domingo, 4 de março de 2018

INSEGURANÇA JURÍDICA



O regime excepcional e temporário que se implantou no país em 1964 veio no bojo dos mais expressivos segmentos da sociedade, como antídoto político à desintegração do próprio estado democrático. O que veio depois foi guerra, onde os excessos, desgraçadamente, ocorrem em ambos os lados. Já em 1979, iniciativas do próprio regime dito militar deram início a viabilização do propósito permanente do Movimento Cívico-Militar de 1964, qual seja, a preservação de uma plena democracia, a saber: revogação do Ato Institucional nº 5; retorno dos exilados ao país; anistia ampla, geral e irrestrita; volta das eleições diretas; entre tantas outras. No que tange à anistia, que os opositores do regime tanto clamavam por ser de essência ampla, geral e irrestrita, o presidente Figueiredo promulgou a Lei 6683/1979, a qual passou a ser conhecida como “Lei da Anistia”, nos seguintes termos:
-“É concedida anistia a todos quantos, no período de 02 setembro de 1961 e 5 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexos com estes[...]”. (grifamos).
A Lei, portanto, concedeu anistia aos crimes de ambos os lados, tanto àqueles da repressão militar quanto aos militantes da esquerda radical e revolucionária.
Incrível que ainda hoje, passados quatro décadas da Lei que viabilizou a plena redemocratização do país e a reconciliação dos brasileiros, vozes renitentes de um insano revisionismo, que não escondem matizes revanchistas, na contramão da decisão irrevogável da Suprema Corte de Justiça do país, ainda procurem, por via oblíqua, alterar o texto da lei da Anistia. Recorde-se que em 2012, vozes da mesma natureza daquelas conseguiram alterar por mero expediente administrativo (Resolução nº 2, de 20/08/2012, da Comissão Nacional da Verdade-CNV) as finalidades expressas da Lei Federal que a criou. Pelo ilegal documento, resolveram apurar tão somente os crimes praticados pelos agentes públicos, varrendo para debaixo do tapete os crimes (homicídios, seqüestros, “justiciamentos”, terrorismo e etc) praticados por aqueles que desejavam implantar no Brasil o regime do partido único, da verdade única, da imprensa única, enfim, da obtusidade absolutamente única.
Plenamente justificada, portanto a nossa preocupação quanto a novas tentativas de, mais uma vez e por via oblíqua, reinterpretar o texto da Lei da Anistia, à exemplo da recente solicitação da Procuradora-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal para reabrir um lamentável caso concreto ocorrido nos idos de 1971, porém de muito sepultado pelo manto da mencionada Lei, que promoveu a reconciliação nacional e viabilizou a redemocratização do país.
            A este ponto cabe ressaltar um relevante trecho do copioso Voto do ministro EROS GRAU, relator da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF-153) fundamentando o Acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu, no ano de em 2010, pela improcedência da pretensão do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em alterar a Lei da Anistia.  Aqui transcrevemos um pequeno trecho de grande significação jurídica:
“… Eis o que se deu: a anistia da lei de 1979 foi reafirmada, no texto da EC 25/85 (Emenda Constitucional l25/ 85), pelo Poder Constituinte da Constituição de 1988. Não que a anistia da Lei de 1979 que aproveita a todos (grifamos) já não seja mais a da lei de 1979, porém a do artigo 4º, parágrafo 1º da EC 26/85. Mas estão todos como que[re] anistiados pela emenda, que abrange inclusive os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, seqüestro e atentado pessoal. Por isso não tem sentido questionar se a anistia, tal como definida pela lei, foi ou não recebida pela Constituição de 1988…”
Não se trata aqui, por absoluto, em defender qualquer violação aos direitos e garantias fundamentais esculpidos na Constituição da República, mas, ao contrário, preservá-los, em nome da própria Carta Magna e da Segurança Jurídica da ordem democrática. A revisão da História é tarefa dos historiadores.

