quinta-feira, 3 de maio de 2018

O conto do "herói" vai se desmanchar.


PCC tinha base em prédio que desabou na capital, afirma Doria.
O ex-prefeito de São Paulo, João Doria, em entrevista, disse que o prédio que desabou após um incêndio no Largo do Paissandu, na capital paulista, abrigava uma base da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).  

 "São diferentes movimentos. E esses movimentos cobravam aluguel das pessoas. A facção criminosa PCC tinha ali uma base para a alimentação de drogas na região central da cidade. Isso tinha acompanhamento. As várias tentativas de desocupação do prédio não surtiram efeitos", analisou.




Observando-se a figura do suposto herói, ao qual atribui-se ter arriscado a vida para salvar pessoas, vê-se em suas inúmeras tatuagens a figura do “palhaço”, tatuagem já bem conhecida no meio policial e até na sociedade, já que é bastante divulgado ser um sinal que identifica um membro de facção criminosa que já matou ou é matador de policiais.  

São pelo menos duas tatuagens de palhaço

Um trabalhador, que descarrega caminhões não ostentaria patrimônio, ganha pelo seu trabalho e a renda mal dá para sobreviver, quanto mais ter moto cara, pagar aluguel do prédio invadido e até ter uma bolsa recheada de notas de R$ 50,00 e R$ 100,00. Quem ele salvou? Nos noticiários que afirmam ter ele arriscado sua vida para salvar outras foi mostrada alguma vitima salva por ele? Claro que não, sua única intenção era salvar o que foi depositado em sua guarda pela facção criminosa. Se vivo teria de prestar conta do que estava sob sua guarda, o que não conseguiria e seria morto.





quarta-feira, 2 de maio de 2018

A moda é ser "especialista" em segurança pública, até as "marmitas" de vagabundos.

Uma militante do PSOL ligada ao deputado Frouxo, defendendo marginais de Acari e atacando o 41°BPM, sobretudo a memória do Sgt Cardozo.


A cada dia nas redes sociais surgem novos especialistas na área de segurança pública e mesmo que não saibam absolutamente nada sobre o funcionamento da polícia, eles querem opinar a todo custo!
No caso dessa entidade ela vive para defender a bandidagem de Acari - Zona Norte do Rio, acusou levianamente os agentes do 41° da morte da vereadora Mariele Franco e num confronto com marginais, acusou os policiais de execução, mesmo tendo sido apreendidos dois fuzis!
Agora a pergunta que não quer calar, quantos traficantes, assassinos, esconderijos de armas, etc que ela denunciou, já que conhece tão bem a comunidade?

Dessa vez essa senhora viola a memória do Sgt Cardozo, morto hoje, levantando a suspeita de que pelo fato do mesmo ter sido assassinado na área do 18°BPM, ele estaria a favor da milícia, só que a canalha ignora que nós cedemos equipes de determinados Batalhões para apoiar outros Batalhões quando necessitam!
Já sabendo que vão denunciar o post, vou colocar os prints nos comentários!
#AquiNãoPassaEmBranco
#ProtegemosOsNossos
Major Elitusalem Gomes Freitas
Major Elitusalem Freitas

São totalmente sem noção!



Militantes que participaram do ato em defesa do ex-presidente Lula em Curitiba neste 1.º de maio se envolveram em confusões no comércio na região central da capital paranaense quando tentaram passar cédulas carimbadas com a a imagem do condenado e a expressão Lula Livre.

Esse vídeo que está circulando pelas redes sociais mostra notas de Real sendo estampadas com o carimbo “Lula Livre”. A estratégia tem sido usadas por manifestantes contrários à prisão do ex-presidente.

Com receio de ter as cédulas rejeitadas por clientes no momento de formar troco, vários comerciantes locais se recusaram receber as notas carimbadas no acampamento próximo à Sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula está preso desde o início do mês de abril.



O Banco Central do Brasil, a instituição responsável pela emissão das cédulas e pela atividade de saneamento do meio circulante possui políticas para determinar a invalidação de notas, como forma de manter o dinheiro em circulação em boas condições de uso.  As cédulas inadequadas à circulação podem ter valor ou não ter valor, em função do grau de dano apresentado.

Em alguns casos, as notas danificadas devem ser retiradas de circulação, como as cédulas manchadas, sujas, desfiguradas, gastas ou fragmentadas; com marcas, rabiscos, símbolos, desenhos ou quaisquer caracteres a elas estranhos; com cortes ou rasgos em suas bordas ou interior; queimadas ou danificadas por ação de líquidos, agentes químicos ou explosivos etc.

