quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Já pensou se Marcelo Freixo fosse o governador?


“O governador Marcelo Freixo chegou por volta das 9h à Ponte Rio-Niterói, a bordo de um veleiro movido a energia solar – que demorou mais que o previsto porque o dia estava nublado e sem vento. Sua assessoria divulgou que o deslocamento gerou crédito de carbono.

Mais cedo, a Light (agora incorporada à Secretaria de Segurança Pública) havia espalhado postes por toda a Ponte, para evitar novos sequestros.

Agentes se posicionaram em pontos estratégicos com livros de filosofia e história. Como os atiradores de elite foram dispensados no início do governo, seus substitutos, os atiradores das classes marginalizadas, acabaram acionados para a eventualidade de uma ação mais delicada, sendo municiados com teses da UFF sobre ideologia de gênero e surubas em banheiros públicos de supermercados.

Uma ciranda foi organizada em torno do ônibus, com todas, todos e todas de mãos dadas e pés descalços, cantando “Imagine”, abraçando o coletivo e pedindo Lula Livre.

Uma deputada do PSOL sugeriu que o sequestrador não usasse gasolina, mas etanol, que é mais sustentável, e que os reféns não tivessem as mãos atadas com lacres sintéticos, levam séculos para se degradar e podem poluir os oceanos com microplásticos. Em troca, ofereceu cordas de fibra de cânhamo produzidas artesanalmente numa comunidade da Praça São Salvador.

Numa plenária, realizada na praça do pedágio, os comitês de Cidadania, Historicidade, Horizontalidade de Gestão, Inclusão Trans e Anticanabisfobia deliberou que as ações de resgate, se necessárias, deveriam ser pautadas pelas diretrizes de gênero, etnicidade, empoderamento lésbico (com ênfase na não performação da feminilidade) e participação em ovulários de sororidade e encontros de detox da masculinidade.

Um comitê elaborou uma pesquisa (patrocinada pela Capes) para definição da escala pantone dos cidadãos em situação de ônibus e do marginalizado em situação de máscara e garrafas pet supostamente inflamáveis. Esse estudo permitiria fornecer subsídios à equipe de negociadores para determinação da prioridade daquilo que a extrema imprensa burguesa insistia em chama de “libertação de reféns”.


Marcelo Freixo PSOL X Governador Witzel - Ônibus na ponte Rio Niterói.


Foram feitas propostas de que os veganos deveriam deixar a condição de ônibus para a condição de ponte antes dos demais, gerando intenso debate com os que lembravam que o pagamento da dívida histórica com os afrodescendentes deveria ter precedência. Trabalhadores em situação de informalidade, mulheres oprimidas pelos padrões estéticos da sociedade e pela balança, e minorias sexuais também foram pontuadas, até que o próprio governador lembrou que a verdadeira vítima era o afrodescendente portador de máscara, que se levantara às 5 da manhã, possivelmente sem um desjejum como aquele do Copacabana Palace que ele mesmo havia acabado de tomar.

Foi organizado no vão central um show de solidariedade à vítima da sociedade branca opressora que mantinha o controle do ônibus, com participação de Zélia Duncan, Maria Gadú, Anavitória, Tico Santa Cruz, apresentação de Tatá Werneck e Bruno Gagliasso, e performances das axilas de Bruna Linzmayer, com fundos revertidos para a ONG SVS (Sequestradores Vítimas da Sociedade) e transmissão ao vivo pela GloboNews.

Após 14 horas de negociação, com fornecimento de quentinhas veganas ao sequestrador, entrevistas exclusivas à Mônica Bérgamo e à Carta Capital, os cidadãos reclusos no coletivo se amotinaram, tomaram a chave, deram um cavalo de pau e retornaram a São Gonçalo, sob saraivadas de livros da Márcia Tiburi, Foucault, Boff, Gramsci, Nina Lemos, Althusser, Judith Butler, Bagno, Habermas, Chauí, Sartre e Kéfera.