Assinam:
Vice Almirante. Rui da Fonseca Elia

Presidente do Clube Naval
Gen Div Gilberto Rodrigues Pimentel
Presidente do Clube Militar 
Maj Brig Marcus Vinicius Pinto Costa
Presidente do Clube de Aeronáutica




PARA BOM ENTENDEDOR, PINGO É LETRA



Há tempos eu falo que é preciso esperar para ver todas as peças no tabuleiro, para depois – e só depois – tomar posição com relação às eleições de Outubro.
Pois uma peça fundamental acaba de ser lançada: Mourão.
Muitos (inclusive eu) estivemos esperando para ver se ele seria ou não candidato à Presidência, inclusive porque a sua passagem para a reserva era inevitável.
Ele passou para a reserva, e se posicionou: apoio ao Bolsonaro e, se preciso for, disposição de subir em seu palanque.


Disse mais: serei candidato à Presidência do Clube Militar, de onde incentivarei e alavancarei candidaturas de militares ao Congresso.
Há muitas pessoas tentando encontrar códigos e interrogações em suas declarações, especialmente porque ele disse que só será candidato à Presidência da República de houver uma “hecatombe”.
Não há qualquer coisa escondida em suas declarações.
Ele deixa claro que não confia na classe política brasileira, e precisa trabalhar para trocá-la por gente confiável. No caso, tanto ele, como as torcidas do Flamengo e do Corinthians juntas, confiam mais nos militares do que nos políticos, e preferem que as cadeiras do Congresso sejam ocupadas por patriotas conservadores e cristãos.
Há que se ter em mente que o Presidente de Direita precisará de apoio no Congresso, o que traduz a atitude no General Mourão.
Para bom entendedor, pingo é letra: os militares acabam de declarar que o candidato a ser eleito é o Bolsonaro, e não há entrelinhas a descobrir ali.


É sempre bom lembrar que o Bolsonaro não está se candidatando a Papa, e muito menos à canonização.
Se você está preparando um dossiê sobre seu passado, está na hora de rasgá-lo.
Imagine um dossiê sobre o Trump.
De minha parte estou certo que o seu passado tem milhares de coisas impublicáveis, mas nem por isso eu pensaria em deixar a Hillary ser eleita. Eu não atacaria o Trump, porque ele é o templário que desembainhou a espada para lutar pelos nossos valores judaico-cristãos.
Assim é Bolsonaro, o nosso templário! Não o deixemos só.
Busquemos no fundo do baú nossa espada enferrujada e sigamo-lo. O que está em jogo é a luta entre globalistas e antiglobalista.
O Bolsonaro é nosso templário antiglobalista!

Quanto a "hecatombe" a qual se referiu Mourão, todos já sabemos qual é: A impugnação da candidatura de Bolsonaro, por conta da indecente acusação da Maria do Rosário.
É possivel?
Claro que é possível!
E o que faremos?
A Esquerda (a Nova Ordem Mundial) vem trabalhando permanentemente para demolir a imagem do Bolsonaro, acusando-o de "tudófobo", além de extremista e populista. Espera que, impedindo-o de competir, terá feito o seu trabalho, pois não haverá substituto à vista.
Na verdade a NOM teme muito mais o General Mourão do que o Bolsonaro, porque não há como atacá-lo e nem reverter a opinião que os brasileiros têm dele.
Vou sugerir o golpe de mestre: General Mourão, filie-se ao Partido de Bolsonaro imediatamente (o prazo fatal é 04 de abril). Assim fazendo, o senhor estará nos dando a alternativa que falta para a vitória. Na verdade, duvido muito que "eles" terão coragem de impedir o Bolsonaro, sabendo que seu substituto será imbatível.
E todos viveremos felizes para sempre


Coronel Ênio Fontenelle

sábado, 3 de março de 2018

Somos Todos Cabo Flavia Louzada!



A reação da Cabo PM Flavia Louzada deveria primeiramente ser avaliada por equipe interdisciplinar de médicos e psicólogos.

Cabo PM Louzada é desrespeitada, veja aqui

Talvez o sistema desconheça as prováveis causas desta reação tão inconsequente que alcança as raias do desespero de quem, em ABSOLUTO ESTADO DE NECESSIDADE, perdeu a razão. Porque faz pouco tempo, e posso testemunhar, que se viu com o pai em estado terminal de câncer (ele faleceu neste recente período), e foi obrigada a abandonar o lar às pressas por real ameaça de traficantes do Complexo do Alemão, que invadiram a comunidade onde ela residia, num dos acessos periféricos à favela, e lhe mandaram um recado direto de ameaça de morte. 