Um grupo chegou a ficar retido em uma padaria na região central de Curitiba, até que um de seus integrantes efetuou o pagamento por meio de seu cartão de débito. Nenhum dos rapazes e moças possuía notas sem os carimbos com a face de Lula e a inscrição "Lula Livre". O rapaz que pagou as despesas do grupo também não quis ser reembolsado com as notas carimbadas dos colegas e combinou receber posteriormente as despesas de cada um. 

imprensaviva



Estranhamente o rapaz que pagou as despesas do grupo também não quis ser reembolsado com as notas carimbadas dos colegas e combinou receber posteriormente as despesas de cada um, nem o próprio integrante da quadrilha aceitou o dinheiro!

                        A maioria não sabe, mas rasgar ou rabiscar dinheiro é crime

Rasgar dinheiro é crime (destruição, inutilização), riscar dinheiro ou escrever em nota também é crime (deterioração). Se  o próprio agente (particular), rasga, suja, inutiliza ou destrói (uma cédula de dinheiro pode ser destruída literalmente pondo fogo sobre ela, por exemplo), papel-moeda ou metálico, ainda que seja de sua propriedade,  configura-se o crime de dano qualificado, previsto no artigo  163, parágrafo único, inciso III, do Código Penal, segundo a doutrina majoritária. A pena para o delito é de detenção, de seis meses a três anos, e multa, além da pena correspondente à violência. Na lição de Heleno Fragoso, “dano é a alteração prejudicial de um bem; a destruição ou diminuição de um bem; o sacrifício ou restrição de um interesse jurídico”(Lições de direito penal: a nova parte geral, 1985, p. 173).

Socialismo do Século XXI - A Realidade !


A Venezuela foi o primeiro país sul-americano a conquistar sua independência da Espanha, em 1813, pelas mãos de Simon Bolívar.
Em Hugo Chávez, o espectro, o jornalista Leonardo Coutinho narra como o líder venezuelano levou o país ao colapso ao aliar-se com o narcotráfico e o terrorismo, como parte de seu projeto de “revolução”. 
Em 1922, descobriu-se a primeira grande jazida de petróleo, na cidade de Zulia. Em seis anos, aquele país já era o segundo maior produtor de petróleo do mundo, atrás apenas dos EUA.
Durante a segunda grande guerra, foi o maior fornecedor de óleo bruto aos americanos. Em 1945, produzia mais petróleo que todos os países do Oriente Médio juntos.
Em 1950, apresentava o quarto maior PIB per capita do planeta. A Venezuela era duas vezes mais rica que o Chile, quatro vezes mais rica que o Japão e doze vezes mais que a China.
Em 1960, junto com Arábia Saudita, Irã, Iraque e Kuwait, fundou a OPEP. Em 1990, os venezuelanos eram, na média, um povo rico. Contudo, bolsões de miséria ainda persistiam, como de resto em todos os países da América Latina.
Foi aí que, em 1998, surgia um “Salvador da Pátria” que iria acabar com a pobreza do povo: Hugo Chávez.
O editor de VEJA Jerônimo Teixeira entrevista Leonardo Coutinho, autor de 'Hugo Chávez - O Espectro'.

A partir de 1999 e durante os próximos dez anos, os aumentos do preço mundial do petróleo fizeram de Hugo Chávez um homem muito poderoso e multibilionário, que chegou a influenciar diretamente vários países latino-americanos e até mesmo outros continentes, com suas doações de óleo em troca de “serviços” – apoio a sua revolução bolivariana.
A PDVSA, estatal do petróleo venezuelana, foi precisamente o instrumento de que Chávez se utilizou para a construção do “seu mundo”.
Como uma “vaca leiteira”, a empresa foi usada com propósitos político-ideológicos, mas também para o luxo e a riqueza do núcleo duro do chavismo. Em 1999, Chavez e Fidel Castro assinaram um acordo, pelo qual a Venezuela remeteria 53 mil barris de petróleo diários para Cuba, em troca do envio de 12 mil “médicos” cubanos para a Venezuela.
Essas remessas de petróleo chegaram a 100 mil barris diários, mais que o consumo de toda a ilha caribenha, sendo que Fidel vendia o excedente para outros países (atualmente há cerca de 60 mil cubanos na Venezuela, controlando desde a segurança do presidente Maduro, até as forças armadas e de inteligência).
Chávez entregou aos cubanos toda a emissão de passaportes e demais documentos de identificação. Além disso, deixou de investir dinheiro no seu país, para comprar bilhões de dólares em títulos da dívida de países amigos, como Cuba, Argentina, Bolívia e Equador.
O ditador venezuelano, no seu delírio proto-comunista, estatizou todos os setores da agricultura, que foram relegados ao abandono, assim como fábricas de alimentos, supermercados, redes de rádio e TV. A maioria fechou.
O resultado disso foi que, em menos de uma década de chavismo, a proporção de alimentos produzidos na Venezuela caiu mais de 60%. A partir de 2008, a importação de itens básicos, como remédios e alimentos, foi terceirizada para empresas estatais cubanas, como Alimport, CubaControl e Surimport, que cobram altas taxas de intermediação.
Mais uma forma de financiar a ditadura cubana.