Um dos líderes do motim a bordo declarou pelo zap que ninguém aguentava mais ouvir o Programa da Fátima Bernardes (no ar das 7 da manhã às 7 da noite na tevê de bordo) e que, por unanimidade, preferiam se jogar no mar. Antes de despencar pela mureta, libertaram o sequestrador – que foi recebido com soquinhos no ar pelo Governador Freixo e convidado a jantar no Fasano.

A direita problematizou a comemoração do governador e achou falta de decoro os soquinhos no ar. Em Nota Oficial, o Palácio Guanabara declarou que a missão foi um sucesso, com o salvamento do sequestrador e que manda condolências à empresa que perdeu um ônibus.”

By Eduardo Affonso.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

GENERAL FAZ PRONUNCIAMENTO IMPACTANTE DIANTE DO PRESIDENTE.

Bolsonaro na Cerimônia de entrega de Espadim aos Cadetes da Turma Bicentenário da Independência do Brasil.
O Comandante das Agulhas Negras, Gen Brig Gustavo Henrique Dutra de Menezes, fez um discurso impactante.
“Sun Tzu, General e Filósofo Chinês da Antiguidade, escreveu, em ‘A Arte da Guerra’, que o sucesso custa muito caro e que a habilidade de alcançar a vitória mudando adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada genialidade. Espelhando-se nos ensinamentos de Sun Tzu, em busca das habilidades que conduzem ao sucesso, a formação inclui disciplinas indispensáveis (…) em consonância com as mais complexas demandas de nossa época”, pontuou o oficial.

“O futuro líder militar da Força Terrestre, inclui um substancial culto aos valores e tradições de nossas tropas. (…) Ser fiel aos valores militares e dignificar o espadim implica cumprir rigorosamente o nosso código de honra. Cultuar a verdade, a lealdade, a probidade e a responsabilidade”, asseverou.
“Orgulhem-se por pertencerem à instituição do braço forte e da mão amiga, que sempre guardou a nossa pátria”. Informações Folha Politica.