Como ela foi a única mulher que participou da tomada do Complexo do Alemão junto com as FFAA, precedendo às instalações de UPPs por lá, tornou-se bastante conhecida da bandidagem do Complexo e de outros membros do CV. Neste quadro aflitivo ela me procurou em Maricá, na minha casa, e eu providenciei com o meu conhecimento de pessoas boas de Maricá uma casa para ela alugar, da qual fui fiador. Ela se mudou a toque de caixa no mesmo momento em que sepultava seu pai, um graduado da Aeronáutica. Por que eu, um oficial reformado da PMERJ, tive de agilizar tudo isto? Ora, porque ela não confiou que a corporação a apoiasse em momento extremo e me procurou junto com o companheiro dela, que, para complicar ainda mais, sofre de grave lesão na coluna cervical, o que também pode ser facilmente provado, ele sentou-se na minha poltrona e não conseguiu se levantar sozinho. 
Já atormentada pela grave situação que aqui resumo, ela descobre que está grávida de gêmeos, e só Deus sabe o susto dela. EU SEI!.. Daí, ela se viu impelida a voltar a morar no Rio de Janeiro, para ter acesso rápido a hospitais, pois, por óbvio, a gravidez dela, na idade em que se encontra, pode ser considerada de altíssimo risco. Nem sei se ela já conseguiu se mudar, mas esta é a duríssima realidade no momento enfrentada pela Cabo PM Flavia Louzada, e o seu real estado de espírito ao dar a entrevista. Ora, ela não falou como PM, falou como órfã de um pai que ela mesma cuidava na casa dela, falou como futura mãe de gêmeos que não recebeu seus vencimentos como mandam as leis, e acabou espinafrando um governante que já disse a que veio, eis que inegável integrante da súcia comandada por Sérgio Cabral, este que roubou tanto que merecia ser "presidente de honra" do Comando Vermelho (Vide declarações de Marcinho PV). 
Faço aqui o relato para que o sistema PMERJ acorde e saiba lidar com o grave problema que levou a Cabo PM Flavia Louzada,porque, - abnegada e entusiasmada defensora da VIDA dos colegas dela, incluindo oficiais, - ela não distinguiu nem ela o seu grave trauma psicológico,levando-a ao risco de perder os gêmeos (já estava licenciada por gravidez). Faço o relato para que a imprensa em geral aprofunde em investigação jornalística o que aqui afirmo, e que o ilustre comandante-geral, que tem a obrigação moral de ser humanitário, PRIMEIRO, por seu passado sempre voltado para o bem estar das tropas que comandou, e SEGUNDO porque a corporação tem uma enorme dívida com essa PM valente e abnegada, que transborda amor corporativo e que ingressou na PMERJ depois de ter a mãe, PROFESSORA, assassinada por um aluno que pusera para fora da sala por inconveniência e ele a esperou na saída e atirou muitas vezes nela, matando-a. 

Desabafo marido da Cabo Louzada, veja aqui

Espero que toda a PMERJ, de algum modo, leia o que escrevo. E digo por minha conta que esse governante não tem moral de mandar punir a Cabo PM Flavia Louzada por manifestação gerada pelo máximo desespero, não mais de PM Fem, mas de MÃE DE GÊMEOS prestes a perdê-los ainda no útero, como acontece nas favelas em que mães perdem filhos ainda no ventre por consequência de tiros insanos. Que o Ex.mo Senhor General de Exército Interventor saiba logo, este é o "moral" da tropa da PMERJ,que durante anos não tem podido se espelhar mirando o andar de cima, onde só há corrupção e desculpas esfarrapadas dos que já foram apanhados e dos que ainda conseguem ganhar tempo em razão de cargo ou função e de outras malandragens. Por enquanto é o que basta!

Emir Larangeira, Coronel PMERJ


O que diz a Desembargadora?



A criminalidade no Rio de Janeiro há muito se encontra fora de controle. O estado é governado por um “walking dead” que sabe muito bem que sua liberdade finda no dia em que transferir o governo a seu sucessor. Os secretários de segurança pública se sucedem a cada episódio macabro - e esses ocorrem todos os dias. O carnaval foi o ápice de todo esse caos e atestou ao Mundo o abandono em que se encontra a população no Rio de Janeiro.
A anunciada - e implorada por todos - intervenção na segurança pública foi recebida de braços abertos pela sociedade que nem mesmo para comprar pão saía mais de casa. 