                   O Discurso Proibido de Hugo Chávez na COP-15 (Legendado)

No final de 2013, os preços do petróleo começaram a cair, levando a Venezuela a atrasar seus compromissos internacionais.
A partir de 2014, com a posse de Maduro em função da morte de Chávez, a destruição daquele país se acelerou.
A inflação chegou a 700%, e o índice de desabastecimento chega a ser superior a 80%.
Em 2017, a inflação chegou a 2.616%, a maior do planeta.
Entre 2015 e 2016, 74% da população perdeu 8 quilos ou mais, em função da fome.
No final de 2016, 93,3% dos venezuelanos não tinham como cobrir as despesas com alimentação para garantir uma dieta mínima de 2000 calorias.
As pessoas passaram a abandonar seus animais de estimação nas ruas, porque não tinham mais como lhes comprar ração.
Esses animais passaram a ser caçados e abatidos para servirem de alimento à população faminta.
Nem os animais dos zoológicos foram poupados, bem como os famosos pombos que habitavam as centenas de praças chamadas Simon Bolívar em todo o país.
Em 2017, a Venezuela teve de aumentar drasticamente sua importação de petróleo, devido ao sucateamento da PDVSA, cuja direção havia sido entregue aos “cumpanheros” dos sindicatos.
Adivinhem qual é o maior fornecedor de óleo à Venezuela?
Sim, o “grande satã” norte-americano.
Segundo Ricardo Haussman, da Universidade de Harvard, a tragédia venezuelana eclipsa qualquer outra da história dos Estados Unidos, Europa Ocidental e do resto da América Latina.
Isso sem contar que a Venezuela se tornou um narco-estado, sendo a maior exportadora da cocaína das FARC e da Bolívia para os cartéis de drogas mexicanos e do norte da África.
Chávez (enquanto vivo), Maduro, Cabello e toda a cúpula militar venezuelana esteve ou está envolvida com o narcotráfico.
Em 2015, dois sobrinhos de Maduro foram presos no Haiti por agentes da DEA americana quando tentavam vender 800 kg de cocaína.
Essa é uma breve história de como um psicopata criminoso e seus asseclas conseguiram em menos de 20 anos arruinar um dos países mais promissores da América Latina, com sua utopia socialista.

P.S. Todas as informações acima foram retiradas do livro “HUGO CHÁVEZ, O ESPECTRO”, do jornalista brasileiro Leonardo Coutinho, cuja leitura 0 Portal 7Minutos muito recomenda.
Texto  recebido pelo Portal 7 Minutos  em redes sociais.


Bolsonaro rejeita uso do Fundo Eleitoral



O pré-candidato do PSL a presidente da República, deputado Jair Bolsonaro (RJ), disse ao Estado que abrirá mão de gastar os recursos públicos a que tem direito vindos do novo Fundo Especial de Financiamento de Campanha, criado na reforma política no ano passado. Ele afirmou que, como votou contra o chamado “fundão”, dispensará a parcela que receberia por meio do PSL para a campanha presidencial. Ele calcula a renúncia em cerca de R$ 3 milhões.
“Eu votei contra esse fundo extra, não seria justo pedir”, disse o deputado. Bolsonaro tenta convencer a bancada federal do partido a não gastar sua parcela “por coerência”. O PSL deve receber entre R$ 9 milhões e R$ 10 milhões, segundo estimativas de parlamentares do partido.

Segundo Bolsonaro, a maioria dos oito deputados em exercício é contra o fundo e sinalizou ser favorável à iniciativa. “Da minha parte, da campanha para presidente, está decidido”, afirmou o pré-candidato. “Conversei com uns seis ou sete (parlamentares), e eles são favoráveis a não usar.” 



Ação. O PSL é autor de ação no Supremo Tribunal Federal para tentar suspender a lei que criou o fundo eleitoral, alegando sua inconstitucionalidade pela existência anterior do Fundo Partidário. Ainda não houve decisão. Depois, o partido consultou a Justiça Eleitoral sobre como seriam divididos os recursos, se com base na bancada existente até agosto do ano passado, quando o PSL tinha dois parlamentares apenas, ou se após a janela de migração de março, quando passou a ter oito deputados.