Leia o texto na íntegra:
Sun Tzu, general e filósofo chinês da antiguidade, escreveu em “A arte da Guerra” que o sucesso custa muito caro, e que “a habilidade de alcançar a vitória, mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo, é chamada de genialidade”.
 Espelhando-se nos ensinamentos de Sun Tzu, também a formação do Oficial da linha de ensino militar bélico do Exército Brasileiro, em busca das habilidades que conduzem ao sucesso, inclui o estudo prolongado de disciplinas indispensáveis ao exercício das funções de comando no campo de batalha e também fora dele, em consonância com as mais complexas demandas de nossa época.
 Ampliando a extensa gama de conhecimentos adquiridos por intermédio do estudo das matérias do ensino universitário e do técnico-profissional, a formação do Oficial, futuro líder militar da Força Terrestre, inclui um substancial culto aos valores e tradições de nossa Instituição, que constituem o genuíno amálgama de nossas tropas.
 Em tal sentido, nossa Academia torna-se uma Organização ambidestra, atenta à modernidade que nos impulsiona a enfrentar os desafios do futuro, sem jamais desprezar nossa história e os ensinamentos do passado.
 Este culto aos valores, às tradições e suas liturgias, faz com que nossa Instituição, secular, permaneça sempre norteada pelos mesmos ideais.
 Seguindo os ritos castrenses, hoje participamos de uma jornada de singular importância para o nosso Exército, pois estes 411 jovens integrantes da Turma Bicentenário da Independência do Brasil recebem, com a máxima vibração, a réplica do invicto e glorioso sabre de Caxias, imbuídos da grande responsabilidade de dignificá-lo.
 Com orgulho ímpar, terão o direito de cingi-lo no uniforme que os caracteriza, mantendo uma das mais simbólicas tradições, de forma que estarão para sempre unidos aos cadetes de todos os tempos, formados em nossa querida AMAN, que neste ano, comemora 75 anos de instalação em Resende, totalmente integrada à cidade.
 Caros Cadetes, sintam-se privilegiados por serem Cadetes de Caxias! Lembrem-se, entretanto, de que o sucesso particular e o êxito de todos nós juntos está perenemente vinculado aos valores militares.
 Eles são referenciais fixos e fundamentos imutáveis que influenciam o comportamento e a conduta pessoal de cada um de nós, herdeiros do legado de Caxias, nosso Patrono.
 Ser fiel aos valores Militares e dignificar o espadim implica cumprir rigorosamente nosso Código de Honra: cultuar a VERDADE, a LEALDADE, a PROBIDADE e a RESPONSABILIDADE.
 Estas atitudes traduzem, na essência, o que esperamos de vocês, que são nossos sucessores e futuros responsáveis por manter nossa Instituição sempre una, coesa e motivada pelos mais nobres propósitos.
 Sintam-se compelidos a balizar seus passos no caminho do bem e jamais esqueçam que: ser VERDADEIRO está diretamente relacionado ao valor de tudo quanto, de fato, é real e concreto. É a ausência de mentira, é a honestidade em ato, independentemente do contexto ou da situação; ser LEAL é ter a intenção de não enganar, é ser sincero, franco e fiel aos compromissos; ser PROBO é agir sempre em consonância com princípios éticos e sem abertura para o desengajamento moral; ser RESPONSÁVEL é saber o que deve ser feito e fazê-lo, no tempo oportuno, assumindo todas e quaisquer consequências de seus atos.
 “Cadete ides comandar, aprendei a obedecer!” A inesquecível frase, que emoldura o nosso pátio, externa o mais nobre dos valores morais: o exemplo!
 Jamais se afastem deste caminho e nunca negligenciem nosso Código de Honra, pois ele é o sustentáculo e a alma de nosso querido Exército.
 Esse momento de comemoração não seria possível sem o trabalho incansável dos integrantes do Corpo Permanente desta Academia, personificado pelos Instrutores, Professores, Capelães, Monitores, Militares da Administração, e nossos Cabos e Soldados; aqui externo meus agradecimentos pelo trabalho profícuo que todos desempenham, nas incríveis jornadas, seja nos exercícios no terreno ou nas salas de aula, tudo em prol de nossos jovens cadetes, contribuindo, de maneira decisiva, para a formação intelectual e moral de cada um deles.
 Observando a eficiência, a efetividade e a eficácia refletidas na competência e no entusiasmo das ações de cada um dos senhores, sinto muito orgulho em poder fazer parte dessa equipe. A vocês, o meu ‘muito obrigado’!
 Caros pais, mães, responsáveis e familiares, quero lhes transmitir meus agradecimentos por terem formado jovens de caráter, educados e obstinados.
 Nos dias em que vivemos, árdua tem sido a tarefa de educar, pois parcela de nossa sociedade insiste em tentar desqualificar ou redefinir valores morais e os princípios éticos que sempre balizaram os bons costumes e ainda norteiam o desenvolvimento saudável de uma Nação.
 No entanto, graças ao trabalho dos senhores e à educação transmitida a seus filhos, hoje em forma neste histórico pátio, temos um legítimo grupo de jovens do bem, que representam a “esperança de um Brasil inteligente, liderança do Continente”.
 Muito obrigado por nos confiarem seus filhos, que aqui em nossa Academia os tratamos como nossos filhos.
 Meus Cadetes da turma Bicentenário da Independência do Brasil, celebrem essa vitória! A AMAN orgulha-se pela garra, determinação e entusiasmo que cada um de vocês tem demonstrado nas atividades acadêmicas.
 Orgulhem-se por pertencerem à Instituição que possui o Braço Forte e a Mão Amiga, que guarda e ampara a nossa Pátria e que sempre pautou seus objetivos e propósitos na defesa, no progresso e nos interesses de nosso amado Brasil. 
 Novos e mais complexos desafios lhes serão apresentados.
 No entanto, temos a certeza de que continuarão sendo vitoriosos e manterão o brilho nos olhos, a cada objetivo conquistado.
 Que o Bom Deus continue a iluminar seus caminhos e a abençoar seus passos. Sejam sempre muito felizes!!