Feito o anúncio, sucedem-se “os especialistas” de plantão na sugestão ao Exército de como proceder ao controle da violência. Absurdos como as declarações da CNBB, secundadas pela presidente do STF, demonstram bem a incapacidade das autoridades constituídas para lidar com questão que, hoje, é a mais sensível. O PSOL e todos os demais partidos de esquerda estão contra a intervenção por um motivo muito simples: a bandidagem constitui seu núcleo eleitoral (eles sempre lutaram pelo voto do preso, lembram?).

Pois o Exército terá que enfrentar, além da bandidagem explícita, a bandidagem implícita, esta última, muito mais perigosa e consistente do que a outra, porque manipula os meios de comunicação e distorce a própria informação.
Depois de ver as “sugestões” propostas aos interventores, tais como comissões disso e daquilo, eu faço uma única sugestão à sociedade carioca “como um todo”: 

*DEIXEMOS O EXÉRCITO FAZER SEU TRABALHO DO JEITO QUE ELE O SABE FAZER. SE ESTIVÉSSEMOS EM CONDIÇÕES DE SUGERIR ALGUMA COISA, O EXÉRCITO NÃO PRECISARIA ESTAR AQUI*.

Por Marília C. Neves (Desembargadora TJRJ) 

sexta-feira, 2 de março de 2018

INTERVENCIONISTA ou esquerdista infiltrado?



"O INTERVENCIONISTA que "nega" a intervenção do século XXI e clama pela intervenção de 54 anos atrás, só demonstra que ainda NÃO APRENDEU as coisas. Lembre-se que a GRADUALIDADE colocou a esquerda criminosa no AUGE do poder em 2011, mas se iniciou após a saída dos militares do poder em 1985. Lógico que não temos todo esse tempo, mas se DEUS quiser, se a natureza permitir, vamos ver esse país entrar nos eixos em breve, aos poucos...

Deus seja louvado, nós vamos VENCER."
(Marcelo Rossi)

Nas eleições de 2014, num universo de 144 milhões de eleitores, 44,6 milhões praticaram o BAN. Dilma teve 55,7 e Aécio 43,7 milhões de votos, sendo destes, um percentual grande da Direita que queria pelo menos uma mudança. Portanto, o BAN (brancos, abstenções e nulos), praticado por "intervencionistas" é um forte aliado dos "Globalistas", é um "trunfo" a ser usado na continuidade do atual cenário.

Convivi por quase 10 anos com Grupos e Intervencionistas, garanto nunca ter visto, ouvido ou vivenciado o que vejo, ouço e vivencio por parte de “intervencionistas”, o linguajar e “modus operandi” são os mesmos que vi, ouvi e vivenciei por ocasião do impeachment de Dilma, é a esquerda se manifestando como se fosse de direita.
O meu pensar é de que uma Intervenção silenciosa já acontece, tendo reflexos na política e nas urnas. Seu auge será no resultado das eleições 2018, com a eleição dos vários militares e civis idôneos que já vislumbramos. De janeiro para cá, principalmente em alguns grupos “intervencionistas” dois ou três têm se manifestado contra o voto, privilegiando uma intervenção como em 64 em detrimento de uma INTERVENÇÃO no século XXI.

General Mourão diz, militar no poder só se eleito!

Eles contestam a postagem começando com “não queremos eleição, queremos intervenção”! Continuando com xingamentos e ofensas, como “comunista”, “dupla personalidade”, canalha” e muitos outros. Não satisfeitos, começam a instigar o grupo contra quem pensa diferente e como não angariam adeptos, passam a desfigurar meu nome na escrita com intenção de menosprezar, tipo “Gilete Chucro” a após, como o grupo não se posta como eles, seguem as ameaças: “o que é teu tá guardado, aguarde”. Ora, tenho um histórico como Intervencionista e tudo registrado em minhas página e blog, mas, ao ir nas páginas destas pessoas, nada vejo sobre serem intervencionista, somente adentraram recentemente em grupos intervencionistas para incentivar o BAN (Votos em Branco, Abstenções e Nulos).