Apesar disso, o presidente nacional em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, advogado de Bolsonaro, afirmou ao Estado que os parlamentares deliberaram por não usar os recursos em suas campanhas eleitorais. Segundo ele, a decisão de renúncia está fechada. “O PSL foi contrário ao fundo eleitoral, mas ele foi aprovado, então foi feita essa consulta. O que está deliberado é que não vamos usar esse dinheiro. Os deputados atuais, que migraram para o partido, nenhum deles vai usar”, disse Bebianno.


Só uma porradinha nos pseudo intervencionistas, aliados da esquerda, que teimam em inventar acusações contra Bolsonaro.

Indústria das Ocupações



1) Dono de prédio que não consegue mais alugar suas unidades tem prejuízo    para manter seu imóvel desocupado.

2) Ele convida uma ONG de sem-tetos para invadirem seu prédio.

3) Sem-tetos invadem prédio vazio e entram com pedido de usucapião.

4)Prefeitura declara prédio "de interesse social" e o desapropria  mediante pagamento de indenização para o proprietário.

5) Proprietário entra na Justiça para revisar o valor da indenização e ganhar    mais.

6) Sem-tetos vão ficando e transformam o prédio invadido em mafuá. 


7) Corpo de Bombeiros vistoria o imóvel e decreta que ele não tem condições  de moradia e que pode sofrer incêndio a qualquer momento. Desocupação é  recomendada.

8) ONG de sem-tetos levanta liminar na Justiça para deixar moradores no  prédio condenado.

9) Quando não pega fogo ou desaba, prédio é finalmente "comprado" pela  Prefeitura, que o doa à ONG invasora por convite.

10) Indenização é paga ao antigo proprietário, que racha a bufunfa com a ONG.

Parabéns! Você acaba de aprender como funciona a indústria das ocupações, que somente na região central de São Paulo já possui cerca de 150 prédios.

Victor Grinbaum, escritor e jornalista

terça-feira, 1 de maio de 2018

Responsabilize-se o Ministério Público!


MP reabre inquérito arquivado em março que apurava riscos de prédio que desabou.

A Promotoria de Habitação e Urbanismo do Ministério Público de São Paulo decidiu reabrir nesta terça-feira, 1, um inquérito arquivado em março que apurava eventuais riscos de segurança no Edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou na madrugada desta terça. A nota publicada pelo órgão confirma que as investigações foram reabertas devido ao desabamento do prédio.

A investigação foi arquivada em março deste ano sem chegar a nenhuma conclusão nem determinar medidas para melhorar a segurança do local.
O inquérito civil havia sido aberto após uma representação feita ao MPE com base em informações colhidas junto à Ouvidoria Geral do Município e Prefeitura Regional da Sé em agosto de 2015. A representação foi assinada por um morador vizinho do prédio, Rogério Baleki. "Da minha janela, era possível ver uma fenda de 40 centímetros no prédio que desabou hoje", disse ele ao jornal O Estado de S. Paulo. "O que eu vejo aqui é uma tragédia anunciada. Isso não é um acidente, é um crime", disse. A investigação também apurou que o local já havia sido alvo de uma ação de despejo, movida pela União, mas foi reocupado após a primeira reintegração de posse.
Ainda em 2015, o MPE requisitou informações à Prefeitura e pediu que o Corpo de Bombeiros fizesse uma vistoria "com o objetivo de verificar as condições de segurança e se realmente existia algum risco para quem mora no local ou o frequenta, inclusive a possibilidade de desabamento".
A investigação teve seu prazo de conclusão prorrogado por quatro vezes, trocou de promotor e foi finalizada apenas em março deste ano, sem nenhuma conclusão. A recomendação foi pelo arquivamento. Atualmente, o processo está no Conselho Superior do MP, que pode aceitar o arquivamento ou devolver o processo para a promotoria de Habitação.
O Ministério Público deve se pronunciar sobre o arquivamento ainda na tarde desta terça.
Incêndio
O incêndio que atingiu o prédio de 24 andares no Largo do Paissandu começou à 1h30 e logo tomou conta do edifício. Os bombeiros foram chamados e trabalhavam para apagar o fogo e resgatar as vítimas quando ocorreu o desabamento. Oficialmente há uma pessoa desaparecida. As famílias que moravam no local foram enviadas para abrigos.
Se o Ministério Público, que tem a OBRIGAÇÃO de investigar e apurar denúncias, se omite, é sinal que houve um crime de omissão pelo menos.