1º ano, Tudo por um ideal!!!


Se o governador fosse do Psol.


Já pararam para pensar como teriam sido as orientações para o negociador do sequestro do ônibus, se o governador do Rio fosse do Psol?

Não?!

[07:00 AM]
- Coronel, de quem foi a ordem para colocar um sniper em cima da ambulância?
- Foi minha, governador.
- Pode ir tirando, já!

[8:00 AM]
- Coronel, enviaram água gelada e frutas para o sequestrador?
- Sim, governador, do jeito que o representante do seu partido orientou.

[9:00 AM]
- Coronel, esses policiais estão muito perto do ônibus.
- Governador, o sequestrador matou uma idosa, estuprou uma jovem passageira, mostrou o pênis na janela e agora está tentando fugir com o veículo.
- Providencie uma escolta.

[10:00 AM]
- Coronel, que fogo é esse?
- O sequestrador incendiou o ônibus com todo mundo dentro, e agora está colocando dinamite na estrutura da ponte.
- Chame o esquadrão anti-bombas. Esse menino está colocando a própria vida em risco.

[11:00 AM]
- Coronel, não consigo mais ver a ponte. O que houve?
- A ponte caiu, governador.
- E o rapaz, estava com colete salva-vidas?



O “PL do poliamor” e a vitória da reação.


Seria votado hoje (21/8) em Comissão da Câmara dos Deputados em Brasília, DF, um Projeto de Lei (PL) que vinha sendo popularmente chamado de “PL do poliamor”. O PL nº 3369/2015, de Orlando Silva (PCdoB), reconheceria como família “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas” e “independente de consanguinidade”. O Projeto, cujo texto pode ser lido aqui, pretendia instituir o “Estatuto das Famílias do Século XXI” e trazia a seguinte justificativa: “Há tempos que a família é reconhecida não mais apenas por critérios de consanguinidade, descendência genética ou união entre pessoas de diferentes sexos. As famílias hoje são conformadas através do amor, da socioafetividade, critérios verdadeiros para que pessoas se unam e se mantenham enquanto núcleo familiar.”

A polêmica foi grande nas redes sociais justamente pelas brechas e más interpretações que o texto apresentava. Talvez seus proponentes não esperassem tamanha repercussão e quisessem aprovar o PL na surdina, mas a sociedade está alerta e a internet veio dar voz às pessoas comuns. A reação veio e, para evitar maiores problemas, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Helder Salomão (PT), publicou às 19h24 de hoje uma nota no site da Câmara dos Deputados explicando por que o PL não mais será votado amanhã, e diz que retirou o PL da pauta, a pedido do relator Túlio Gadêlha (PDT), “para aprimoramento de sua redação por meio da elaboração de substitutivo”.
Antes da retirada do projeto da pauta, o deputado Orlando Silva chegou a argumentar que as reações contrárias se tratavam de fake news, no que foi seguido por perfis ideológicos no Facebook e outras redes sociais. Por isso é muito bem-vinda a admissão de que o texto precisa de aprimoramento, pois não estava claro, o que é justamente o que muitos youtubers e blogueiros conservadores e defensores da família tradicional estavam destacando.

