, é o maior contribuinte. Mas claro, né? Como não estão te ferindo, estão indo roubar apenas no asfalto e como você AMA uma guerra entre tráficos, você não se importa, certo?
Façam-me favor, quem tem medo de polícia (a polícia não corrupta) é bandido, quem tem medo de gente fardado, é quem deve.
Sou nascida e criada na favela, já apontaram arma na minha cara (não polícia, mas bandidos), e entristeço-me, todo dia, em vê como os valores estão se invertendo e em que mundo distorcido os meus primos estão crescendo. Mas com sorte, nós ensinamos que não importa se eles são negros ou “favelados”, têm que estudar para terem o que quer e que se roubarem, vão ficar na cadeia sim, porque sendo da família ou não, bandido bom, é bandido preso. Isso se chama Justiça."
Um relato realista, de quem convive todos os dias com os mandos e desmandos praticados pelos marginais fortemente armados nas comunidades. Por certo ela omitiu coisas piores, como assassinato de moradores ou estranhos na presença de crianças, a incineração no "micro ondas" e  o tiro numa criança qualquer da comunidade para barrar a perseguição policial como também fazer com quer a comunidade acuse a polícia pelos que eles matam.


TUDO PELO CRIME


O Exército está proibido de combater os criminosos no Rio de Janeiro.

Está tudo perfeitamente correto com a intervenção do Exército no Rio de Janeiro, mesmo porque não há nada que os militares possam fazer a respeito ─ receberam ordens legais, aprovadas por vasta maioria de votos no Congresso, para patrulhar as ruas da cidade, e não poderiam recusar-se a cumpri-las. Mas está tudo errado com a desordem criada na segurança jurídica no Brasil pela ação conjunta de governo, deputados e senadores, juízes e procuradores, ministros dos tribunais superiores e quem mais tem alguma coisa a ver com a aplicação da lei neste país. 

Menores seguindo ordens do tráfico para afrontar as Forças Armadas.

Esta desordem, como é bem sabido por todos, é hoje o grande incentivo ao crime: transformou o direito de defesa num Código Nacional da Impunidade. Essa situação fornece tantos privilégios aos criminosos, e coloca obstáculos tão grandes à sua punição, que acabou por dissolver a autoridade pública, as leis penais e o sistema Judiciário, hoje humilhados diariamente pelo crime e impotentes para proteger os direitos do cidadão que os bandidos violam como bem entendem. Criou-se um estado de quase anarquia. Aí não há Exército que pode resolver ─ nem o brasileiro e nem o dos Estados Unidos, com o seu efetivo de 1,3 milhão de homens, o seu orçamento de 600 bilhões de dólares por ano e o seu arsenal inteirinho de bombas atômicas.



O Exército brasileiro não pode resolver o problema porque tem de respeitar as leis ─ e as leis criadas há anos pelos donos do poder impedem que a força armada cumpra a missão que recebeu. O resumo da história é o seguinte, para quem não quer passar o resto da vida discutindo o assunto: a tropa enviada ao Rio de Janeiro está legalmente proibida de combater o inimigo contra quem foi despachada. Muito simplesmente, não há no momento para o Exército enviado à frente de combate as “regras de engajamento”. Como uma força militar pode trabalhar desse jeito? Qualquer exército decente do mundo tem suas regras de engajamento ─ até uma tropa ONU em missão de paz. Do contrário, é um ajuntamento de homens com armas na mão. Essas regras são o conjunto de instruções precisas sobre o que os soldados e oficiais devem ou não devem fazer quando entram em ação. Uma das principais é atirar no inimigo. Não se trata de sair dando tiro por aí, mas também não é uma opção em aberto. Um sujeito que porta um fuzil automático no meio da Avenida Brasil para assaltar um caminhão de carga, por exemplo, ou desfila armado pelas favelas, é um inimigo ─ e, portanto, um alvo. Ou não é? Aqui, pela regra, não é. Pelas nossas leis, não há inimigo. Conclusão: o Exército está no meio de uma guerra no Rio, mas nossas leis e tribunais dizem que a tropa do outro lado encontra-se sob a sua benção.
J.R. Guzzo - Veja

domingo, 25 de fevereiro de 2018

O mundo de hoje tende para a DIREITA.


O Decreto de temer para a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro é alvo de muitas criticas, primeiros de generais que reclamam não haver o poder de Polícia e depois de esquerdistas sabidamente dependentes do tráfico para estimular financeiramente sua ascensão política.
O tráfico de drogas e armas são os negócios mais lucrativos do mundo e certamente isso não fugiu aos olhos de “políticos” inescrupulosos, que na década de 70 já vislumbraram o que presenciamos hoje, quando estiveram presos juntos em presídio comum.

Barbieri é apontado pela Polícia Civil como o maior traficante de armas do Brasil. Ele é acusado de ter enviado ao país, em maio do ano passado, uma carga de aquecedores de piscina recheada de fuzis de guerra. Foi a maior apreensão de armas feita no Brasil em 10 anos.
GLOBO  



Tivemos o pedido de prisão do maior fornecedor de armas para quadrilhas do Brasil, mais especificamente do Rio de Janeiro, o que foi cumprido pelos Estados Unidos, mas sendo negada sua extradição.

Aí que entram nossas Forças Armadas, que estão fazendo além do que lhes determinou o Decreto Presidencial, as informações coletadas durante anos sendo utilizadas. Sabemos que a Justiça do Brasil sofre forte influencia do “narco estado”, são inúmeros os nomes de políticos envolvidos com o negócio ilícito de tráfico de drogas e armas. A decisão dos Estados Unidos em manter o traficante de armas preso lá para se ver processado e condenado é acertada tendo em vista a atual situação de envolvimento no Brasil.


Isso está causando grande temor em alguns políticos, que já orquestram reação contra o uso da inteligência militar, seus nomes em algum momento irão aparecer.

Que a Intervenção continue, mas não dentro do que determinou a política!


sábado, 24 de fevereiro de 2018

Tudo que o mestre mandar?



4000 agentes de segurança do estado cedidos para outros órgãos (principalmente tribunais e assembleias).
General mandou: voltar geral!
"A população não paga imposto para seguranças de deputados, juízes e etc. Pagamos impostos para usufluirmos de educação, segurança, saúde".....
Não sabemos a veracidade, mas se for real tem nosso apóio! Além disso há quase 4 mil aprovados esperando iniciar o curso de formação, creio que 8 mil policiais nas ruas traria um pouco mais de paz e talvez não necessitasse de utilização das Forças Armadas!

Se verdade essa notícia, eu pergunto: porque os ex secretários de segurança e comandante geral da PMERJ não fizeram isso? Seus cargos estão vinculados a estrita obediência! É como naquela brincadeira de criança: 
Bento... Bento... Frade!

Frade!
Na boca do forno!
Forno!
Faz o que o mestre manda?
Fazemos!


Lembrando que só Marcelo Freixo (PSOL), defensor de bandidos, da liberação de drogas e fim da PM, possui dez policiais em sua segurança com fuzis do Estado.

Freixo e "seus" seguranças.