General Mourão diz: " O Exercito vai garantir sua missão Constitucional!"

Seguindo o raciocínio de nosso universo de eleitores (144 milhões) e os que decidiram a eleição de 2014, vemos que isso é interessante para a esquerda, pois, ela comparece em massa e decidem a eleição, mesmo sendo entre dois candidatos esquerdistas como na ultima para Presidente. Depois saem aos gritos de “urnas fraudáveis” para justificar a venda da vitória do PSDB para o PT, o que na verdade ocorreu.

General Heleno presta seu apoio a Bolsonaro!


O "TUDO POR DINHEIRO" na PMERJ.


Sou o marido da Louzada, apesar de ser avesso a redes sociais, estou usando a da minha esposa para emitir minha opinião.
O que é um porta voz ? Na teoria creio que o porta voz de uma tropa, já tão sofrida como é a da PMERJ, deveria ser aquele que transmiti os anseios do soldado mais recruta até os do policial mais antigo .

Na prática porém o porta voz da Polícia Militar do RJ não tem uma missão tão nobre, já que recebe uma gratificação bem alta para ser marionete do governador e chega ao ponto de coagir e punir qualquer policial que critica o governo, a fim de garantir mais de 20 mil reais mensais na sua conta bancária .
Acompanhei a minha esposa desde a hora que o major Ivan Blaz enviou ,via zap ,a seguinte mensagem : "Camarada, boa tarde. Preciso que você venha buscar seus DRDs pendentes aqui na CCOMSOC, assim como o novo, referente a sua entrevista . " , e também quando o major Ivan Blaz ordenou que policiais, através de inúmeros planos de chamada, fossem ao nosso lar para, como custumam dizer, "panhar ela em casa", como se ela fosse alguma bandida foragida.

Entrevista da Cabo Louzada, ela disse mentiras?
Ao chegarmos lá, contra a minha vontade, pois alertei a Flávia que ela está de licença médica e não era obrigada atender tal ordem absurda, ficamos desde às 13 horas até às 18 horas retidos na CCOMSOC. Reclamei inúmeras vezes que ela era gestante, com quadro de risco, hipertensa e já estava há horas sem se alimentar, porém para minha surpresa uma major feminina, quando resolvi tomar atitude de irmos embora, recebeu um telefonema e disse ser o major Ivan Blaz ordenando a condução forçada da minha esposa para a Corregedoria, isso já às 18 horas não se sentindo bem, o resto vocês já sabem .
O major Ivan Blaz se indignou com a minha esposa por ela ter criticado o governador, indignação que não vi ele ter quando o mesmo governador comparou policiais mortos no RJ com galinhas e tão pouco quando policias militares ficaram sem seu 13° salário de 2017 até o momento. A energia que falta a ele na hora de defender a sua tropa desse governo omisso, sobrou na hora de defender com unhas e dentes a imagem ( imaculada?) do governador de vulgo Pezão.
O major Ivan Blaz extraiu DRD para minha esposa no qual ele próprio escreveu o que julga ser a " transgressão gravíssima" cometida por ela :
" Concedeu entrevista pronunciando-se de forma desrespeitosa sobre autoridade civil, o governador do Estado, censurando-o e procurando desconsiderá-lo".
Minha esposa está sendo punida pelo porta voz da PMERJ por censurar e desconsiderar o governador Pezão, porém como classificar o que o Pezão tem feito com todos os policiais militares e seus familiares? Como não desconsiderar um governador cujo chefe, Sérgio Cabral ,é o maior bandido da história do Rio de Janeiro?
Se essa foi a transgressão tão grave, segundo o major Ivan Blaz, que minha esposa cometeu e por isso ela foi punida por ele por mais de seis horas sem poder se ausentar da CCOMSOC e após ainda ser conduzida contra a vontade, já passando mal, a Corregedoria, posso dizer com todo orgulho do mundo que essa transgressão ela deve carregar como uma medalha, porque ela sim foi uma porta voz de verdade, ela falou o que está entalado na garganta de uma tropa inteira, vítima dos desmandos do governador ,que foi braço direito de um condenado da justiça .
A diferença é que minha esposa é porta voz da tropa por amor, "bota a cara para bater para defender os seus" sem receber nada por isso, já o major Ivan Blaz para ser porta voz ( cargo indicado, que passa pelo crivo do governador e da direito a ele receber uma gorda GRATIFICAÇÃO capaz de fazer seu salário ultrapassar os 20 mil reais mensais e ser maior do que o de um coronel ) ganha muito bem para isso ,e para permanecer nesse cargo tem que servir os interesses sórdidos do governo, e para isso se presta ao papel de submeter uma mulher grávida de gêmeos a tudo que ele submeteu a minha esposa, somente para defender a honra do governador Pezão, mas será que existe defesa para o indefensável?
Não sou policial militar, mas diante do amor exacerbado que minha esposa tem por essa corporação, é impossível não admirar esses bravos guerreiros e sentir tristeza, pois uma tropa de heróis merecia ter um porta voz que defendesse os seus e não um que defende o governador que faz o que todos sabem, não só com policiais, mas com toda sociedade carioca.
E você major Ivan Blaz é digno de pena , porque a minha esposa vai poder falar para os nossos filhos,sem medo, toda a história de coragem a qual ela tem e do amor genuíno que ela possui pela sua corporação e pelos seus " irmãos de farda ", como ela custuma falar, já você terá que esconder dos seus essa parte vergonhosa da sua vida, que é defender um governador que é responsável pela morte dos que vestem a mesma farda que você, afinal as condições desumanas que os policiais trabalham e os tornam vulneráveis a morte, é culpa daquele homem que te colocou no cargo de porta voz e paga sua gorda gratificação, aquele homem que para defende-lo você foi capaz de colocar em risco a vida de uma mulher e das duas crianças as quais ela carrega no seu ventre , crianças essas que ainda não nasceram porém já aprenderam como pode ser prejudicial um homem ligado aos interesses políticos, um homem capaz de virar as costas para os seus pares afim de se manter no cargo e receber uma generosa gratificação.