A professora de direito da USP e deputada estadual Janaína Pascoal comentou: “Eu não sei o que se pretendeu com o PL 3369/15. Só sei que a redação dá margem a situações bem problemáticas. […] Da maneira como escrito, o texto legal normaliza o incesto e, no limite, pode até favorecer a pedofilia. Acredito não ter sido esse o fim. Mas penso que seria melhor retirar o projeto. Peço, encarecidamente, que os parlamentares federais olhem com cautela.” A advogada e parlamentar teria, também, propagado fake news? Obviamente que não.
O advogado Arthur Albuquerque explica que, “na prática, o projeto traduz-se num reconhecimento de uniões incestuosas entre duas ou mais pessoas, interpretação a que se chega facilmente sem nenhum rodeio, com a simples leitura do teor da propositura”. E diz mais: “Pela ótica jurídica, em rápida análise, percebe-se que a proposta se choca frontalmente com os impedimentos para o casamento elencados no art. 1521 do Código Civil brasileiro, e com a lei nº 9.278/1996. Conflito que certamente é de conhecimento do deputado e de sua assessoria, haja vista sua experiência no Parlamento, o que nos impede de considerar a propositura como mera ingenuidade.”
A jornalista Débora Carvalho diz que “levantar esse assunto é uma questão de responsabilidade, e uma evocação para ficarmos atentos! O texto do referido PL apresenta termos que facilmente podem ser utilizados como ‘brecha na lei’, como dizem os advogados, para que interessados reclamem seu garantido direito de legalizar ‘toda forma de união’ para constituir família ‘independente de consanguinidade’. E isso significa exatamente o que você entendeu: casamento entre parentes próximos, incesto… e todo o resto que você está imaginando. Sendo ou não intenção genuína ou original do autor do PL, o fato em questão é que o texto claramente dá margem para uma interpretação pertinente a casamento incestuoso. Ao fazer uso do contexto ‘todas as formas de união’ para constituir família, vinculada às palavras ‘independente de consanguinidade’, o PL traz, em seu subtexto, uma intenção implícita – e pode confirmar com qualquer professor de redação – de levantar a discussão sobre o incesto e a poligamia, e até mesmo incesto com poligamia.”
A jornalista questiona: “Ao deixar essa lacuna, o PL abriria brechas na lei. Qual foi a intenção de escolher justamente o termo utilizado para casamento? Qual o objetivo de vincular a esse termo as palavras ‘independente de consanguinidade’? Não sejamos tão ingênuos e complacentes a ponto de acreditar cegamente que o subtexto do PL é maldade na cabeça de quem leu, muito menos que a intenção do Projeto seria o de amparar mães solteiras.”
Atualmente, a Constituição Federal prevê o conceito de “família”, em seu artigo 226, como “a união estável entre homem ou mulher e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”. No caso de casais homossexuais, a união estável não é reconhecida em lei, mas se trata de um direito garantido na Justiça após decisão do Supremo Tribunal Federal em 2011. Sabendo disso, por que parlamentares experientes tentaram, assim mesmo, aprovar o “PL do poliamor”? Por que usar uma linguagem ambígua em um Projeto de Lei (tão ambígua que agora precisa de revisão)?
Se a intenção era mesmo a de passar despercebido, não deu certo, pois tem gente atenta e fazendo o que todo cidadão pode e deve fazer: cobrar responsabilidade e coerência de seus representantes. Continuemos atentos. [MB]

terça-feira, 20 de agosto de 2019

A Polícia tomando as decisões inerentes a sua formação.


Diferente do desfecho do sequestro do ônibus 174 no ano 2.000, onde a interferência política do então governador Anthony Garotinho não deixou a polícia tomar as decisões de sua alçada, o desfecho de hoje foi coroado de sucesso tendo a polícia neutralizado iminente perigo a vida de 37 pessoas sequestradas e mantidas dentro de um ônibus recheado de inflamáveis.


Ponto para o Governador Wilson Witzel que deixou decisões serem tomadas no momento oportuno, agradecimento da sociedade do Rio de Janeiro a todos Policiais de diversas Corporações e Bombeiros que participaram desta empreitada arriscada onde o que estava em jogo eram 37 vidas diretamente ameaçadas e outras milhares "ilhadas" na Ponte Rio-Niterói.

Governador Witzel chegando na Rio-Niterói.


Vozes da esquerda e dos "direitos dos manos" se apressam em dizer que foi uma morte desnecessária, mas foi sim necessária a neutralização/eliminação do perigo, já que o tomador de reféns ao sair do ônibus, não se entregou, fez menção de novamente adentrar no coletivo, onde estavam instalados vários recipientes com liquido inflamável, ligados por cordões e que poderiam ser inflamados em série culminando com a carbonização do ônibus com todos os seus ocupantes.


O tomador de reféns não era assim tão inofensivo. Decisão de neutralizar/eliminar acertada e tomada no momento certo!

Quanto a quantidade de disparos efetuados contra o sequestrador, se fez necessária tendo em vista que o único sniper em condições de disparar foi o que estava no helicóptero e já que a aeronave oscila, disparos se perderam e outros se fizeram necessários para que o meliante não voltasse para dentro do ônibus.


Um novo repensar aos bandidos que infestam o Estado do Rio de Janeiro, temos polícias preparadas para neutralizar/eliminar que ouse colocar em risco a sociedade ordeira! Tomando suas próprias decisões.

População comemora o desfecho na Ponte Rio-Niterói.


ESPOSAS DE CHEFES DE FACÇÃO VÃO USAR AUDITÓRIO DO SENADO PARA PEDIR DIREITO A VISITA ÍNTIMA.

MARCELO FREIXO (PSOL-RJ) E MARIA DO ROSÁRIO (PT-RS) PARTICIPARÃO DE EVENTO COM AS ESPOSAS DE CHEFES DE FACÇÕES CONTRA FIM DE VISITAS ÍNTIMAS AOS PRESOS.

Restrição foi imposta pelo ministro da Justiça Sergio Moro através da portaria 157 que proíbe o contato físico entre presos e seus familiares, além de reforçar o veto à visita íntima. Todos sabiam – eleitores e opositores – que com Bolsonaro como presidente e Sergio Moro no Ministério da Justiça a vida mansa da bandidagem no Brasil estava com os dias contados. Verdade que os eleitores patriotas achavam que seria mais fácil com a tal renovação política que ocorreu com a eleição de políticos conservadores no último pleito eleitoral. Mas, infelizmente, não é bem assim. Além dos traidores – Alexandre Frota presente – temos os acovardados ante as pautas enviadas pelo governo para aprovação e cumprimento de promessas eleitorais.
Incansáveis, Moro e sua equipe travam uma batalha contra os defensores de criminosos para tentar reduzir o acesso dos chefes de facções ao mundo externo. A portaria 157 assinada por Moro em fevereiro deste ano, que proíbe o contato físico entre presos e seus familiares, além de reforçar o veto à visita íntima foi responsável pelo união da duas maiores facções do Brasil que, depois de rompidas, desde 2016, se viram obrigadas a ‘trabalhar juntas’ para tentar derrubar a medida do ministro.
A recente união judicial é vista como trégua pontual pelo promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo.
“A guerra continua. Mas houve uma espécie de trégua não declarada com a ida desses chefes paulistas para o sistema penitenciário federal. Como eles estão privados de regalias, a tendência é haver alianças para pressionar o Estado e favorecer os chefes no sistema federal. Eles agem baseados em interesses próprios”, diz o promotor.
A medida visa a bloquear a comunicação com o mundo externo. Isso porque chefes presos costumam enviar ordens para os integrantes da rua, por meio de bilhetes entregues a familiares e advogados. A portaria também ratifica outra decisão, de agosto de 2017, que proibiu visitas íntimas, por tempo indeterminado, a quem foi membro de facção, líder de quadrilha ou que tentou fuga.
Covardes e estrategistas, os chefes de facções utilizam as mesmas manobras. As esposas dos presos pretendem, ocupar o auditório do Senado para discutir sobre a rotina de visitas na carceragem.
Será realizado no próximo dia 21 o “I Colóquio Internacional do Instituto Anjos da Liberdade”, na Câmara dos Deputados. O evento, que conta com o apoio da OAB, Anacrim (Associação Nacional de Advocacia Criminal) e o MNDH (Movimento Nacional de Direitos Humanos), será realizado pelo Instituto Anjos da Liberdade, que atua em defesa da “população carcerária”.