Do que o Major Ivan Blaz está sendo acusado? Veja aqui

No momento em que a segurança pública do estado vive sua maior crise, a marca mais famosa da Polícia Militar do Rio, o Bope, serve para que dois oficiais da corporação, um deles relações-públicas da própria PM, vendam treinamento para CIVIS. 
A Corporação é o seu negócio lucrativo - Veja aqui!


Embora negue sua participação com fins lucrativos nas empresas, dizendo ser palestrante convidado, a denuncia foi enviada a Corregedoria PMERJ e ao Ministério Público RJ, mas, até o momento não se pronunciaram como não se pronunciarão com a mesma presteza que fizeram com uma mulher doente, de licença médica, grávida, que precisou de cuidados médicos devido ao sofrimento imposto dentro do QG PMERJ. 
Corregedoria PMERJ de posse de denuncia não teve a mesma "presteza" aplicada quanto a Cabo Louzada - Veja aqui!


Por muitas vezes o Major Ivan Blaz foi merecedor de elogios por suas declarações com criticas aos que denigrem a imagem da PMERJ, na maioria das  oportunidades se colocando como “policiólogos” detentores de uma imbecilidade sem tamanho. Custo acreditar nas acusações deste marido de uma policial militar, pois, o Major Ivan Blaz em sua posição de porta voz da PMERJ poderia no máximo ter participado a sua suposição de transgressão disciplinar praticada pela Cabo PM Louzada e não ter tomado as medidas imputadas a ele, configurando, se confirmadas, abuso de autoridade e até tortura. Que se manifeste sobre esta acusações GRAVES, correndo o risco, se culpado, ser mais um ser subserviente aos desmandos cometidos na Corporação. Os que ele acusa estão rondando e cooptando oficiais superiores para serem seus porta vozes maléficos.





É preciso saber o que aconteceu no passado para escolher no presente decidindo o futuro.



Volto a publicar meu vídeo gravado pelo meu amigo e co-irmão de lutas, Coronel PM Paulo Ricardo Paúl em dezembro de 2010.


Conheci o Coronel Paúl em 2008, onde e na oportunidade, ele participou de uma manifestação em Copacabana com alguns oficiais da PMERJ e foi o primeiro oficial da PMERJ e do CBMERJ na ativa e no cargo de Corregedor PMERJ, que começou a demonstrar descontentamento com o ex governador e hoje presidiário Sergio Cabral.

Em agosto de 2009 o Coronel PM Paúl organizou a primeira caminhada pela aprovação da PEC 300 aqui no Rio de Janeiro, precisamente no Leblon, e na esquina da rua onde morava o Sergio Cabral.


Foi justamente a partir desta caminhada que eu fiquei mais próximo deste “Guerreiro Incansável” da Polícia Militar e me dedicar também a luta pela aprovação da PEC 300. Esta luta fez com que eu rompesse os grilhões da corrente que me aprisionava e sem imaginar, este vídeo gravado pelo Coronel Paúl, despertou a tropa, em particular os GUARDA VIDAS do CBMERJ, que a partir daí decidiram dar também o seu grito de protesto e de liberdade.


Sem que eu fosse informado por eles, começaram a se organizar, criando até um site: www.sosguardavidas.com.br, que depois se transformou no MOVIMENTO SOS BOMBEIROS.

Começaram as primeiras denúncias, eu neste vídeo acima fui o precursor a denunciar e colocar a cara e minha carreira em risco. Sergio Cabral já tinha o controle de todos e no CBMERJ não era diferente. Vários SUBSERVIENTES a seu serviço! As denúncias à época, são praticamente as mesmas que hoje levaram Sergio Cabral a cadeia, onde já está há mais de um ano graças ao MPF.


Se alguns COMANDANTES e OFICIAIS que tiveram a oportunidade de ombrear conosco naquele 2011/2012 ficassem do nosso lado, talvez o Estado do Rio de Janeiro hoje não estivesse sofrendo uma INTERVENÇÃO FEDERAL na SEGURANÇA PÚBLICA. Tudo o que está acontecendo foi em primeiro pelo ímpeto do poder e pela imperiosa vontade de enriquecer através da corrupção.


Sergio Cabral tinha o controle de tudo e nós do MOVIMENTO SOS BOMBEIROS encaramos ele de frente, fomos perseguidos, transferidos, presos e até excluídos por ordem do bandido Sergio Cabral. Hoje observo os que usaram do chicote contra nós, em particular as “PRAÇAS”, não podem negar que foram COVARDES e SUBSERVIENTES a serviço do pior e mais corrupto governador que o Estado do Rio de Janeiro já teve.


Que fique na memória e registrada a nossa LUTA! O MOVIMENTO SOS BOMBEIROS RJ, em breve publicarei meu livro narrando TUDO, mas TUDO mesmo que aconteceu de 2011 até os dias atuais.


Abraço a todos! Subtenente BM RR Valdelei Duarte, agora pré candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!


Sou testemunha ocular desta narrativa, tanto na convivência com o Subtenente BM Valdelei Duarte quanto com o Coronel PM Paúl, ambos inseminaram em mim uma semente que germinou e dai em diante não mais parei. Uma luta é feita de batalhas e das batalhas que se vence ou se perde uma guerra. A “guerra” ainda não terminou, as batalhas continuam.

Presenciei a amargura, o rancor, o desespero, a tristeza e demais sentimentos que florescem dentro de um homem e sua família ao se verem injustiçado, trancafiados, submetidos à acusações sem fundamento que culminaram em muitas exclusões das Corporações militares do Estado do Rio de janeiro, tudo sob o orquestramento de Sergio Cabral e a subserviência dos que lhes serviam à época. Felizmente as emoções tristes se transformaram em alegria, alegria de vitória quando a batalha parecia perdida. Os presos foram soltos, anistiados e os excluídos voltaram às suas Corporações. Justiça feita, mas a guerra continua!

Uma narrativa, mas que em breve será um livro, pois os fatos vivenciados pelo Subtenente Valdelei Duarte não teria espaço para serem dissertados aqui. Vi, convivi, me emocionei com tudo que acompanhei à época e hoje ainda acompanho, por isso tenho admiração e agradecimento a estes militares que colocaram suas carreiras em risco, seu meio de subsistência ameaçado em prol de uma coletividade. Um MUITO OBRIGADO é o que todos nós devemos a estes percursores da jornada por dignidade, respeito e justiça.