O tema do debate será “O direito à convivência familiar da criança e do adolescente frente ao sistema prisional do Brasil” e terá a participação de deputados do PSOL, como Marcelo Freixo e Talíria Petrone, e Erica Kokay, do PT. O Colóquio é para reforçar o recurso que o Instituto entrou contra a medida junto ao STF.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Nossos "narcoterroristas" de cada dia,


Da mesma forma que terroristas do Oriente Médio usam a população como escudo humano, os narcoterroristas do Rio usam a população das favelas para proteger o seu negócio.


Os grandes entrepostos de distribuição de drogas estão em favelas, mas não porque os traficantes são pobres coitados sem oportunidades. Eles estão lá porque a população local - inclusive mulheres, crianças e idosos - serve de escudo humano e sistema de alerta contra as forças policiais.

Toda a vez que você ler uma machete que diz “jovem trabalhador baleado em troca de tiros” lembre-se disso. Essas pessoas não são baleadas por acaso; seus ferimentos ou morte servem de proteção ao tráfico, e ainda trazem o benefício adicional de demonizar a polícia e levar a sociedade a ter empatia com os narcoterroristas.



Essa empatia - essencial para os negócios - é estimulada por uma mídia mal informada e por ONGs de “direitos humanos” que são, muitas vezes, departamentos de marketing do narcoterror.



Você já deve ter visto inúmeros depoimentos de famílias de vítimas de “bala perdida” acusando a polícia. Mas você lembra de algum depoimento em que a família acusa o tráfico?



Você já deve ter visto os comoventes - e convenientes - desenhos feitos por crianças das “comunidades” que mostram helicópteros atirando em pessoas. O que você provavelmente não sabe é que o helicóptero oferece proteção essencial para operações policiais contra narcoterroristas escondidos nas favelas, e por isso impedir seu uso é fundamental. O helicóptero preserva as vidas dos policiais e das pessoas de bem, mas é uma ameaça ao narcoterror. Veja: a tática de usar crianças para proteção e propaganda é EXATAMENTE a mesma que a organização terrorista Hamas usa na faixa de Gaza.



Lendo os jornais e ouvindo algumas ONGs e “redes” de comunidades é inevitável que você, cidadão comum, conclua que:

• A polícia não sabe o que faz, e é uma ameaça permanente ao bem-estar dos pobres.

• O traficante é um empreendedor social que não atrapalha ninguém, e é querido pela “comunidade”.

A verdade é que os narcoterroristas impõem um regime de terror nas favelas que ocupam, abusando dos moradores e os usando como escudo. Os traficantes são odiados pelos cidadãos de bem e trabalhadores, que são a maioria absoluta em todas as “comunidades”, e que são permanentemente mantidos como reféns.

A verdade é que o narcoterrorismo gera e financia boa parte das atividades criminosas, espalhando crime, corrupção e medo por todo lugar. O assalto ou sequestro relâmpago de que você foi vítima provavelmente se originou no tráfico.

Mas você jamais saberá isso lendo um jornal.

O Rio pode voltar a ser um lugar tranquilo para se viver, assim como Nova Iorque, Miami, San Francisco, Milão, Frankfurt, Londres ou Bruxelas. Em todas essas cidades existe tráfico; em nenhuma delas existe narcoterror.


Nenhuma sociedade estará jamais livre do tráfico de drogas, mas PODEMOS SIM nos livrar dos narcoterroristas, e em pouco tempo.



Mas para isso é preciso que você conheça - e divulgue - a verdade.


Roberto Mota